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Inside that Angel face

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, O GIMP, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on novembro 11, 2009 by PhenonArt

aros,

antes de mais nada gostaria de me desculpar pela ausência involuntária, causada por motivos diversos incluindo falta de Internet, mas agora acredito que finalmente possamos retomar a nossa rotina. Dito isso, vamos ao assunto do dia.

Hoje nós vamos falar sobre a adaptabilidade estrutural de objetos a estruturas irregulares móveis, ou seja vamos aprender a transformar a função de um determinado objeto em outra completamente diferente dentro do conceito da imagem a partir da anexação de outro objeto =].

Comecemos escolhendo as imagens formadoras do exemplo do dia:

Abaixo temos a imagem principal, a qual sofrerá a transformação :

angel1

E aqui temos a imagem portadora do objeto a ser transplantado:

angel2

Primeiro vamos preparar o objeto primordial da imagem base de maneira que o mesmo possa receber o implante com o menor número de ajustes pendentes futuros, para tal  faremos uso da ferramenta denominada “carimbo” presente na caixa de ferramentas principal do Gimp:

Selecione uma área clara próxima ou mesmo pertencente ao quadrante da área a ser modificada e preencha o restante desta última com o trecho escolhido de maneira que uma área relativamente uniforme seja criada:

angel3

Não se preocupe se irregularidades e saliências mínimas acabarem por serem preservadas pois isto é algo perfeitamente aceitável e dará mais realismo ao trabalho:

angel4

Feito isso, selecione dentre a imagem doadora o objeto a ser anexado e cole sobre a área preparada para tal, em forma de nova camada redimencionando ainda o objeto se necessário:

angel5

Dependendo da orientação da área de transferência escolhida, um ajuste por rotação pode vir a ser necessário também:

angel6

Feito isso, aplique o efeito de camada denominado “Luz Dura” na camada portadora do objeto transplantado,  tal ação fará com que o objeto se funda a área preparada de maneira que o mesmo assuma suas propriedades de cor formando ainda volume.

IPC: Caso o seu objeto a ser transplantado possua estrutura coloral diferente de tons de cinza a dessaturação do mesmo pode vir a ser necessária.

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Agora utilize a ferramenta “Borracha” em conjunto com um pincel de bordas desfocadas para eliminar todas as partes indesejadas do objeto anexado:

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Feito isso, agora basta duplicar a camada portadora do mesmo para realçar o efeito =] :

angel9

Eis aqui :

Repare que agora o objeto parece realmente parte do cenário principal além de formar volume em cadência:

angel10

Para quem quiser ir MAIS LONGE =] :

vamos agora repotencializar o conceito da imagem original de maneira que o novo objeto anexado possa se destacar ainda mais, para isso vamos retrabalhar o seu conceito acrescentando outro objeto diferente:

No caso do exemplo do dia o desejo é sombriedade então escolhi uma imagem com muitos traços hostis:

Note que a nova imagem não parece ter traços viáveis para se utilizar, até que se olha para as “mãos”, reparem que as saliências das mesmas podem formar veias, hematomas , músculos e oque mais a imaginação permitir:

angel11

Então, selecionamos as mesmas:

angel12

Colamos sobre a imagem original:

angel13

Como mencionei antes, o redimensionamento as vezes é necessário para que a imagem transplantada possa manter a riqueza dos detalhes pretendidos e a proporcionalidade dentro da imagem:

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Feito isso, aplique o efeito de camada denominado “Luz Dura” sobre a camada portadora da mesma e apague as arestas e demais trechos preteridos com a “Borracha”:

angel15

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E o exemplo ficou assim: Preferi optar por criar conexões e saliências no peito de maneira a simular desgaste e pressão:

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A mesma técnica vista aqui também pode ser empregada em outras áreas com pequenos ajustes:

Para setores mais claros e objetos com estrutura luminosa mais rica e diversificada o efeito de camada denominado “Sobrepor” é mais apropriado:

angel18

Nem sempre é valido preencher o objeto mór original por inteiro, deixe o bom senso interagir também:

angel19

Para completar o tom vamos amplificar a estrutura luminosa do trabalho como um todo:

Para tal combine as camadas visíveis:

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Duplique a resultante e dessature esta última:

angel21

Agora vamos realçar os traços utilizando para tal o filtro denominado “Máscara de desaguçar”

angel22

Este filtro não é novo para nós, mas de qualquer maneira vamos ao ajuste primário :

Dando ao parâmetro raio uma valoração baixa estamos limitando a ação do filtro apenas as ranhuras e traços mais presentes da imagem alvo:

Dando ao parâmetro quantidade uma valoração entre 1,40 e 1,60 estamos dizendo ao filtro que precisamos de pouco realce sobre os traços pré determinados. Dito isso podemos prosseguir :

angel23

Eis o nosso trabalho pós filtro :

Repare que agora todos os traços mais precisos estão realçados.

angel25

Agora podemos optar por dois caminhos básicos:

Aplicando sobre esta camada o efeito denominado “Superexposição” estamos usurpando luz nos extremos do trabalho fazendo com que o conceito seja levado para a obscuridade além do sombrio:

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Agora se optarmos pelo efeito de camada denominado “Luz Dura” estamos fazendo o inverso mas mantendo o ar sombrio =] :

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E assim ficou o nosso exemplo do dia=] :

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Então hoje meus queridos nós aprendemos a adaptar objetos a uma imagem de maneira que o objeto anexado alterasse a função do objeto original mór =] . Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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The Geeko-Defrag

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , , on outubro 7, 2009 by PhenonArt

Caros,

Antes de iniciar o assunto do dia, eu gostaria de fazer uma nota de agradecimento a algumas pessoas que me apoiaram nesse momento delicado que eu e a Milla passamos antes de finalmente conseguirmos o nosso cantinho pra poder construir a nossa vida direito:

3 S Águiar: Cara você é como um segundo pai pra todos do CCA-BR e pra mim. Não há como agradecer pelo jeito que você cuida de todos nós mas saiba que estamos sempre com vc pro que der e vier.

2S Marcos Milk: Velho foi uma honra ter tido você como aluno. São caras como você que me fazem ter alguma esperança nesse país. Siga firme irmão.

Dilma: Pois é… você lembra do nosso lema que diz mais ou menos assim: “Poderia ser pior…” não sei de onde você tira humor e coragem pra enfrentar o dia a dia mas você ajuda todo mundo. Que um dia a gente possa retribuir de alguma forma! =]

Alessandro: Pois é seu MANÉ, seu irmão te AMA cara e acho que isso basta pra dizer por aqui, afinal discursos boiolísticos não são coisas de homem, isso deixemos pro WILSON.

Welbert Neves *(primo careca): Pois é, estamos ai cara e valeu mesmo por tudo, nossa casa ta sempre aberta pra vc e os demais.

Welington Neves *(Maori): Que a Manoela nasça com muita saude e que vc e a Bel sejam muito felizes cara vocês merecem.

Bruno -Mac-Cormick*( EX ALUNO e campeão do levantamento de controle de playstation 2) : Po  velho não sei como vc atura um mané chato como eu falar de problemas toda hora na sinuca e ainda dar conselhos quase sempre sábios. Valeu manin.

Miguelito *(montoya) : Apesar de tudo não esqueci das coisas que aprendi com você. Seja onde for saiba que sou muito grato por isso.

* Para finalizar eu gostaria de deixar um recado para três pessoas que são vitais pra mim:

Milla: Eu mais do que te amar, respeitar confortar e completar quero ser cada dia mais parte de ti pois a minha vida não é mais só minha. É NOSSA. Não vou a lugar algum sem você.

Amo-te.

Meus pais: A gente sempre deseja o melhor para os nossos filhos…mas nem sempre oque nós desejamos que eles façam é o certo ou mesmo o melhor. Certas escolhas dependem deles mesmos e não de nós, mas é extremamente difícil ver um filho partir para viver a vida dele, seja quando e onde for, apesar disso cabe a nós sermos fortes para torcer pela nossa cria e desejar que ele ao menos tente ser feliz independente do que este venha a fazer. Amo vocês e estou com vocês para o que der e vier.

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Hoje nós vamos falar sobre a fragmentação de uma imagem de maneira que a mesma possa formar um novo objeto a partir dos seus traços chave. Ou seja, modificar a estrutura base da imagem de maneira que um novo desenho se forme apesar de manter as características luminosa e colorais intactas.

Dito isso, comecemos escolhendo a imagem do dia:

geeko1

Escolhida a imagem, duplique a camada base da mesma :

geeko2

Agora selecione a ferramenta “Borracha” e com a mesma crie uma pequena composição com vários pincéis ou mesmo pincel único sobre a nova camada, note que para este momento a composição se dará invisível ainda :

geeko3

Agora utilizando a ferramenta de movimentação, mova a nova camada de maneira sutil em qualquer direção :

geeko4

Voilà! eis o que temos aqui:

Ao mover a camada onde criou-se a pequena composição com pincéis sob a tutela da ferramenta “Borracha”, as lacunas criadas por esta ação tornaram-se visíveis fragmentando o objeto ! =]

geeko5

Para facilitar a vida, aqui vai um BIZU:

Tornando invisível a camada original, podemos criar a composição com a ferramenta “borracha” “vendo” oque estamos fazendo=]. P.s em certas imagens é necessário adicionar o canal alpha,  para tanto basta acessar a interface de controle das camadas e clicar sobre a camada desejada com o botão direito adicionando-o em seguida =]:

geeko6

Depois que terminar basta tornar a camada original novamente visível e mover a camada modificada =]:

geeko7

P.s : Caso você deseje ainda pode utilizar pincéis ricos em detalhes para agregar mais diversidade ao seu trabalho! :

geeko8

E por hoje o nosso exemplo do dia termina assim =]:

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Quem diria que a fragmentação de objetos fosse tão simples não?

Dito isso meus caros aprendizes, vejo vocês no nosso próximo assunto!

High Dinamic Range

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on setembro 28, 2009 by PhenonArt

Caros,

o título já denuncia o assunto do qual iremos hoje tratar, iremos aprender a transformar fotografias convencionais em fotografias HDR =]. Mas antes de começarmos vamos explicar o que é HDR em sua instância mór:

O olho humano pode ver uma grande variedade de instâncias estruturais luminosas tanto as mais pobres quanto as mais ricas em claridade, Mas imagens ancoradas em papel independente da gramatura ou modelo e ainda em televisores, projetores ou monitores  sofrem de uma deficiência crônica na proporção (range) e na comparação: a cor mais clara que um pedaço de papel pode mostrar é limitada pela luz na qual ela é vista, e o branco mais claro que um monitor de computador pode mostrar é limitado pelo seu tubo*(caso dos monitores e tvs CRT)  ou a energia luminosa potencial presente nos leds *(Caso deste tipo de aparelho) ou mesmo Potencial de fundo*(Plasma e LCDS). Como ainda não existe tecnologia capaz de explorar por completo os recursos estruturais luminosos que nossa vista pode suportar oque fazemos é ampliar o ganho luminoso de cada cor =].

Identificar uma imagem que sofreu tal alteração não é difícil, pois as cores são mais intensas e os detalhes extremamente aguçados.

Aproveitando, existem diversas metodologias com vista de se obter um bom resultado em HDR e hoje nós veremos a que considero mais simplória e eficaz.

Primeiro vamos ao exemplo do dia, escolha uma imagem do seu acervo que preferencialmente seja rica em detalhes:

hdr1

Feito isso, duplique a camada base e sobre ela vamos aplicar o filtro denominado “Máscara de Desaguçar” cujo caminho pode ser visto abaixo:

hdr2

É bem verdade que ainda não falei nem uma linha ou mesmo teci qualquer comentário sobre esse filtro anteriormente, então, não existe momento mais apropriado do que este pra isso:

Este filtro tem a  sua serventia mór em amplificar a  estrutura luminosa individual de cada tom e cor presente na imagem =]. Sua interface auto explicativa permite um rápido ajuste dos parâmetros fornecidos a fim de que o ganho seja o desejado . Dito isso vamos aos parâmetros e suas serventias:

Raio : Tal parâmetro tem a sua serventia em determinar a abrangência do efeito sobre os setores colorais da imagem, ou seja, quanto maior for a sua valoração mais setores sofrerão alterações.

Quantidade: Tal parâmetro tem a sua serventia em determinar qual será a intensidade do ganho a ser dado a cada setor, assim, quanto maior for a sua valoração mais forte ficará o tom e cor alvo.

Limite: Tal parâmetro tem a sua serventia em ser o “freio” do filtro, ou seja, quantas quebras entre cor e luz ele deverá efetuar entre os setores para que a imagem não sofra ação total do filtro.

Para um efeito relativamente realista um raio abaixo de 50 e valoração de quantidade entre 1,50 e 2,00 são suficientes.

Quando satisfeito mande o filtro trabalhar.

hdr3

Eis aqui o resultado da ação do filtro, repare como o ganho estrutural interno de todos os setores é visível de longe =]:

hdr4

Feito isso, aplique o efeito de camada denominado sobrepor sobre a camada portadora do efeito aplicado duplicando-a em seguida. Sobre a nova camada resultante aplique o efeito de camada denominado “Esconder” e por fim adicione uma máscara a esta nova camada:

hdr5

Escolha a opção padrão pois para o efeito HDR precisaremos de uma máscara opaca:

hdr6

Feito isso preencha a máscara com preto, para tanto basta utilizar o balde de tinta sobre a imagem :

hdr7

Feito isso vamos criar pequena irregularidades na estrutura luminosa do trabalho, selecione um pincel de bordas desfocadas e utilizando preenchimento branco aplique-o em setores sensíveis a sua imagem:

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hdr9

Para amplificar o efeito basta duplicar a camada portadora da máscara:

hdr10

Feito isso vamos adicionar um pequeno reforço as bordas do trabalho =]. Para tanto duplique a camada portadora do efeito criado pelo primeiro filtro do dia e mova-a de maneira que a nova camada possa ocupar o topo da hierarquia das camadas do trabalho, feito isso vamos aplicar o modo de detecção de borda denominado “Neon”:

hdr11

A valoração do raio é por sua conta mas utilize o bom senso respeitando a estrutura luminosa da sua imagem:

hdr12

Eis aqui o resultado da ação do filtro  supracitado:

hdr13

Para adequar o seu uso ao trabalho, aplique sobre esta camada  o efeito de camada denominado “Sobrepor” =]:

hdr14

Para um encaixe perfeito, apague as áreas com volume em demasia fazendo uso da ferramenta “Borracha” presente na caixa de ferramentas principal do Gimp:

hdr15

E assim fica o nosso exemplo do dia =] :

hdr16

Caso deseje um pouco mais de claridade, troque o efeito de camada atribuído a camada duplicada portadora do efeito do primeiro filtro do dia para “Sobrepor” =]hdr17

Voilà! =]

hdr18

E para finalizar hoje teremos um bônus para vocês :

Esta imagem poderia ser identificada como HDR em seu pós filterm? Justifique sua resposta.

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Dito isso meus caros, vejo vocês no nosso próximo assunto!

The Rush Scratch BRUSH

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on setembro 24, 2009 by PhenonArt

Caros,

hoje nós vamos contemplar um assunto não tão novo mas ainda bastante solicitado por vocês que é a lincagem de pincéis concorrentes, também conhecida como “O efeito Corrente”.

O “efeito Corrente” se baseia no princípio de que os pincéis podem contar uma história própria dentro do conceito do trabalho a ser confeccionado com os mesmos de maneira independente, mas para que isso aconteça devemos aprender a fazer com que eles trabalhem em conjunto mesmo pertencendo a “famílias” diferentes” . De posse disso vamos começar aprendendo o que são as “famílias” de pincéis, seus criadores e como tais fatores podem influenciar o nosso trabalho:

As ditas Famílias de pincéis:

Famílias nada mais são do que as linhagens criadas por diretores de arte, desenhistas industriais ou simplesmente artistas digitais *(sim, qualquer pessoa pode criar uma família de pincéis caso possua conhecimento para isso pois a profissão ou mesmo título não regula oque se faz em nosso tempo livre. Bom exemplo é o pedagogo João Bueno, desenvolvedor nacional do GIMP =]) . De posse disso nos desdobramos para outra pergunta do mesmo nicho: Como identificar uma família de pincéis? Bem, identificamos uma família quando o autor do recurso disponibiliza um pacote contendo vários pincéis sobre a temática de criação escolhida por ele =], ou seja quando vários pincéis remetem ao mesmo conceito dentro de um pacote único temos uma família =]. Os links abaixo são bons exemplos :

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Odysee-Brushes-62762572 *(Uma família de pincéis abstratos de borda desfocada)

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Eyelashes-Brushes-63531352 *(Aqui temos uma família de pincéis semi-abstratos com aplicação seletiva focada, ou seja eles foram criados para servirem de complemento a imagens realistas )

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Wings-Brushes-62421275 *(Aqui temos outro exemplo semelhante ao anterior porém sem limitação de projeto aparente =])

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Tech-or-Sci-Fi-Brushes-63529369*(Aqui temos um exemplo de família abstrata de borda sólida, e geralmente é o estilo mais comum e simples de ser seguido dependendo do padrão desejado.)

Quem cria e porque?

As pessoas que  criam pincéis os fazem para poder ampliar o acervo de recursos disponíveis a ela mesma para que estes auxiliem na composição de trabalhos futuros =], em alguns casos essas pessoas também criam pincéis com a finalidade de ajudar outras pessoas a aumentar o acervo de recursos disponíveis a estas =] podendo ainda fazer isso “de graça” ou não =].

Como isso vai influir dentro do meu trabalho?

Seu trabalho quando feito com pincéis é derivado do FORMATO ORIGINAL deste recurso quando veio a você então o mesmo irá conter traços mesmo que irreconhecíveis daquele recurso que você utilizou =], e como cada família tem suas características e conceito próprio seu trabalho inevitavelmente irá carregar parte deste legado.

Dito isso vamos começar a trabalhar, crie uma nova imagem de cor de fundo a seu gosto e dentro do seu acerto procure por uma família de pincéis, o exemplo abaixo mostra como identificar uma:

Abaixo temos uma imagem do meu acervo de pincéis, repare no pincel hachurado e na seqüência imediatamente após o mesmo:

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Agora se clicarmos com o mouse sobre o pincel selecionado e deixarmos o botão precionado podemos ve-lo em prévia maior,  agora grave na memória o estilo de traço do mesmo:

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Feito isso vamos ao segundo da mesma sequencia, repare como os traços tem a mesma essencia :

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Visto isso podemos concluir que para identificar uma família de pincéis basta analisarmos a estrutura do traçado criado aliada ao conceito legado entre os pincéis ali dispostos, outra boa dica é que as famílias ficam sempre juntas ou seja, pincéis da mesma família ficam dispostos em linha como o exemplo que acabamos de ver.

Dito isso, vamos agora criar uma pequena composição utilizando apenas pincéis de uma família única. Não tenha pudores quanto a fazer encaixes entre os mesmos caso você ache interessante =]:

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Quando terminar, duplique a camada portadora da composição e sobre a nova camada aplique o efeito de camada denominado diferença espelhando-a em seguida:

Repare que mesmo o trabalho tendo sofrido uma modificação conceitual drástica ele ainda conserva o legado da família de pincéis utilizados na confecção do mesmo =]:

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Agora que nós já sabemos oque são famílias de pincéis, como identifica-las e como as mesmas podem influênciar no nosso trabalho vamos agora aprender a utilizar mais de uma família dentro de um trabalho de maneira independente, ou seja cada uma atuará de uma maneira diferente =]. Além disso vamos aproveitar e descobrir como integrar famílias diferentes em uma composição única.

Comecemos optando por uma família primária, no caso escolhi a linhagem “Phantom” que é abstrata-semi-desfocada” onde o encaixe entre pincéis é simples e bem bacana. A cor que escolhi para este exemplo é um tom de azul:

lesenfants14

Note como o encaixe entre os recursos é suave:

lesenfants15

Agora repita o encaixe algumas vezes entre os pincéis no seu exemplo:

lesenfants16

Como esta família possui poucos pincéis e o tamanho dos mesmos não permite grande cobertura da área útil de imagens grandes, duplique a camada portadora da composição quantas vezes quiser aplicando em seguida nas novas camadas o efeito de camada denominado “Somente Clarear”. Feito isso pocisione-as onde desejar:

lesenfants17

Feito isso é hora de “fechar” as amarras do trabalho, existem muitas maneiras de fazer isso, uma das minhas prediletas é esta:

Combine todas as camadas visíveis e duplique a resultante e sobre a nova camada aplique o efeito de camada denominado “Somente Clarear”:

lesenfants18

Agora um toque de simetria =]:

lesenfants19

Mas…e se o efeito de camada fosse o “Somente Escurecer”?? =]:

Repare como tal efeito aliado a simetria criou bordas sólidas e ranhuras profundas, porém o legado dos pincéis permanece =]:

lesenfants20

E se eu quiser um ganho de luz? É simples, combine as camadas visíveis, duplique a resultante e sobre a nova camada aplique o efeito de camada denominado “Adição” =]:

lesenfants21

É possível ainda utilizar pincéis de outra família para criar um novo desenho sobre o já proposto=]:

Voltando a situação pré-ganho de luz, basta escolher uma família que possua pincéis de abrangência significativa e aplica-los sob a chancelaria da ferramenta “Borracha”, presente na caixa de ferramentas principal do Gimp =]:

lesenfants22

Visto isso, vamos voltar a situação pós simetria pois agora vamos criar a composição secundária do nosso trabalho, a ser feita com outra família de pincéis, para tal basta criar uma nova camada transparente e posiciona-la abaixo da camada portadora da primeira composição que criamos, ainda falando sobre esta primeira camada na hierarquia, torne-a invisível para podermos trabalhar melhor ou aplique o efeito de camada denominado “Somente Clarear” para que se possa medir a compatibilidade entre as mesmas:

IPC: Como agora ambas as camadas “não possuem fundo” crie uma nova camada de fundo negro e posicione-a abaixo de todas para que o fundo retorne a posição original:

Para a segunda composição escolhi uma família de pincéis abstratos que remetem a texturização de ambientes, este tipo de família é sempre uma opção neste tipo de trabalho pois o encaixe entre os pincéis é ainda mais suave, mesmo com padrões repetidos:

lesenfants23

Quando terminar com a família secundária, ainda podemos procurar por outra que possa ser incorporada a composição a fim de criar uma extensão da primeira, no caso o exemplo abaixo ilustra isso com maestria:

lesenfants25

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Caso deseje você pode ainda fazer a mesma coisa que fizemos com a composição primária até mesmo simetria =]:

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Quando terminar basta tornar a composição primária novamente visível caso a tenha desmarcado =], ainda aqui é importante lembrar que utilizei a mesma em fase “pré ganho de luz”:

lesenfants28

Eis oque temos aqui:

Repare como ambas as composições possuem histórias independentes porém compatíveis =]:

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Para o ganho de luz uniforme basta combinar as camadas visíveis e aplicar o efeito de camada denominado “Adição” sobre a nova camada =]:

lesenfants30

Eis oque temos agora =]:

lesenfants31

Agora vamos colocar um pouquinho mais de diversidade neste trabalho=]:

Conforme prometido vamos aprender a inserir uma imagem de estrutura luminosa rica dentro do nosso trabalho =]:

lesenfants32

O primeiro passo é inverter as cores da mesma, isso porque a composição tem extrutura luminosa distribuida em setores de pequena dimenção que emanam luz povoando o restante da mesma:

lesenfants33

lesenfants34

Agora basta colar a mesma em forma de nova camada e sobre esta última aplicar o efeito de camada denominado “DIVIDIR”, isto fará com que a imagem se adapte a estrutura luminosa local e retorne a sua cor base =]:

lesenfants35

Eis aqui o final do nosso exemplo do dia =]!

Para ve-lo em tamanho real basta clicar sobre o mesmo =]:

lesenfants36

Então hoje meus caros aprendizes nós aprendemos a administrar famílias de pincéis e a contar uma história única com eles dentro de um trabalho abstrato =]. Dito isso vejo vocês nos nosso próximo assunto!

Make a right corner

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Caros,

o assunto do dia remete a mais um “pedido” de um aluno, referente a aplicar movimento a uma imagem de conceito estático através do emprego do efeito “borrão” muito comum em fotografias urbanas com movimento, sua utilidade mór é distorcer objetos e dar sensação de velocidade aos mesmos.

Comecemos escolhendo a imagem do dia:

Escolhida a imagem vamos começar aplicando de imediato a tão solicitada “sensação de movimento” da seguinte maneira:

Tal processo se dá por estágios, começamos primeiro analisando a imagem visando mapear os setores que necessitam de ação seletiva, no caso de imagens envolvendo automóveis podemos dizer que as rodas merecem prioridade 1. Dito isso, primeiro duplique a camada base, em seguida fazendo uso da ferramenta de seleção elíptica selecione a área que necessita da ação seletiva :

rightone1

Pulo do gato: Agora observe o angulo de ataque da roda e mova o cursor do mouse até a mesma, anotando em seguida seu posicionamento em pixel s*(no caso do exemplo do dia: 626 x 810 pixel s) tal informação consta na interface portadora da imagem em seu canto inferior esquerdo:

rightone2

De posse disto vamos ao filtro responsável pela mágica do dia, ele se denomina “Borrão de Movimento” e o caminho até o mesmo pode ser visto abaixo:

rightoneantesdo3

Aberto o filtro vamos agora avaliar que tipo de movimento precisamos simular, tomando como exemplo para ação seletiva a roda, é virtualmente inegável que o parâmetro radial se mostra ideal, depois basta inserir as coordenadas que anotamos anteriormente para que o movimento se desencadeie próxima ao centro das coordenadas fornecidas, no caso do parâmetro “Y” eventuais correções podem vir a ser necessárias dependendo do angulo de ataque do fragmento. Para finalizar o ajuste, escolha um ângulo de ataque de baixa valoração para deixar o fragmento apenas com a sensação da velocidade desejada:

rightone3

Quando estiver satisfeito autorize o filtro a trabalhar:

Eis aqui : É absolutamente normal que alguns trechos sejam afetados pela ação do filtro em demasia, para corrigir o problema basta fazer uso cauteloso da ferramenta “borracha” presente na caixa de ferramentas principal do Gimp. As imagens abaixo ilustram este processo:

rightone4

rightone5

rightone6

Após apagar todas as discrepâncias e desfazer a seleção nós ficamos assim =]:

Note como a roda apresenta a sensação de movimento desejada:

rightone7

O processo para fazer o mesmo com a outra roda é similar, porém dependendo do posicionamento e ângulo de ataque da mesma a abordagem e abrangência da seleção podem mudar já que a ferramenta de seleção tem a sua forma geométrica base alterada para melhor encaixar no fragmento pretendido:

rightone8

Uma vez aberto novamente pequenas correções nos parâmetros são ecessenciais já que o ângulo de ataque nem sempre colabora na obtenção do ponto de referência:

Repare como os parâmetros são próximos mas não os exatos “134×806” obtidos em x e y na interface portadora da imagem:

rightone9

E não se esqueça de fazer uso da “borracha” para corrigir as discrepâncias!

rightone10

Agora que já fizemos o movimento seletivo, vamos ao grosso da imagem, no caso a sensação de velocidade virá através de riscos lineares a serem criados pelo filtro. Para tanto duplique a camada base da imagem e mova-a para o topo da hierarquia das camadas arrastando a mesma para cima na interface de controle de camadas:

rightone11

Aberto o filtro, mude o parâmetro de orientação de aplicação para Linear e configure um angulo de ataque que seja compatível com a direção na qual o veiculo ou objeto está “se movendo”, o comprimento é a seu gosto:

rightone13

Eis oque temos após o filtro trabalhar:

rightone14

Para fundir a nova camada ao trabalho de maneira que a sensação de movimento faça o seu papel basta aplicar sobre esta camada o efeito de camada denominado “Luz Dura”” -=]:

rightone15

Caso deseje amplificar o efeito basta duplicar a camada do mesmo =]:

rightone16

Para quem preferir ampliar o leque de possibilidades :

Troque o efeito de camada destas camadas pelo efeito denominado “Super-Exposição”:

rightonepre17

Repare que o efeito subtrativo de grande abrangência alterou de forma sutil mas marcante a estrutura luminosa do trabalho de maneira que uma grande area negra se formou na parte inferior do automóvel, isso nos deixa espaço para embarcar uma pequena composição abstrata dentro do trabalho =]:

rightone17

Eis aqui:

rightone18

E assim ficou o nosso exemplo do dia =] :

rightone19

Então meus caros, hoje nós aprendemos a arte de aplicar movimento a objetos estáticos através do uso do efeito “borrão” =].

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Asilo-Nurserya.

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, O GIMP, razgriz, software livre, Tutoriais on agosto 27, 2009 by PhenonArt

Caros,

Chegou o momento de adentrarmos no território compreendido entre a adestração do olhar e a universalidade das metodologias e suas ferramentas para direcionar o pensamento do observador para dentro dos nossos interesses sejam estes de que natureza for. Sabido pelos “mais antigos”*(cortesia do Major Bernardo do CCA-BR) que a minha vertente favorita de criação é a dita como “Gore Art” que nada mais é do que o “repugnante, o violento e o sádico” transformados em “arte”. Aproveitando, vamos tentar entender oque de fato é “ARTE” e oque é “SOBREVIVÊNCIA”:

“Computadores fazem ARTE e os artistas fazem Dinheiro” *(Chico Science)

Os dois pólos:

Tanto já falei sobre eles que para os “mais antigos” chega a soar como uma “metralhadora ponto cinqüenta disparando contra os tímpanos” mas para quem “acabou de chegar” isso é extremamente importante:

O VER:

Nossos olhos, ouvidos, membros e pele são as janelas que nos permitem enxergar o mundo exterior da forma como ele é sem pré julgamentos ou interpretações, todas as pessoas enxergam as coisas da mesma maneira pois nada se adapta a você, tudo vem em sua forma “nua”, e tal inadaptabilidade primária impede que se possa escolher o que será visto ou não =], ou seja, a única maneira de não se enxergar o exterior em sua forma “nua” é fechando as janelas corporais que permitem que tal coisa focada seja vista.

O OLHAR:

O olhar nada mais é do que a forma como nós INTERPRETAMOS  tudo oque chega a nós pelas nossas janelas corporais supra-citadas ou seja a partir do que recebemos podemos formar nosso próprio ponto de vista a respeito das coisas que chegam até nós e dar a elas a roupagem que julgamos mais apropriada, ou seja, ninguém olha alguma coisa de maneira idêntica ao modus operandi de outra pessoa apesar de a similaridade ser algo plenamente possível =].

Dito isso vamos a um pequeno adendo sobre adestração do olhar e tempo:

Faça um pequeno teste com seus olhos: Tente olhar para alguém fixamente por mais de 5 minutos, provavelmente você não conseguirá ou sentirá uma lancinante vontade de desviar os olhos ou mesmo fecha-los. Isso porque os nossos olhos foram treinados a capturar as coisas de forma quase instantânea, é fato que o “imediatismo” agora é uma parte da nossa espécie , o tempo se transformou em algo tão raro e CARO quanto um desses carros feitos “de maneira artesanal ” por fabricantes como Ferrari ou Bugatti. O problema é que isto faz com que o mesmo acabe sendo consumido antes mesmo que nós tenhamos a chance de formar a nossa opinião sobre determinado assunto. Para compreender melhor oque foi dito aconselho que você aprendiz assista ao filme denominado “Janela da Alma” que trata desta questão com maestria.

Dito isso, vamos agora analisar o processo de adestração do olhar para dentro dos nossos interesses. Como existem infinitos conceitos e mensagens que poderíamos transmitir, preferi optar pelo meu favorito *(Gênero Gore) apenas para tornar o assunto mais “confortável”.

Comecemos escolhendo a imagem base do dia:

Repare que por si o semblante do rosto já de certo intimidador mas de forma branda, para um ar de terror, vamos agora escolher uma outra imagem para ser incorporada a esta primeira por fusão conceitual:

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Eis aqui, no gênero “gore” o uso de vísceras é relativamente comum:

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Agora copie e cole a nova imagem sobre a original em forma de nova camada e posicione-a a seu gosto inclusive rotacionando se assim julgar necessário ou mesmo apropriado:

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Feito isso vamos agora a fusão entre estas:

Como o tamanho de ambas é semelhante e a estrutura luminosa tem inserções de luz e agrupamentos de pixel s em regiões relativamente simétricas, o efeito de camada subtrativo denominado “Super exposição” cumpre bem a tarefa:

BIZU: Ambas as imagens tem estrutura luminosa com focos de luz muito específicos em seu centro, sendo a periferia *(extremidades) dotada de quase total ausência de luz ou mesmo preto. O efeito de camada supracitado nada mais fez do que realçar tal vertente. Repare que apenas esta ação já amplificou a agressividade do semblante =]

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Povoar a imagem com detalhes é sempre uma boa pedida:

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Para detalhes com estrutura luminosa superior a pré existente no trabalho, o efeito de camada multiplicar é o ideal na maioria das situações:

Não se esqueça de fazer uso da ferramenta “Borracha” a fim de aparar as eventuais discrepâncias:

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Para anexar detalhes em tons de cinza e com estrutura luminosa rica em luz, o efeito de camada primário*(o que fora utilizado na anexação da primeira imagem )

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Voilà!=]

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Para anexar imagens com multiplas cores e estrutura luminosa contrastante, o que foi dito acima também pode ser aplicado:

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Eis aqui o nosso exemplo concluído ! =]

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Agora que já vimos um bom exemplo de adestramento, vamos a outro com estrutura luminosa rica, sim as coisas mudam meus queridos mas nem tanto=]:

Comecemos escolhendo uma nova imagem com as diretrizes solicitadas acima:

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Neste caso optei por amplificar um dos conceitos internos desta imagem, no caso a “inocência” mas com um ar mais pesado. Para tal farei uso de uma técnica que sempre quis ensinar aqui, chama-se “The patcher” que é fundir imagens menores de maneira semi-simétrica a uma imagem maior, vamos a ela:

Primeiro a imagem menor:

Com a mesma vou criar rachas na pele da moça no balanço:

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Primeiro cola-se a imagem menor sobre a meior em forma de nova camada posicionando-a no local desejado:

Reparem em algo interessante aqui, apesar dos tons diferentes o nível de luz presente em ambas as estruturas luminosas é extremamente semelhante =]:

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Feito isso, aplica-se o efeito de camada denominado “Sobrepor” sobre a mesma=], tal efeito se mostra eficaz ao extremo pelo detalhe supracitado =]:

Agora basta fazer uso da ferramenta “borracha” para aparar as arestas e eventuais discrepâncias =]:

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Feito isso, basta agora duplicar esta mesma camada algumas vezes e posicionar a gosto espelhando se julgar necessário:

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A atenção com os detalhes no uso da borracha é PRIORIDADE para um resultado satisfatório nas partes menores:

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Eis oque temos até aqui:

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Para o vestido nada melhor do que uma estampa que remeta diretamente ao conceito do trabalho não =]? Repare que o efeito de camada é o mesmo *(“Soprepor”):

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Eis aqui:

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Para finalmente alterar o conceito por inteiro, precisamos alterar a estrutura luminosa e coloral do trabalho de modo que as mesmas possam transmitir a mensagem de maneira colaborativa:

O filtro a cargo desta tarefa é o nosso já velho conhecido “Mapeamento Alien” cujo caminho pode ser visto abaixo:

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A fase da saturação e a frequencia da mesma são o caminho para uma redistribuição coloral satisfatória, quanto aos parâmetros de luminosidade uma valoração entre 0,40 e ,080 é o ideal para a frequencia e nula para a fase é o ideal neste caso.

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E assim fica o nosso exemplo =] :

Acredito que a imagem fale por si só.

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Dito isso meus caros, vejo vocês no nosso próximo assunto!

O vetor dentro da cor

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , on agosto 20, 2009 by PhenonArt

Caros,

O assunto do dia remete novamente a esfera das estruturas vetoriais, hoje veremos o processo de criação de uma estrutura vetorial vazada através da anexação de outro vetor incluindo soma e alteração estrutural luminosa de cor.

Comecemos abrindo o Inkscape e importando duas imagens para o mesmo, sendo uma generalista, rica em detalhes e outra para o conceito interno e central do trabalho:

No caso do exemplo do dia, a imagem do tigre é a imagem portadora do conceito central e a imagem da cobra a generalista:

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Agora selecione primeiro a imagem portadora do conceito central para que possamos criar sua estrutura vetorial de maneira primária. Como o filtro denominado “Traçar Bitmap” já é íntimo do nosso dia-a-dia deixo apenas o caminho até o mesmo adjunto de um breve comentário a respeito dos parâmetros do dia:

pythontiger2

No caso de uma imagem de conceito central de traços bem definidos e limpos como o nosso “tigre” basta utilizar uma valoração alta quanto a intensidade do brilho para que a estrutura vetorial criada preserve tais traços:

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Eis aqui:

Feito isso podemos deletar a primeira imagem deixando apenas o traço vetorial:

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Quanto a segunda imagem faremos o oposto, como a mesma é rica em detalhes, vamos deixar “fendas” na estrutura vetorial para que a estrutura vetorial criada anteriormente possa ser encaixada dentro da mesma. Isso se faz dando uma valoração relativamente baixa ao parâmetro denominado “Intensidade do Brilho”:

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Após o término da tarefa delete a imagem original deixando apenas a estrutura vetorial. Feito isso, amplie de maneira congruente o tamanho da estrutura vetorial recém criada *(basta pressionar a tecla Ctrl enquanto arrasta a proporção com o mouse) , isto porque nós vamos encaixar a estrutura vetorial portadora do conceito central do trabalho *(tigre) dentro da nova estrutura criada a partir da imagem generalista:

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Basta agora arrastar a estrutura vetorial do tigre até uma das fendas da estrutura generalista =]:

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Note que você pode duplicar o objeto de conceito central quantas vezes quiser a fim de testar novos posicionamentos de maneira mais rápida e eficaz:

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Feito isso, duplique toda a estrutura do trabalho para que você possa manter mais opções de escolha caso queira refazer este pequeno exercício no futuro:

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Feito isso, voltemos a estrutura original, escolha o posicionamento da estrutura portadora do conceito central que mais lhe agradou e sobre a área abrangida pela mesma crie um retângulo que a cubra de maneira satisfatória:

pythontiger10

Feito issso, Selecione agora os seguintes objetos: O  tigre, o retângulo recém-criado e a estrutura da imagem generalista descartando-se o restante:

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Agora faremos uso da ferramenta denominada “Clip” a fim de obter apenas a área abrangida pelo nosso retangulo descartando-se assim o restante da área vetorial construída:

pythontiger12

Pronto =]:

Note que esta ação deixou apenas a área que desejando preservando a independência entre os objetos :

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Muito bem, agora duplique o objeto portador do conceito central do trabalho e preencha-o com uma cor do seu interesse, no caso do exemplo do dia optei pelo branco mesmo:

Feito isso, aplique sobre o novo objeto degradê Radial :

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Eis oque temos =]:

Note que agora o fundo da estrutura generalista se destaca graças ao resíduo da estrutura luminosa do degradê aplicado de forma radial=]:

IPC: Para uma leve sensação de volume, mova delicadamente a nova estrutura um em qualquer direção por 1 ou 2 pixel s no máximo:

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Para enriquecer o destaque aos fragmentos generalistas basta duplicar o objeto que sofreu a ação do preenchimento em degradê radial de maneira que o fundo seja preenchido por completo:

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Feito isso, para descartar os fragmentos indesejados resultantes desta ação basta criar um novo retangulo que abranja apenas a área a ser mantida, selecionar todos os objetos e sobre estes fazer uso novamente da ferramenta denominada “Clip”:

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Voilà! =]

Note que agora temos apenas a área que desejamos e novamente os objetos com a sua independência intacta =]:

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Feito isso, podemos agora agrupar os objetos e exportar o nosso trabalho para terminarmos o serviço no Gimp com alguns pincéis de conceito compatível com o mesmo =]:

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Primeiro precisamos criar uma nova camada de fundo branco e posiciona-la abaixo da camada original do nosso trabalho, isto porque o nosso objeto não tinha fundo no Inkscape, oque é perfeitamente normal em trabalhos vetoriais, tal fundo branco é uma relativa ilusão pois não há realmente nada ali além de transparência =]:

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Feito isso, crie uma nova camada transparente aplicando sobre a mesma o efeito de camada sobrepor, isso nos dá o terreno necessário para podermos criar uma pequena composição com pincéis negros de conceito compatível com o trabalho enriquecendo-o em detalhes sem polui-lo ! =]

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Para preencher um tanto da área em cor luz, basta criar uma nova camada transparente com opacidade em no máximo 20% para dentro da mesma terminar a sua composição com pincéis =]:

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E assim termina o nosso exemplo do dia! =]

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Então hoje meus caros nós analisamos o processo de criação de uma estrutura vetorial vazada através da anexação de outro vetor incluindo soma e alteração estrutural luminosa de cor=] , Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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