Arquivo para julho, 2009

Brasilianismos *(1971)

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, O GIMP, razgriz, software livre with tags , , , , , , , , , on julho 25, 2009 by phenonart

Caros,

Brasília me traz a mente muitas lembranças de músicas espetaculares da “Legião Urbana” e dos “Paralamas do Sucesso”, tem uma que os Paralamas do Sucesso tocaram em um show feito em 1994 que se chama “O Rio Severino”*(disco “Vamo Batê Lata”) que me fez lembrar agora a pouco  de um efeito chamado “assentamento negativo” cuja serventia é tornar um bitmap com estrutura luminosa com alta concentração de cor luz em uma imagem semelhante a um desenho de traçado semelhante aos das histórias em quadrinhos dos anos 70 até 80 principalmente das revistas do “fantasma” *(quem já leu uma dessa época vai lembrar logo de cara ). Dito isso comecemos

escolhendo uma imagem com as características supracitadas. No caso usarei uma foto da minha esposa *(amo essa foto dela.)

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Escolhida a imagem, vamos duplicar a camada base, isso é vital pois a nova camada resultante é que irá ser responsável por boa parte da nossa pequena mágica do dia:

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Vamos agora transformar o conteúdo desta camada em um negativo de dois tons, para tal, a ferramenta denominada limite cujo caminho pode ser visto abaixo mostra-se ideal:

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Uma vez aberta, basta deixa-la com valoração branca alta afim de que a imagem resultante preserve os pressiosismos dos traços fundamentais da imagem original:

brasliamila4

Agora basta aplicar o efeito de camada denominado “Multiplicar” e veja o que temos=]:

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Agora para incrementar o conceito podemos criar em uma camada transparente uma pequena composição com pincéis pretos =]:

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Eis aqui=]:

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Para quem quiser ir além…=]

Que tal aplicarmos um degradê de transição suave a nossa imagem ?

Escolha um padrão degradê que lhe agrade e que seja compatível com o conceito do seu trabalho e aplique-o de maneira linear em ma nova camada transparente, em seguida aplique sobre esta mesma o efeito de camada denominado “Somente Escurecer”:

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Agora utilizando oque aprendemos no documento anterior podemos complementar o conceito do nosso traalho utilizando pincéis brancos=]:

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Eis aqui=]:

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Para quem desejar aquecer os tons do trabalho, basta combinar as camadas visíveis e duplicar a resultante aplicando em seguida o efeito de camada denominado “Luz Dura”=]:

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Eis aqui=]:

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Dito isso meus caros aprendizes, vejo vocês no nosso próximo assunto!

*dedicado a : Alessandro Marlos.

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The Orange shadow

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, razgriz, software livre with tags , , , , , , , , on julho 21, 2009 by phenonart

Caros,

hoje nós vamos falar sobre como o contraste de cor provocado por um degradê pode afetar uma imagem de modo a permitir que pincéis preenchidos com diferentes tonalidades compartilhem o mesmo conceito formando um trabalho único =]:

A gente começa escolhendo uma imagem do nosso acervo:

orangelight1

Escolhida a imagem, vamos reconfigurar a sua estrutura luminosa de maneira que a mesma obtenha contrastes em polos distintos da imagem.  Para esta tarefa, basta duplicar a camada base e sobre a nova camada aplicar o efeito de camada denominado “Super-exposição”:

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Hora de aplicar o degradê que será a estrela do dia,  crie uma nova camada transparente e dentro da mesma aplique um degradê de transição suave de tom relativamente quente que lhe agrade, a forma de aplicação deve ser Linear:

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Quando o processamento for concluído, aplique o efeito de camada denominado “Multiplicar”:

orangelight4

Se desejar um tom mais quente ainda basta duplicar a camada do degradê, dito isso, hora de preparar o terreno que irá abrigar a nossa composição do dia:

Crie uma nova camada transparente e mova-a para debaixo das camadas portadoras do degradê, arrastando a mesma na interface de controle de camadas até a area desejada:

orangelight5

Feito isso, vamos ao “pulo do gato” do dia: Para que um pincel qualquer assuma  as cores do degradê, basta deixar a cor de preenchimento como branca e para o contrário a cor preto=], dito isso basta criar uma composição a seu gosto que seja compatível com o conceito a ser transmitido =]:

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Eis aqui o nosso exemplo:

orangelight7

Para os amantes da boa e velha simetria, que tal combinar as camadas visíveis, duplicar a resultante e espelha-la aplicando em seguida o efeito de camada denominado “Somente Clarear”?=]

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Eis aqui=]:

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Muito simples não? Pois é, assim meus queridos aprendizes, vemos que a diretriz do “menos é mais” também se aplica aos procedimentos na maioria dos casos =]. Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Alucina Vetor Mód II

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, razgriz, software livre with tags , , , , , , , , , , on julho 18, 2009 by phenonart

Caros,

o assunto do dia é uma variação nada convencional do que vimos quando falamos sobre vetores alucinógenos , isso porque a proporção da estrutura vetorial aqui será imensamente maior. Sem demora comecemos importando uma imagem do nosso acervo para o Inkscape:

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Agora vamos direto criar a estrutura vetorial primária baseada nos traços chave da imagem:

Para essa tarefa iremos novamente utilizar o nosso já intimo recurso denominado “Traçar Bitmap”:

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Uma vez aqui, vamos criar uma estrutura vetorial relativamente detalhista, para isso vamos utilizar o recurso denominado “Cores” com valoração de nível acima de 80:

Não se assuste pois isso pode demorar um pouco =]

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Quando a estrutura estiver pronta, mova-a para fora da imagem e selecione a mesma novamente, pois vamos agora criar uma nova estrutura vetorial não tão detalhista baseada apenas nos traços primários da mesma:

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Para essa tarefa, vamos utilizar o recurso denominado “Intensidade do Brilho” com valoração abaixo de 400:

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Depois que a estrutura estiver pronta, afaste-a do bitmap original e pode deleta-lo se desejar:

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Agora vamos contorcer a estrutura vetorial que acabamos de criar afim de que a mesma possa contrastar com a primeira na hora do embate entre as mesmas, para essa tarefa nós vamos utilizar o efeito sobre caminho denominado “Curvar caminho” que se encontra dentro do menu denominado “Efeitos sobre Caminhos” que pode ser visto abaixo:

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Aqui, deixe a curva de distorção com curvas opostas fazendo com que a estrutura fique ondulada:

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Depois você ainda pode duplica-la e atribuir um novo formato a cópia para  depois criar um encaixe =]:

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Feito isso, agrupe os dois objetos que compõem o desenho que criamos acima e posicione-os sobre um dos pontos chave da primeira estrutura vetorial que criamos, isso mesmo a que é detalhista =]! Isso fará com que as estruturas mais simples pareçam que estão brotando da mais complexa -=]:

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Just one step ahead now =]

Exporte o trabalho para o Gimp e complemente o conceito do mesmo com uma pequena composição com pincéis compatíveis, em camada separada transparente =]:

IPC: Para que o exemplo do dia ganhasse uma conotação mais agressiva fiz uso de uma camada clone da imagem exportada dessaturada, aplicando em seguida o efeito de camada denominado “Multiplicar” assim reduzindo a intensidade da estrutura luminosa da imagem em troca de um vermelho mais escuro.

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Agora combinemos as camadas visíveis do trabalho e vamos pedir a colaboração inestimável do nosso amigo “Mapeamento Alien” para corrigir a queda da intensidade da estrutura luminosa geral do trabalho:

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Não precisamos de todos os canais para isso, basta um pequeno ajuste na freqüência e fase da luminosidade =]:

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e voilà! =]

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Dito isso meus queridos aprendizes, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Le Garage

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, O GIMP, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , , , on julho 16, 2009 by phenonart

Caros,

hoje vamos adentrar ainda mais no mundo dos psicodelismos dimensionados entre o abstrato e o dito palpável, mas antes vamos fazer uma descoberta um tanto quanto desconsertante agora:

AMBOS NÃO EXISTEM!! Os mesmos são apenas representações do espelho mental que nasce da interpretação única e exclusiva odo observador perante o trabalho! Ou seja não podemos dizer que algo esta pronto depois que salvamos o arquivos e fechamos a ferramenta, isso porque o RECEPTOR da mensagem sempre reconstruirá o trabalho com base nas informações que os sentidos do mesmo repassarem para sua mente. Assim o resultado é e sempre será inacreditavelmente IMPREVISÍVEL.

De posse disso vamos começar pelo chamado “alucina vector” ou “vetor alucinógeno” . Escolha uma imagem que seja portadora de um cenário ou situação por exemplo e importe a para o Inkscape.

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Feito isso, vamos agora obter uma estrutura vetorial baseada nos traços da imagem, para essa tarefa iremos fazer uso do nosso tão já conhecido recurso denominado “Traçar Bitmap” cujo caminho pode ser visto abaixo:

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Agora, utilize o parâmetro denominado “Intensidade do Brilho” com valoração entre 250 e 450 para obter um traço vetorial relativamente fiel aos contornos base da imagem:

galant3

Gerada a estrutura vetorial, vamos agora distorcer o seu formato base=]:

Para essa tarefa, vamos utilizar outro recurso que também já é de nosso domínio, ele se chama “Curvar caminho” e está dentro do menu de recursos denominado “Efeitos sobre caminhos” cujo caminho pode ser visto abaixo:

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Agora utilizando o recurso “Curvar caminho”,  dobre a estrutura vetorial a seu gosto criando uma curva com a linha de cor verde que aparece cortando a estrutura:

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Eis aqui um exemplo=]:

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Agora duplique a estrutura vetorial distorcida *(Ctrl+D) e apenas rotacione o novo objeto, note que esta simples ação já é suficiente para distorcer o objeto criando uma nova possibilidade =]:

Dito isso, repita este processo algumas vezes para ter mais opções no final do nosso assunto =]

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Agora vamos ao “Pulo do gato” do dia:

Duplique a imagem base algumas vezes*(Ctrl + D)  e deixe as cópias em local separado do qual estamos trabalhando, feito isso escolha uma das estruturas vetoriais criadas por você e encaixe-a sobre a imagem original em algum local que lhe agrade, depois selecione ambos os objetos e aplique sobre os mesmos a ferramenta denominada “Clip” cujo caminho pode ser visto abaixo:

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Eis aqui um exemplo de como fica =]:

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Agora repita o processo com as outras estruturas vetoriais =]:

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Eis aqui as minhas pós execução da tarefa proposta =]:

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Agora monte uma pequena composição movendo as estruturas encaixando-as ou posicionando-as até que um padrão que lhe agrade se forme:

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Agora vamos remover o “grosso” das partes que não desejamos que apareçam no nosso trabalho=], crie um retângulo que abranja apenas as partes que desejamos preservar do trabalho:

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Feito isso, deixe ele com preenchimento nulo e borda fina:

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Agora afaste-o e selecione todas as estruturas vetoriais que compoem o trabalho e agrupe tais objetos:

galant15

Feito isso, reposicione o retângulo na area pretendida e selecione ambos os objetos aplicando a ferramenta denominada “Clip” em seguida:

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Depois, a  seu critério amplie o tamanho da sua composição se desejar =]:

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Agora basta selecionar os objetos e exportar =]:

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Agora no Gimp… =] Vamos dar um fundo a este nosso vetor alucinógeno transparente =]:

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Crie uma nova camada transparente e pinte-a da cor que melhor contraste com a sua  criação, tal ajuste é extremamente pessoal já que cada estrutura luminosa é única, no caso do exemplo o brando caiu muito bem.

IPC: NÃO esqueça de mover a camada pintada com a cor sólida para baixo da camada onde está a composição!

Feito isso, crie uma nova camada transparente e dentro da mesma crie uma composição com pincéis compatível com o conceito do seu trabalho utilizando as cores base do mesmo =].

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E assim ficou o nosso exemplo do dia! =]

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Pois então meus queridos aprendizes, hoje nós quebramos literalmente a barreira entre o abstrato e o palpável não? =] Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Dedicado ao amigo Wallisson Narciso.

I can touch the Quazar

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , on julho 15, 2009 by phenonart

Caros,

o assunto do dia é um presente para quem gosta de alterações estruturais aquosas que fazem a imagem fluir através da tela alterando em vezes até o DNA do conceito original do trabalho. O  curioso é que para isso basta um único filtro, vamos lá? =]

A gente começa escolhendo uma imagem do nosso acervo=]:

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Agora vamos direto ao grande responsável pelo efeito “fluido” que será atribuído a nossa imagem, ele se chama “Distorção de Lente” e o caminho até o mesmo pode ser visto abaixo:

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Não existe momento mais oportuno do que agora para falarmos um pouquinho sobre os recursos do filtro e suas respectivas serventias:

Principal:

Este recurso tem a sua serventia em determinar a proporção da imagem e a magnitude com que a mesma  será afetada pelo efeito.

Bordas:

Este recurso tem a sua serventia em determinar a proporção com que as bordas da imagem serão afetadas e em que angulação.

Zoom:

Este recurso tem a sua serventia em determinar a proporção de Zoom que será aplicada na imagem, o curioso é que o detalhismo não se perde com o emprego moderado deste recurso=].

Clarear:

Este recurso tem a serventia em determinar o ganho ou perda estrutural luminosa que a imagem terá em seu estado pós filtro.

Desvio X/Y:

Estes recursos determinam o padrão distorcivo a ser aplicado, ou seja a direção na qual o espectro aquoso da imagem póst-filterm irá correr.

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Quando ficar satisfeito, deixeo filtro trabalhar. No caso do exemplo do dia eis o que temos =]:

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Agora para quem quiser ir além…=] Vamos complementar o conceito do trabalho com outra imagem da seguinte forma:

Escolha uma imagem com bordas claras e fundo negro aplicando o filtro sobre a mesma utilizando os mesmos parâmetros da primeira aplicação:

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Agora fica facil, cole a nova imagem sobre a original , aplicando o efeito de camada denominado “Multiplicar” ainda enquanto a mesma é apenas seleção flutuante e fazendo uso da ferramenta “Borracha” em conjunto com um pincel de bordas desfocadas, apague tudo oque for desnecessário.

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Agora basta transformar a seleção flutuante em nova camada :

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E pronto! Terminamos =]

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Dito isso meus caros aprendizes, vejo vocês no nosso próximo assunto! =]

Byte Dust

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação with tags , , , , , , , , on julho 11, 2009 by phenonart

Caros,

hoje nós vamos falar sobre como adaptar uma textura a um espectro de luz=], vamos lá?

Comecemos abrindo uma nova imagem de tamanho livre e fundo preto no Gimp:

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Agora  vamos escolher a nossa textura, para ilustrar o exemplo do dia escolhi esta aqui:

bytedust6

Agora vamos voltar a nossa nova imagem e sobre a mesma gerar o espectro, antes de mais nada crie uma nova camada transparente para carregar o espectro de luz, depois vamos utilizar o nosso já conhecido filtro espectral denominado chamas cujo caminho pode ser visto abaixo para criar o nosso pretendido:

bytedust2

O “pulo do gato” meus caros é selecionar o “mapa de cores”, selecione como mapac de cores a imagem que você escolheu como textura:

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O tipo de espectro é a seu gosto:

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Eis aqui:

bytedus5

Agora lembra da imagem que escolhemos? Copie e cole-a sobre a imagem que geramos o espectro:

bytedust6

Agora o passo mais importante : Não transforme-a em nova camada, aplique direto o efeito de camada denominado “Super Exposição” e veja o que acontece: =]

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Isso mesmo! O efeito de camada se mescla aos contornos do espectro graças a hierarquia das camadas!!

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Agora basta ancorar a seleção flutuante e repetir o processo até que todo o espectro seja coberto, tomando o cuidado de se respeitar o encaixe das bordas da  textura=]:

bytedust9

Eis aqui!=]:

bytedust10

Mas Raz…é igual para todos os tipos e formatos de espectro??

Meus queridos a resposta é não, por isso mesmo que nós vamos agora aprender a “dançar conforme a música”:

Eis aqui um novo espectro gerado sob as mesmas condições do anterior:

bytedust11

Até aqui tudo igual certo ? Errado! Primeiro que a estrutura luminosa do novo espectro é mais tênue do que a do anterior.

Segundo: Repare que a textura agora esta colada como NOVA CAMADA e não seleção flutuante =], ou seja, ela agora é independente!

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Como a estrutura luminosa do espectro é de baixa intensidade, basta fazer com que a textura se una ao espectro reduzindo também a  intensidade da sua estrutura luminosa, para isto aplique o efeito de camada denominado “Subtrair” e pronto!:

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Agora basta preencher o espectro por inteiro:

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E  eis aqui =]:

bytedust15

Se você achar que o seu ficou escuro, combine as camadas visíveis e duplique a camada resultante, sobre a nova camada, aplique o efeito de camada denominado “Adição” e pronto=]:

Para clarear ainda mais, basta agora duplicar esta mesma camada algumas vezes=]:

bytedust16

Para o pessoal do CCA-BR : Como eu cheguei a isso?

bytedust17

Dito isso meus caros aprendizes, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Alterações estruturais feitas com pinceis

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , , on julho 6, 2009 by phenonart

Caros,

O assunto de hoje requer sensibilidade, vamos hoje analisar o processo de alteração estrutural de uma imagem feita a partir de um pincel de raio mór:

Comecemos escolhendo uma nova imagem, em seguida crie sobre a mesma uma nova camada transparente:

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Agora dentre o seu estoque de pincéis, escolha um que abranja boa parte da imagem com setorizações diversas e aplique o sob a tutela da cor preta sobre a camada transparente:

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Eis oque temos até aqui:

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Agora selecione a camada base do trabalho e copie-a. Feito isso, cole o resultado sobre a camada que abriga o nosso pincel aplicado:

Repare que a mesma ainda é uma seleção flutuante e não uma camada, estando assim sujeita aos limites físicos da camada do nosso pincel.

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Dito isso, aplique sobre a seleção flutuante o efeito de camada denominado “Diferença” e ancore-a sobre a camada que abriga o nosso pincel:

As imagens abaixo ilustram esse processo:

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Aqui já temos o efeito de camada aplicado, note como se pode “ver” o pincel através das ranhuras formadas. Para ancorar a seleção flutuante basta clicar no ícone representado por uma pequena ancora localizada na interface de controle das camadas:

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Feito isso, mova ligeiramente a camada resultante do processo acima e veja o que acontece=]:

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Para quem desejar ir além:

Crie uma nova camada transparente sobre o trabalho e sobre ela crie uma pequena composição com pinceis na cor branca ou mesmo aplique apenas um pincel de tamanho mór:

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Feito isso, aplique sobre esta camada o efeito de camada denominado Sobrepor =]:

debris9

E assim fica o exemplo do dia =]:

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Então hoje nós vimos como um simples pincel pode deflagrar uma revolução na estrutura de uma imagem =]. Dito isso meus caros aprendizes vejo vocês no nosso próximo assunto!

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