Arquivo para agosto, 2008

The RockY BoXes

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A leitura do documento anterior é imprescindível para um bom aproveitamento deste.

Caros aprendizes,

hoje nós iremos elevar o nível de complexidade dos nossos assuntos de maneira relativamente acentuada, então é vital que os níveis de atenção e dedicação sejam redobrados para um desempenho otimizado. Prosseguindo, no assunto de hoje iremos falar sobre vetores sincretizados assimétricos ou resumindo : Sinergia Vetorial.

Comecemos escolhendo a imagem dentro do nosso acervo que será a progenitora do conceito que desejamos passar, no caso do exemplo de hoje a escolhida foi a imagem abaixo:

Escolhida a imagem, importe a mesma para o Inkscape:

Agora apliquemos sobre a imagem importada o efeito “Traçar Bitmap”, afim de que a mesma se torne um vetor de traços simplificados.

As imagens abaixo ilustram este processo:

Abaixo já temos a ferramenta em uso, note que você é livre para executar a intervenção da maneira que achar mais conveniente:

Após concluída a construção do espaço vetorial criado com a ferramenta anterior, vamos ao grande salto do dia que consiste na utilização do efeito “Extrudir” cuja serventia consiste em expelir os seguimentos centrais da construção vetorial para as suas extremidades, mas é melhor fazer do que dizer então, vamos direto ao ponto, Selecione a área vetorial resultante do que fizemos até aqui e abra o efeito “Extrudir”:

A imagem abaixo ilustra o caminho até o efeito supracitado:

Seu uso é simplificado graças a interface sucinta e minimalista, o recurso denominado “Magnitude” definirá o grau de aplacamento que a intervenção terá dentro da area vetorial construída através da sua valoração, já o recurso “Ângulo” determina qual será o angulo de ataque dos raios resultantes da expulsão centralizada de nós vetoriais centrais para as extremidades do área vetorial do objeto que sofrerá a intervenção.

Após a intervenção do efeito sobre a area vetorial construída, este é o resultado obtido:

Mas… ficou tudo….CHAPADO E PRETO?

Caros, nunca julguem o livro pela capa =], primeiro preencha o objeto com uma cor da sua preferência:

Agora na aba de preenchimento de traço, selecione uma cor contrastante com a que você escolheu para preencher o corpo do objeto e voilá =] :

Como se pôde notar durante a nossa jornada de hoje, não deletei da interface do inkscape o bitmap progenitor do objeto vetorial que construimos, tal peça foi preservada realçar a “frente” do nosso recém criado bloco de “pedra”*( logo você irá entender porque dei esse nome a isto). Para criar a frente, gere outra área vetorial idêntica a que geramos no começo e delete o bitpmap presente na interface do inkscape após tal processo, em seguida, encaixe o novo vetor sobre o primeiro objeto de maneira simétrica e hermética. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Agora, vamos tornar este encaixe conceitualmente uniforme tornando as estruturas de cor dos objetos compatíveis entre si:

Para isto existem vários caminhos, o mais simples é colocar a mesma cor do objeto anterior com um tom sólido bem próximo do original:

Agora veja oque acontece se por acaso resolvemos aplicar o preenchimento em degradê Linear sobre o processo supracitado:

Ou ainda o preenchimento em degradê radial simples =]:

Agora sim posso dizer porque disse que isto era um bloco:

Duplique o mesmo *(Ctrl+ D) algumas vezes ou ainda crie novos objetos utilizando oque fizemos aqui ou não de maneira a criar literalmente um MURO com volume! =]:

Agora que já nos aquecemos vamos exportar o nosso “muro digital” para usofruto em outros programas sem o stress adicional dos nós vetoriais, como o Gimp por exemplo:

Não esqueça de exportar na resolução adequada para o uso que você fará do arquivo depois, no meu caso resolvi usar como papel de parede:

Pois é, nosso exemplo agora esta assim:

Agora abra o seu trabalho no Gimp, vamos aproveitar e extrair o interno do nosso assunto através do split-off de pixels =], não tenha medo pois as imagens abaixo ilustram este processo com clareza :

Neste primeiro movimento temos a imagem já devidamente “pavimentada” com um fundo branco:

Agora, aplique um degradê de tom semelhante ao original do objeto em forma de nova camada e sobre esta aplique o efeito de camada denominado “Diferença”:

Agora digamos que eu só queria que a ação sobre o objeto seja vista e não sobre o “todo”, ou seja, vamos literalmente eliminar o plano de fundo azulado residual fazendo uso da ferramenta de seleção por COR, seu uso é extremamente simples, mas antes de utiliza-la apenas para fins de organização, combine todas as camadas visíveis e abaixo da resultante, crie uma camada com fundo preto por baixo. Voltando a questão do manuseio da ferramenta, basta clicar sobre a cor que se deseja selecionar e pronto, todas as áreas de cor eqüidistante serão selecionadas, caso você ainda deseje agregar mais áreas de outras cores semi-eqüidistantes basta manter a tecla “Shift” pressionada enquanto faz uso da ferramenta, para realizar ação oposta, ou seja subtrair áreas da seleção basta precionar a tecla “Control”*(Ctrl) enquanto faz uso da ferramenta=]:

Depois de feita a seleção, basta fazer uso da ferramenta borracha a seu gosto =]:

Visto isso, você pode criar diversas composições utilizando o que aprendemos sobre construções aditivas e subtrativas, sem esquecer do que aprendemos anteriormente =]:

Neste pequeno exemplo temos o uso simétrico da duplicagem aplicada a camada do nosso objeto, submissas a aplicação de um degradê regido pelo efeito de camada denominado “Diferença” com padrão orienta tivo espiralado com um uma camada gradiana *(efeito “grade”) submisso ao efeito de camada “Sobrepor”.

E é assim que encerramos o exemplo do dia =] :

E abaixo um pequeno desafio: Como o exemplo do dia ficou assim:?

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

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Caros aprendizes,

Creio que seja o momento ideal para amplificar o nível de complexidade dos nossos assuntos uma vez que muitas pessoas ainda consideram a nossa principal ferramenta de trabalho com

o apenas uma alternativa e não de fato como uma solução tão boa ou mesmo superior as demais existentes no mercado.

Hoje nós vamos falar sobre uma nova roupagem do movimento artístico denominado POP-ART que já estudamos em 2006, Para começar vamos abrir o nosso gerenciador de arquivos, isso mesmo ! Precisamos escolher o nosso material de trabalho antes de qualquer coisa além de prestarmos atenção em um pequeno detalhe, não escolha imagens maiores que 1mb caso seu equipamento tenha menos de 512 mb de memória ram sob pena de ter o tempo de sua tarefa ampliado em algumas vezes ou na pior das hipóteses o micro pode reiniciar sozinho caso a carga seja alta de mais combinada junto com as suas outras tarefas.

Dito isso, faça a escolha da seguinte maneira : Pense primeiro no conceito potencial que a primeira imagem pode proporcionar, sim isso mesmo vamos escolher de duas a três imagens que tenham conceitos e mensagens próximas ou mesmo relativamente compatíveis com o que você deseja criar, porém vamos começar trabalhando com apenas uma. Escolhidas as imagens, vamos importar a primeira para dentro do Inkscape da seguinte maneira:

Com o programa aberto, clique sobre a MAIOR das imagens que você escolheu e arraste-a para dentro da interface do programa, soltando o botão do mouse em seguida.

Aqui temos o Inkscape aberto pronto para uso sem nenhuma imagem dentro ainda:

Agora basta soltar o botão do mouse que a imagem será importada automaticamente =]:

Aqui já temos a imagem importada para dentro do Inkscape:

Agora nós vamos utilizar um truque bem eficaz para criar traços relativamente precisos sobre o bitmap de maneira que a sua forma possa vir a se tornar um vetor, estamos falando da ferramenta denominada “Traçar Bitmap” cuja localização é ilustrada pela imagem abaixo:

Uma vez aberta a ferramenta supracitada vamos analisar os recursos distribuídos em dois grupos primários de traço e uma aba adicional de intervenções de traço:

Pré visualização:

Através deste valioso recurso você poderá visualizar como ficará o seu trabalho sem esforço e ainda poupando hardware.

Botão Atualizar:

Basta clicar sobre o mesmo após alterar alguma configuração para ver como ficará o seu trabalho.

“OK”

Quando estiver satisfeito clique nele e aguarde, dependendo do seu hardware e tamanho da imagem esta tarefa pode realmente demorar.

Busca única: Criar caminhos

Este grupo é portador dos recursos que se destinam a criação de traços únicos, contínuos e uniformes de acordo com as formas primárias do bitamp sem o foco nos traços mais detalhistas sendo estes em sua maioria descartados caso não estejam dentro da forma primária do objeto.

Intensidade do Brilho:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação a quantidade de brilho delimitada pela caixa de valoração denominada “Limiar” presente a direita do recurso, quanto mais alta for a valoração mais traços serão criados e maior será a área vetorial criada.

Detecção de Bordas:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação as bordas do objeto, ou seja a área vetorial a ser criada corresponderá somente aos shapes das silhuetas dos pseudo objetos e objeto MOR presentes no trabalho. Tal ferramenta também possui uma caixa de valoração “Limiar“, idêntica a vista na presente na ferramenta anterior, seu modus operandi é o mesmo.

Quantidade de Cores:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação a quantidade de cores especificada na caixa denominada “Cores”, presente a direita deste recurso, mas não se engane pois tal recurso se refere ao nível de detalhamento da área vetorial a ser criada e não efetivamente a quantidade de cores que o traço vetorial completo carregará.

Inverter Imagem:

Este recurso compete a ambos os grupos de construção vetorial, sua função é inverter a área a ser vetorizada de fora para dentro e de dentro para fora conforme for o caso.

Múltiplas buscas: Criar um grupo de caminhos

Este grupo de ferramentas é portador dos recursos destinados a criação de áreas vetoriais com cores e altos níveis de detalhamento podendo reproduzir o objeto de maneira relativamente fiel a original considerando algumas pequenas restrições de ajuste causadas pelo próprio usuário ou mesmo por limitações de hardware se assim for o caso.

Níveis de Brilho:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação a valoração da caixa denominada “Níveis” sendo que esta também é ponto de convergência para as demais ferramentas deste grupo. Quanto maior for a valoração deste recurso maior será a concentração da area vetorial construída em traços presentes nos pontos mais detalhistas presentes na imagem.

Cores:

Este recurso cria traços vetoriais fiéis a imagem original dependendo da valoração proposta na caixa denominada “Níveis”, já citada anteriormente, quanto mais alta for a mesma, mais detalhista e fiel será a área vetorial construída ao bitmap progenitor.

Tons de Cinza:

Este recurso cria os traços vetoriais baseado nas mesmas diretrizes do recurso supracitado, porém a imagem é criada apenas em tons de cinza tendo suas demais cores suprimidas.

Suavizar:

Este recurso quando ativado aplica leve desfocagem gaussiana ao bitmap antes da intervenção do recurso gerador de área vetorial provendo assim traços mais suaves.

Fechar Brechas:

Este recurso quando ativado faz com que as quebras de traços dentro da área vetorial a ser construída sejam menores.

Aba “Opções”:

Suprimir pequenos pontos:

Este recurso quando ativado faz com que os pontos minimalistas do bitmap sejam ignorados no momento da construção da área vetorial. A caixa denominada “Tamanho” presente a direita do recurso definirá qual será o tamanho dos pontos a serem ignorados.

Suavizar cantos:

Este recurso quando ativado suaviza as bordas dos traços gerados pelo recurso de vetorização escolhido durante a sua intervenção. A caixa de valoração a sua direita denominada “Limiar” definirá o grau de intervenção

Otimize as formas:

Este recurso quando ativado visa otimizar as formas dos traços gerados economizando nós belzier e poupando um pouco de memória do micro ao preço de alguma provável imprecisão mínima. A caixa de valoração a sua direita denominada “Tolerância” determinará o quão determinante será tal otimização dos nós belzerlianos a ser executada, ou seja quanto menor for a sua valoração, mais nós serão otimizados.

Dito isso, mãos a obra, execute o efeito trace bitmap sobre a imagem e depois apague o bitmap original assim que o resultado do efeito estiver satisfatório.

As imagens abaixo ilustram esse processo:

Área vetorial construida sobre a imagem original:

A imagem abaixo mostra o resultado do efeito já com a imagem original apagada.

Feito isso já poderiamos iniciar um trabalho com tipografia sobre o nosso recém criado vetor, porém temos planos mais ambiciosos para hoje =].

Prosseguindo, vamos agora aprender a entortar áreas vetoriais inteiras com apenas alguns cliques =], para esta tarefa relativamente simples mas aparentemente complicada nós irémos utilizar o recurso denominado “Efeitos sobre Caminhos” cuja localização pode ser vista na imagem abaixo em destaque:

Uma vez aberto o recurso, sua operação é bem simples mas requer atenção e cuidado pois a ferramenta é relativamente sensível. Vamos a ela:

No  campo aplicar novo efeito selecione o recurso denominado “Curvar Caminho” e clique em “Aplicar”. Depois aguarde alguns segundos pois é normal um pequeno “atraso” na atualização da interface quando o vetor a sofrer a intervenção possui muitos nós.

Depois de carregado o recurso clique sobre o ícone de controle de nós *(representado por um triangulo preto e uma extremidade azulada logo depois dos dizeres “Curvar Caminho”, esta ação irá ativar os dois nós de controle que podem ser vistos já curvados na imagem abaixo, ou seja sua forma de controle é como a de um vetor comum, basta  arrastar a linha para onde desejar para que a curva se forme =]!

Agora você pode optar por repetir um ou ambos os processos com as demais imagens que você escolheu ou salvar o resultado da primeira imagem para abri-lo no Gimp, seja exportado ou em SVG. Mas antes de passarmos o bastão para o editor bitmap, vamos ver como transformar o que vimos em conceito:

O primeiro passo é bem simples, PENSE exatamente na mensagem que você quer passar, se quer dizer uma frase, se quer contar uma história e mais importante ainda, qual é a mensagem da qual o seu trabalho será portador?

Responda a essas perguntas mentalmente e reflita se as mesmas pedem que realmente mais elementos sejam acrescentados ainda a esta fase do processo de confecção do seu trabalho. Em caso afirmativo uma boa maneira de acrescentar novos objetos é através da técnica de encaixe contínuo que corre assim:

Coloque todos os objetos próximos utilizando a ferramenta de seleção para movimenta-los pelo tablado de criação do Inkscape, depois defina mentalmente a figura que você deseja formar composta por tais objetos, feito isso, execute o encaixe da seguinte maneira, deixe o objeto principal *(geralmente é o objeto que dará a forma primária ao conceito do trabalho)  intocado, depois selecione um dos objetos restantes e mova-o de maneira que ele “invada” o objeto principal *(o encaixe se forma quanto os objetos fazem uma linha contínua sem pausas), executando o mesmo procedimento com o objeto restante. Ainda a respeito do encaixe podemos dizer que ele quase sempre é imperfeito pois sempre sobram arestas para deletar ou nós belzerlianos desnecessários, para resolver este problema utilize a ferramenta de seleção de nós belzier, representada pelo ícone em destaque na barra de ferramentas primárias do Inkscape trazida pela imagem abaixo:

Agora basta corrigir os encaixes conforme a necessidade de cada objeto=], As imagens abaixo ilustram o processo da técnica que acabamos de aprender:

Aqui temos os nossos objetos separados sem distinção de grupos e gêneros conceituais:

Note que o segundo objeto chave do conceito já foi selecionado sendo que o objeto principal deste exemplo é a “TV” distorcida:

Agora temos o segundo objeto já encaixado no objeto principal, note que não foi necessário nenhum ajuste nos nós vetoriais, repare que um dos objetos *(chamas) já sofreu uma pequena alteração em seus nós vetoriais para que o encaixe se torne o melhor possível quando chegar a hora de executa-lo:

Aqui nós já temos ambos os objetos “chama” selecionados sendo que o primeiro menor já foi encaixado:

Nesta imagem temos o encaixe do segundo objeto “chamas” sendo finalizado através da deleção de nós belzerlianos desnecessários e ajustes de angulo:

Aqui temos os encaixes dos objetos finais dentro do conceito a ser construído, no caso o objeto materializado pelo homem de bermuda ficou na fresta da extremidade superior do objeto principal e o objeto da luta será posicionado na angulação formada pelo encaixe do objeto “chamadas”:

E por fim nesta imagem temos o nosso exemplo concluido pronto para ser exportado ou salvo:

Para finalizar abaixo nós temos duas possibilidades do que poderia ser criado com os objetos por mim aqui utilizados, bastando salva-los ou exporta-los para png para utiliza-los no Gimp:

Dito isso meus caros, podemos finalmente abrir o Gimp:

Clique com o botão direito sobre a sua criação exportada para png e abra-a diretamente, caso você prefira abrir diretamente o SVG não há problema, basta abrir o Gimp primeiro e depois clicar sobre o arquivo e arrasta-lo até a interface principal do Gimp.

Uma vez aberto o arquivo reparem que apenas o traço vetorial pode ser visto e não mais o fundo branco que aparecia no Inkscape, isto porque na realidade esse “fundo” nunca existiu ou fez parte do vetor que construimos lá porém não há razão alguma para se preocupar, na realidade reestabelecer o fundo é um processo bem simples, vamos a ele :

Aqui temos a imagem com fundo transparente:

Para resolver o “problema” temos diversas opções, vamos primeiro a mais rápida, crie uma nova camada transparente e pinte-a de branco, depois na interface de controle de camadas mova a camada entitulada “Fundo” para cima ou a nova camada para baixo =]:

A partir deste ponto as nossas possibilidades de criação se tornaram ainda mais vastas, para aquecermos, crie uma nova camada transparente sobre o seu exemplo e volte as suas atenções para a interface de controle dos pincéis, escolha entre 2 e 4 pincéis que sejam conceitualmente compatíveis com a mensagem a ser passada pela imagem final, a imagem abaixo mostra a janela de pincéis em destaque :

Escolhidos os pincéis, crie uma nova camada transparente e sobre ela crie uma pequena composição com os mesmos de maneira que estes fiquem dentro do perímetro dos traços da imagem original:

E é assim que fica o exemplo do nosso aquecimento =]:

Terminado o nosso pequeno aquecimento podemos partir para algo bem mais ambicioso, volte a imagem para o seu estado original:

Agora dentre o seu acervo de imagens, escolha uma imagem que tenha composição uniforme, como esta abaixo:

Agora copie a imagem que você escolheu e cole-a sobre a imagem na qual estamos trabalhando em forma de seleção flutuante e aplique sobre a mesma o efeito de camada denominado “Diferença” =]:

Agora basta ancorar a seleção flutuante e pronto! =]

Agora basta escolher uma cor de fundo ou compor um =]

E para finalizar um exemplo de composição com pincéis de fundo

É isso ai, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Veias Simétricas

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Caros aprendizes,

hoje nós vamos falar sobre um assunto que parece complicado, mas convenhamos…nunca se deve julgar um livro pela capa, então vamos começar criando uma nova imagem de tamanho livre, aconselho algo em torno de 1000×1000 pixel s mas você é livre para decidir o que é mais conveniente para você.

Criada a nova imagem vamos preencher a sua area útil ao nosso gosto. Para poupar tempo você pode seguir o exemplo abaixo que foi criado através da intervenção do filtro renderizador denominado “Plasma“. A imagem abaixo ilustra o caminho até o filtro e o procedimento executado pelo mesmo:

Aberto o filtro basta clicar em “OK” para que ele gere a semente padrão ou você pode criar a sua própria dependendo do seu gosto e imaginação:

Satisfeito aguarde o processamento:

Caso você tenha optado por não seguir o exemplo acima não há problema algum, porém se o seu trabalho possuir mais de uma camada é hora de unifica-las pois é agora que começa a diversão =]:

Vamos começar criando o primeiro seguimento de linhas horizontais através da ação do filtro distorcivo denominado “Vento“. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Atribua ao recuso limite uma valoração próxima ou igual a zero para obter linhas mais consistentes, a valoração do recurso força deve ser sempre superior a 15.

Satisfeito aguarde o processamento:

Agora, duplique a camada base da imagem, para isto clicando no ícone mostrado abaixo presente na interface de controle de camadas:

Feito isso nós temos a seguinte situação:

Para criarmos as linhas verticais, precisamos alterar a orientação da camada resultante da ação anterior e atribuir a mesma um efeito de camada subtrativo, para isto basta rotacionar a mesma em 90 graus no sentido horário ou anti-horário =] e aplicar um efeito de camada compatível com a proposta citada,  as imagens abaixo ilustram esse processo:

Veja o que acontece quando se aplica o efeito de camada denominado “Multiplicar” após o rotacionamento:

Agora Veja o que acontece quando se aplica o efeito de camada denominado “Diferença”:

Visto isso podemos dizer que existem várias interpretações para a mesma técnica, então, escolha a mais lhe agrade =].Dito isso, vamos prosseguir preenchendo as partes ainda não verticais, duplicando novamente a camada que sofreu a ultima intervenção e forme encaixes simétricos entre as camadas utilizando a ferramenta de espelhamento presente na interface principal do Gimp representada pelo ícone abaixo:

Terminado o procedimento acima esta é a situação do nosso exemplo do dia:

Agora que já nos aquecemos, vamos ver algumas das mais que diversas possíveis aplicações do que acabamos de aprender:

Primeiro combine todas as camadas visíveis do exercício e crie uma nova camada transparente sobre a resultante, sobre a mesma iremos criar um degradê dentro dos limites da nossa vontade, para tanto, selecione a ferramenta de degradês presente na interface principal do Gimp. Criado o degradê, vamos fazer com que ele se funda ao nosso trabalho aplicando um efeito de camada subtrativo como por exemplo o efeito de camada denominado “Diferença”.

As imagens abaixo ilustram esse processo:

Veja o oque ocorreu após a aplicação do efeito de camada supracitado sobre a camada portadora do degradê

Feito o procedimento acima, vamos alterar a estrutura de cores e também a estrutura luminosa do nosso trabalho de maneira que o mesmo adquira um conceito mais agressivo e uniforme, para isto, combine todas as camadas visíveis do trabalho e abra o filtro denominado “Mapeamento Alien“. A imagem abaixo ilustra o caminho até o filtro:

Para obter uma estrutura de cor mais uniforme basta diminuir a barra de valoração do recurso  freqüência de luminosidade. Para alterar de maneira significativa a estrutura luminosa basta trabalhar com a freqüência e a fase da luminosidade de maneira que a pré-visualização fique do seu gosto.

Satisfeito, clique em “OK” e voilá!

Mas nós não precisamos parar por aqui certo?

Então prosseguindo, vamos ver o que acontece quando colocamos pastilhas de vidro sobre o nosso trabalho =], esse procedimento é muito simples mas bem alucinógeno como as imagens abaixo irão mostrar:

Primeiro abra o filtro luminoso denominado “Pastilhas de vidro”:

Aberto o filtro, seu uso é muito simples, o controle da largura e da altura das pastilhas de vidro é feito através das respectivas barras de valoração, sendo que a uniformização é atingida com o simples ato de marcar a pequena corrente do lado direito da interface da ferramenta. Satisfeito, clique em “OK”.

Para quem desejar prosseguir, vamos agora utilizar o filtro distorcivo denominado “Apagar Linhas Alternadas”. =]

Como se pode notar, sua interface é auto-explicativa, assim, deixo para vocês conhecerem seu emprego melhor em sólo:

Na maioria dos casos um clique em “OK” é mais que suficiente =].Para compensar o escurecimento natural da ação do filtro, duplique a camada base e sobre a nova camada aplique o efeito de camada aditivo denominado “Adição”:

e é assim que termina o nosso exemplo =]:

E para os meus aprendizes eu deixo um pequeno desafio:

Que efeito de camada utilizei para interligar o olho para com o resultado final de um trabalho confeccionado utilizando o que aprendemos no assunto de hoje?

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

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