Arquivo para fevereiro, 2009

Onde esta Willber?

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on fevereiro 16, 2009 by phenonart

Caros,

Hoje vamos estudar um assunto relativamente divertido, vamos aprender a criar um pequeno joguinho de identificação de objetos =].

Comecemos criando uma imagem de tamanho livre, para o exemplo do dia vou utilizar uma imagem de 800×800 pixel s, feito isso aplique um degradê Linear de transição gradual, contínua e sem quebras, um bom exemplo é o pré-fabricado denominado “Deep Sea”:

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Agora vamos a um pequeno BIZU : Você pode aplicar degradês com lacunas transparentes em uma camada portadora de um degradê pré existente sem que o novo degradê apague o pré existente =], criar ou editar um degradê transparente não é uma tarefa difícil  mas isto é um assunto para outro dia pois existem modelos pré prontos com esta caracteristica como por exemplo o denominado “Tube Red”. Dito isso aplique um degradê  com lacunas transparentes com forma livre no seu trabalho =]:

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Agora experimente repetir o processo quantas vezes desejar a fim de obter um padrão estrutural:

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Quando estiver satisfeito com o padrão estrutural criado, crie uma camada transparente sobre a imagem em seguida escolha um pincel de grandes proporções presente no seu acervo e aplique o onde desejar. Use branco como cor de frente para este primeiro procedimento com pincéis pois iremos criar um choque de tons mais tarde:

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Aplique o pincel grande na imagem de maneira que o mesmo não a atinja por completo:

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Agora aplique o efeito de camada denominado “Sobrepor” sobre a camada portadora deste pincel, repare como o pincel foi incorporado de forma sutil ao trabalho :

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Visto isso, complemente o trabalho com outros pincéis nesta mesma camada a ponto de formar uma pequena composição:

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Agora combine as camadas visíveis e sobre a resultante crie uma nova camada transparente aplicando sobre a mesma o efeito de camada denominado “Sobrepor”, executando também agora uma composição com pinceis mas tendo agora como cor de frente a cor preta, isto irá criar um visível contraste com o branco utilizado anteriormente=]:

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Até aqui tudo bem nada de complicado fizemos, mas repare que o exemplo do dia é rico em detalhes, característica essa vital para que o jogo tenha um nível de dificuldade razoável, então, o seu trabalho deverá seguir a mesma tendência. Dito isso vamos agora aplicar o objeto que deverá ser “encontrado” que no exemplo do dia será o “Willber” ou seja o mascote do Gimp:

Para isto vou utilizar uma fonte denominada “Open Logos” que pode ser encontrada neste website. Executar o procedimento de esconder um objeto no trabalho é um procedimento relativamente simples, se o mesmo estiver em uma fonte, basta escolhe-lo, reduzir o seu tamanho de acordo com o nível de dificuldade desejado para encontrar o objeto e posiciona-lo. As imagens abaixo ilustram este processo:

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Após a escolha do objeto enquanto fonte, reduza o tamanho da mesma até que ele atinja o objeto atinja o nível de dificuldade para ser encontrado desejado:

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Agora basta pocisioná-lo onde desejar, complementando com um efeito de camada se o grau de complexidade do seu trabalho assim pedir, abaixo temos um exemplo facil de ser encontrado:

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Aqui já temos um mais complicado que será também o encerramento do nosso assunto:

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E aqui temos o nosso exemplo de hoje finalizado=]:

willbi

Agora gostaria de solicitar a colaboração de vocês meus estimados aprendizes, estou pensando em lançar um pequeno pocket book chamado “onde está Willber?” sob licensa livre apenas por passa tempo em viagens =] quem se habilita a contribuir? O caminho das pedras eu já disponibilizei, aqueles que desejarem basta comentar o post.

Dito isso vejo vocês no nosso próximo assunto!

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Renderize-me

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on fevereiro 12, 2009 by phenonart

Caros,

Primeiro:  Alerto desde já que este documento foi feito para a “Elite dos Livres” ou seja : para aqueles que realmente levam a sério e estudam comigo desde 2007 pelo menos, mas isto não quer dizer que você que chegou agora não possa acompanhar o mesmo, basta que você preste o MÁXIMO de atenção e visite os documentos anteriores afim de aproveitar ao máximo este pequeno documento=]. Dito isso vamos ao assunto do dia:

Já sabemos a algum tempo que o filtro renderizador denominado “Chama” tem diversas utilidades como por exemplo gerar cenários digitais ou ainda realçar conceitos e partes de objetos em imagens mas…em fim chegou o momento de revelar o seu segredo mais bem guardado… ele é capaz de transformar objetos em espectros complexos de luz =] sim é isso mesmo hoje nós vamos criar objetos a partir de espectros com amplificação de conceito! =]

Então senhores comecemos escolhendo uma imagem qualquer do nosso acervo. Para hoje escolhi esta:

“Mas essa ai não tem fundo PRETO! E agora?”

Meus queridos aprendizes de fato o fundo e estrutura coloral primárias da imagem não IMPORTAM pois eles serão reconstruídos no decorrer deste documento pois apesar de o espectro se destacar mais em fundo negro isso não impede que se escolham imagens com outros tipos de fundo e ou estruturas colorais distintas =]

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Dito isso, crie uma nova camada transparente sobre a imagem e abra o filtro renderizador denominado “Chama” cujo caminho pode ser visto abaixo:

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Vamos agora ESQUECER por um momento que podemos gerar um novo espectro, que podemos alterar sua estrutura coloral e etc e voltar as nossas atenções para a aba denominada “Câmera”:

“Quanto menor for a imagem mais rica e detalhista ela será, quanto maior a imagem mais pobre e distorcida ela será”. Gente por favor LEVEM ESTA VERTENTE AO PÉ DA LETRA pois aqui ela se mostra mais do que verdadeira, comparemos os espectros gerados aqui :

Eis a interface primária do filtro, vá diretamente a aba supra citada:

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Reduzir o Zoom é o suficiente para reduzir a massa total a ser ocupada pelo espectro finalizado, repare que quanto menor ele for mais detalhista ele será escondendo suas eventuais imperfeições e discrepâncias.

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Não deixe de abrir esta imagem em sua resolução máxima para comparar com a imagem do espectro criado em tamanho maior:

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Já quando ampliamos o Zoom e preenchemos mais massa com o espectro corremos um risco calculado de obtermos um espectro disperso*(com nevoa de pixels) ou mesmo cerrilhados em casos mais extremos :

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Não deixe de abrir esta imagem em sua resolução máxima para comparar com a imagem do espectro criado em tamanho menor:

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A diferença entre os dois espectros de calculo idêntico é sutil mas para olhos treinados é simples, reparem que o traço de luz maior *(a parte mais iluminada do espectro) possui serrilhado no espectro com tamanho maior sendo que no espectro menor tal discrepância é suprimida =].

Dito isso voltemos a nossa imagem,  repare que a imagem do exemplo é relativamente grande e gerar um espectro pequeno na mesma ampliaria em demasia o tempo de execução da nossa tarefa, mas nem tudo está perdido. Existe um pequeno truque que podemos utilizar a fim de amenizar as eventuais  imperfeições  geradas por espectros de grande porte ele consiste em primeiro gerar o espectro em uma imagem separada e em tamanho reduzido, depois voltarmos a nossa imagem original e gerarmos o mesmo espectro no tamanho adequado a nossa imagem. Dito isso vamos ver o processo na prática:

Primeiro crie uma nova imagem com tamanho inferior a 400×400 pixel s *(sim poderíamos criar o espectro menor dentro do próprio trabalho final, mas para fins de aprimoramento meus caros façamos em uma imagem nova neste primeiro momento.), em seguida sobre esta imagem crie uma camada transparente sobre a mesma. Feito isso gere um espectro a seu gosto, caso já tenha feito isso anteriormente vá direto ao ajuste de posicionamento e câmera.

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Reduza o Zoom do espectro a ser gerado de maneira que o mesmo não ocupe mais que a parte central  da area da imagem, para isto basta deixar o espectro com valoração negativa e fazer uso da pré visualização a fim de adequar o espectro as diretrizes da tarefa :

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Eis o nosso espectro dentro da imagem menor:

renderiz10

Feito isso é hora de portar o nosso espectro para a imagem na qual estamos trabalhando, para isto crie uma camada transparente e abra o filtro novamente. Indo direto a aba “Câmera”, basta colocar o mesmo valor que você deu ao tamanho do Zoom do espectro na imagem menor porém com valoração positiva=]:

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Eis o nosso espectro gerado sobre a imagem final do exemplo de hoje :

IPC: Note que o fundo da imagem acaba influindo na estrutura de cor do espectro a ser gerado podendo inclusive inverte-la, isto é um fator determinante no resultado do trabalho pois você deve sempre tentar prever que tipo de alterações não esperadas podem aparecer, assim pode-se contornar a grande maioria delas sem grande esforço ou mesmo aproveita-las dentro do trabalho se for do seu agrado. No caso do exemplo optei por preencher o espaço vazio central colocando outro espectro no local, respeitando a regra de uma nova camada para cada espectro assim gerado. De fato meus caros não estamos presos a “um único espectro” por trabalho, podemos gerar quantos acharmos necessários desde que os mesmos estejam dentro do conceito e mensagem que desejamos que o trabalho porte:

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Eis o que temos:

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Agora é hora de realçar os nossos espectros para isto basta duplicar as camadas portadoras dos mesmos a fim de que eles se tornem mais vivos:

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Feito isso finalmente chegou o momento  de unir objeto e espectro, combine as camadas visíveis do trabalho e abra  filtro denominado “Mapeamento Alien” cujo caminho pode ser visto abaixo:

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As possibilidades de uma ferramenta jamais se esgotam quando a estudamos com dedicação e afinco. O trabalho desta ferramenta aqui é equalizar a luz e a cor de maneira que espectro e objeto fiquem com as mesmas características,  para obter uma simbiose perfeita sugiro dar alta valoração a fase da luminosidade em quanto que a frequencia da mesma pode ficar com valoração abaixo de 0,80 afim de que apenas os traços sejam realçados descartando se o resto em prol de um objeto único=]:

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Eis o resultado da ação do filtro:

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Antes de prosseguirmos vamos adicionar um pouco de “pimenta” amplificando a simbiose da seguinte maneira:

Execute o comando “Ctrl +Z” *(isso mesmo hehe) e copie o trabalho pré Mapeamento Alien, em seguida dê o comando “Ctrl + Y” para refazer a ação do filtro, em seguida cole o conteúdo copiado sobre o trabalho em forma de nova camada e sobre esta aplique o efeito de camada denominado “Subtrair”=]*(Para quem não se recorda deste conceito basta clicar aqui):

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Até aqui o exemplo do dia está assim:

Note como o espectro já é parte integrante do conceito, agora vamos torna-lo a peça central do mesmo:

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Combine as camadas visíveis do trabalho e duplique a resultante, feito isso espelhe a mesma e aplique o efeito de camada denominado “Somente escurecer”, depois faça o uso da borracha para eliminar o ar exageradamente simétrico residual desta ação:

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Resultado da simetria subtrativa sem a borracha:

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Após a ação da borracha, repare que a profundidade original do objeto foi restaurada:

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Mas e se nós não tivessemos realçado os traços da imagem pós Mapeamento Alien?

Bem, bastaria duplicar a camada base, aplicar simetria e aplicar sobre a nova camada o efeito de camada aditivo denominado “Somente Clarear” =]:

IPC: Mas sem esquecer de utilizar a ferramenta “Borracha para eliminar o excesso de simetria da imagem =]:

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Eis aqui o resultado final da ação da referida ferramenta sobre o trabalho:

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Agora que você aprendeu a transformar objetos em espectros de luz desafio você aprendiz a transformar objetos em espectros negros, é um processo relativamente mais simples do que o visto aqui hoje porém um pouco mais complicado. Espero receber os trabalhos dos mais corajosos por email algum dia=]. Dito isso meus queridos vejo vocês no nosso próximo assunto! =]

Necrolizes

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, Fedora, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Linux, razgriz, software livre with tags , , , , , , , , , , on fevereiro 10, 2009 by phenonart

Caros aprendizes,

Hoje nós vamos aprender a utilizar o preenchimento negro em imagens para se amplificar ou modificar o conceito do trabalho.

Comecemos escolhendo uma pequena imagem de conceito livre  para iniciarmos o nosso trabalho, a razão do pedido por uma imagem de tamanho “irrisório” se deve a uma pequena surpresa a ser por nós consumada ao final deste documento =].

Esta é a imagem que escolhi para servir de exemplo do dia:

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Comecemos criando uma camada transparente sobre a imagem, é esta camada que irá sofrer a primeira intervenção crítica do filtro denominado “chamas” bem como permitirá mobilidade adequada ao efeito do qual a mesma será portadora. O caminho para o referido filtro pode ser visto abaixo:

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Após o carregamento da ferramenta, gere um espectro a sua escolha e utilize o degradê padrão *(preto e branco) para a estrutura coloral do mesmo, mas mais importante do que isto é tornar o espectro compatível com o tamanho da imagem que estamos criando agora, para tanto reduza o Zoom do mesmo até que ele possa ser visto por inteiro na janela de pré-visualização do filtro:

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Eis o resultado da ação do filtro, note que o espectro não possui fundo e adquiriu mobilidade total graças a camada transparente que o porta:

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Agora vamos incorporar o espectro ao conceito da imagem transformando o mesmo em ranhuras negras, o processo é bem simples então vamos a ele:

Primeiro inverta as cores do espectro :

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Agora basta aplicar sobre a camada portadora do mesmo o efeito de camada denominado “Subtrair”:

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Agora mova o espectro a gosto pela imagem criando o efeito desejado. Não se esqueça que você pode potencializa-lo duplicando a camada do mesmo se assim for do seu gosto.

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Ainda para compor a imagem podemos gerar outro espectro que não irá carecer de modificações imediatas pois servirá de fundo para a nossa imagem:

Para isto gere um espectro cujos traços combinem com o conceito que você deseja passar no fundo da imagem:

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Aqui temos o espectro que gerei para este exemplo, note que ele também foi gerado em uma camada transparente nova assim como o primeiro espectro que criamos:

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Agora vamos adicionar um objeto para dar novas formas ao conceito pré existente da imagem. Para esta tarefa escolhi o objeto abaixo:

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Após transformar o objeto em nova camada basta aplicar sobre a mesma o efeito de camada denominado “Multiplicar” e o mesmo afetará apenas os elementos da imagem em questão deixando assim o fundo intacto. Isto ocorre por dois motivos básicos:

Primeiro: O efeito de camada utilizado é SUBTRATIVO ou seja ele subtrai cor =]

Segundo : O fundo da imagem já é negro por natureza assim quando aplicamos um efeito de camada subtrativo sobre algum objeto com fundo negro as partes que não cobrem o objeto pré existente simplesmente desaparecem =]:

Não se esqueça de utilizar a borracha pois mesmo com o fundo eliminando boa parte das partes indesejáveis do novo objeto estas podem aparecer em outros objetos :

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Finita a imagem, salve a mesma e importe-a para dentro do Inkscape:

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Para importar uma imagem para o Inkscape basta arrasta-la para dentro do programa:

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Agora vamos transformar este bitmap em um vetor relativamente não detalhado, isto porque hoje nós precisaremos apenas dos traços básicos do trabalho. Para esta tarefa iremos utilizar o recurso “Traçar Bitmap” cujo caminho pode ser visto abaixo:

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Como já falamos sobre este recurso antes vamos direto ao ponto:

Altere o nível de cores até uma valoração superior a 90 níveis, isto fará com que o nosso vetor seja construído pegando apenas os traços mais marcantes da imagem base:

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Após a execução do trabalho da ferramenta veja o resultado do vetor quando comparado a sua imagem de origem:

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Agora descarte o bitmap original presente no Inkscape e exporte o vetor para png a fim de retornarmos ao gimp para trabalhar no mesmo. As imagens abaixo ilustram este processo:

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Ao exportar o vetor, você  deve ampliar o seu tamanho para o quanto desejar não se preocupe pois não haverá serrilhados resultantes deste processo, afinal estamos esticando um genuíno vetor =]

necrolizes18

Eis o resultado do nosso “export”: Agora abra-o no Gimp:

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Agora busque dentro do seu acervo uma imagem que tenha como conceito prioritário “líqüidos” em movimento. Para hoje escolhi a imagem abaixo que é um “splash”:

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Agora cole a imagem sobre o nosso trabalho em forma de nova camada e aplique sobre a mesma o efeito de camada denominado “Extrair Grãos” e veja oque acontece =], isso mesmo a ação incorporou a fluidez da água ao corpo do objeto “mor” da imagem=]

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Mas e se por acaso fosse do nosso desejo potencializar tal conceito? Basta duplicar a camada que leva a imagem do liquido, move-la para outra parte do objeto e para quem deseja uma quebra de linhas aplicar sobre a nova camada o efeito de camada denominado “Super-Exposição”:

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Paramos por aqui?

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Não mesmo.=] Restaure o vetor exportado até seu estado original e dentro do seu acervo procure outra imagem de conceito liquido, mas preferencialmente mais detalhista e menor que a imagem anterior :

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Agora cole a nova imagem em forma de nova camada e sobre a mesma aplique o efeito de camada denominado “Sobrepor” =], feito isso duplique esta mesma camada para potencializar o efeito sobre a area afetada =], repita o processo até cobrir todo o objeto primário do seu trabalho :

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Poderiamos parar por aqui mas isso seria um desperdício de criatividade facilitada pelo fundo negro =]

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Escolha do seu acerto uma imagem com “quebras de linha”*(onde o objeto cria formas utilizando fundo negro) como esta aqui por exemplo:

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Utilizando o efeito de camada “Multiplicar” sobre a camada que porta a nova imagem incorporada ao trabalho podemos dar novas formas aos objetos =], não se esqueça de fazer uso da ferramenta “Borracha” sempre que for necessário:

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E a parte de cima?

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Outra imagem incorporada para dar-lhe uma nova forma =]

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Então meus queridos alunos hoje nós aprendemos a utilizar o fundo negro de uma imagem a nosso favor além de relembrar que o trace bitmap do Inkscape pode ajudar a amplificar conceitos sem o menor esforço.

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto =]!

LiquidLines

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Caros,

Hoje vamos aprender a comandar o nível de fluidez de um espectro uniforme e congruente de modo que o mesmo possa reproduzir uma imagem de maneira fiel. Apesar de parecer algo simplório o assunto do dia requer atenção redobrada.

Comecemos escolhendo a imagem exemplo do dia, para este documento escolhi esta aqui:

broker1

Após abrir a imagem que você escolheu, duplique a camada base e inverta as cores da nova camada. As imagens abaixo ilustram este processo:

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Feito isso, elimine as cores desta camada :

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Após a execução do procedimento acima, a nossa nova camada ficou assim:

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Agora duplique esta camada, a nova camada resultante desta ação será vital pois o espectro fluirá através da mesma em sua forma primária:

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Feito isso, é hora de acionarmos o filtro responsável pela maior tarefa do dia que é gerar um espectro que flua através da imagem, este filtro se chama “Gimpressionista” :

broker6

Após o carregamento da interface do filtro selecione uma das opções de fábrica para gerar o espectro base, pessoalmente eu recomendo a formula denominada “Line Art” ou sua “Irmã” denominada “Line art2”, isto porque a disposição do espectro em si é mais uniforme por toda a extensão da imagem:

IPC: Não se esqueça de clicar em “Aplicar” e depois em atualizar para que as mudanças efetuadas por você sejam aplicadas a pré visualização e obviamente a execução da tarefa final do filtro.

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Feito isso, vamos selecionar o pincel que será utilizado pela formula para criar o espectro, neste caso o pincel influirá diretamente no tipo de traço a ser criado então escolha um modelo que  se adapte ao tipo de traço que se deseja criar, para esta técnica do dia o pincel previamente marcado na imagem abaixo é o ideal:

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Agora é que vem o grande segredo da geração do espectro fluido tão comentado hoje, na aba denominada “orientação” marque o campo denominado “Fluido”, isto fará com que o espectro  a ser criado siga os contornos da imagem ou camada que sofre a tarefa:

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Para se obter um espectro mais limpo amplie o tamanho máximo do pincel para um valor acima de 35 e abaixdo de 45  isto fará com que o pincel forme traços mais definidos:

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Agora marque o item denominado “Fluido” para que o pincel siga o mesmo principio da orientação gerado do espectro refinando ainda mais o seu traço.

Feito isso atualize a pré-visualização da imagem no filtro e clique em “ok”, basta agora aguardar o processamento=]:

broker111

Terminado o processamento, ordene que o filtro repita a operação sobre a camada já modificada, entretanto não é necessário refazer o caminho até o filtro ou mesmo recarregar sua interface, basta utilizar o atalho do “ultimo filtro utilizado” presente logo na entrada do menu de filtros:

broker12

Agora sobre esta camada aplique o efeito de camada denominado “Multiplicar”, isto fará com que a camada que sofreu a as intervenções supra citadas se mescle de forma perfeita a camada de baixo gerando assim o efeito “Fio” do espectro. Feito isso, deixe a camada base que foi até aqui intocada e combine as demais camadas visíveis do trabalho:

broker13

Agora torne a camada base novamente visível e aplique o efeito de camada denominado “Extrair Grãos” sobre a camada resultante da combinação feita anteriormente, isto irá criar a separação da imagem em fios com fluidez limpa e contínua. Feito isso, duplique algumas vezes a camada na qual aplicamos o efeito de camada denominado “Extrair Grãos” , isto fará com que o espectro se destaque ainda mais=]:

broker14

Pronto! =] agora com a imagem em seu tamanho natural *(para ver o tamanho natural do exemplo basta clicar sobre a imagem) veja como o espectro forma a imagem em si=]

finalizers1

Pois sim meus caros aprendizes é óbvio que esta tecnica foi criada para imagens relativamente grandes mas isto não significa que vocês não possam executa-la com imagens menores=].

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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