A Primavera Maker

Caros,

Escrevemos a vocês em uníssono para dar uma notícia grave.

A primavera maker chegou. É tempo de efetivamente cumprirmos aquilo que propomos

Todas as vezes que nos encontramos nos eventos, cursos, rodas de conversa e até mesmo em viagens prometemos nos UNIR e acima de tudo tornar o nosso universo realmente acessível a todos! Bem, a hora chegou pessoal. Diz a mídia que os “melhores makers do Brasil” estão lá. Como você que efetivamente luta para levar robótica feita com restos de eletrônica para crianças cujos pais jamais teriam como pagar pelos teus serviços pode simplesmente aceitar isso ? Como você que roda o MUNDO disseminando conhecimento a quem precisa dele sem cobrar nada por isso pode aceitar um tapa na cara como este ? Como você que faz de TUDO pelos seus alunos pagando do próprio bolso para comprar controladoras, linha condutiva e outros itens além de PAGAR passagens para que outras pessoas venham palestrar na escola onde você se mata todos os dias por eles e PRA ELES pode aceitar isso ? Poderíamos citar infinitos exemplos aqui, mas sabemos que isso não é aceitável. Não façamos destas palavras uma muralha das lamentações, mas sim uma muralha de conhecimento que começamos assim: Vamos lotar este post com minitutoriais que QUALQUER UM poderá seguir de forma clara e objetiva e ainda APRENDER alguma coisa bacana como por exemplo a serventia de um componente eletrônico, motor, o motivo do seu uso ou até mesmo como usar um software corretamente ou apontar e corrigir bugs tornando a vida mais produtiva!

Por mais pessoal e desnecessário que pareça já que aqui praticamente todos já nos conhecem, serve a presente para quem nunca nos viu nessa vida! Depois sim, a gente efetivamente começa.

Eu sou Guilherme Razgriz!

Minha função é descobrir problemas e apontar ou corrigir diretamente os problemas encontrados em projetos assim como buscar novas tecnologias para tornar a impressão 3d com tecnologia FDM cada dia mais bacana, BARATA e acima de tudo incrível e divertida!

Hoje eu quero falar um pouquinho sobre as impressoras 3d de baixo custo e como extrair delas resultados realmente fantásticos para justamente desfazer o grande mito de que uma impressora 3d barata não pode entregar resultados realmente tão perfeitos quanto equipamentos muito mais caros dizem poder entregar.

Nesse post eu gostaria de explanar um pouquinho sobre fatiamento avançado para impressão 3d :).

O fatiamento é uma etapa crucial pois é a partir dela que vamos converter um desenho 3d em um arquivo de coordenadas para que assim o desenho seja transformado em algo palpável!

Captura de tela 2019-05-04 03.31.19Agora que já sabemos o que é um fatiador,  devo dizer porque você precisa de um mesmo se não tiver uma impressora 3d: Hoje é primordial saber ao menos preparar malhas 3d para impressão pois sem essa habilidade a arte de prototipar em velocidade fica muito limitada além de ser um dos pré requisitos para o profissional da indústria 4.0. O fatiador escolhido para hoje é o Cura, desenvolvido pela Ultimaker e dezenas de desenvolvedores ao redor do globo, sendo opensource o rítmo de atualizações e melhorias é constante e ainda permite que qualquer pessoa possa aprender mais e ainda por cima contribuir com o projeto.

Captura de tela 2019-05-04 03.32.14Escolha a versão mais apropriada ao seu sistema operacional !

Captura de tela 2019-05-04 03.33.24Uma vez concluída a instalação, vamos usar como exemplo uma malha 3d rica em detalhes que realmente visa desafiar a capacidade mecânica da impressora 3d. Detalhes finos costumam ser complicados pois chegam bem perto dos limites físicos do que a printer pode efetivamente entregar, por exemplo, se o bico do hotend *(Bico por onde sai o material nas impressoras 3d fdm) tiver 0.4 mm de diâmetro, então não poderemos obter com menos que isso de espessura! Para colocar a malha 3d para dentro do cura, basta clicar e arrastar o arquivo para dentro =].

Captura de tela 2019-05-04 03.36.24Comecemos então adicionando uma impressora 3d ao cura: Captura de tela 2019-05-04 03.53.49Feito isso,  caso a sua printer não esteja na lista, selecione a opção denominada “custom fdm printer” e informe ao Cura as suas especificações técnicas adequadamente. A opção denominada “Gcode flavour” é guiada pelo firmware adotado pela sua impressora 3d, sim, existe um tipo de arquivo de coordenadas para cada firmware com comandos próprios e personalizados para sua printer, informar a opção errada pode resultar em problemas durante a impressão e em alguns casos até mesmo danos ao seu equipamento. os campos denominados “Start G code” e “End G code” entregam um conjunto de instruções iniciais tais como levar os eixos para a posição inicial. nivelar a altura do hotend *(quando aplicável) , ou ainda desligar o hotend, mesa aquecida , etc .

Captura de tela 2019-05-04 03.54.11Não se esqueça de informar também o diâmetro do nozzle*(bico) do seu hotend e do diâmetro do filamento que a extrusora da sua impressora utiliza. Valores errados podem resultar em entupimento do bico e peças realmente inutilizáveis!Captura de tela 2019-05-04 03.54.19Hora de botar a mão na massa! repare que se mandarmos o cura “fatiar” a peça com os ajustes padrão não teremos um resultado bem aquém do esperado! Isso se deve ao fato de que o software de fatiamento seguirá a topografia preenchimento original da peça, isso se deve ao fato de que a impressora 3d só consegue reproduzir aquilo que leva um nível mínimo de material referente ao diâmetro do bico e da quantidade mínima de material que pode ser extrusado por vez. Assim, ajustes finos no fatiamento são necessários para garantir os resultados esperados durante a modelagem =]!Captura de tela 2019-05-04 03.55.01Vamos começar ajustando a temperatura do hotend durante a impressão, note que ao trabalharmos com PLA recomendo nunca exceder os 200 graus no bico e 60 na mesa, isto vale para qualquer variação de pla pois o tratamento pós impressão é que irá liberar as possíveis características únicas destes materiais =]. Quanto a abs sugiro temperaturas entre os 222 e 230 graus para que a solda entre as camadas se dê da melhor maneira possível. Quanto a mesa aquecida nada menos do que 105 graus sob o risco do warping acabar com a base do seu trabalho =] Captura de tela 2019-05-04 04.18.35Agora vamos refinar a impressão configurando o retract: Este ajuste controla o movimento da extrusora injetando filamento no bico para a impressão e retraindo o mesmo para evitar que caia em locais indesejados gerando fiapos e outras imperfeições, para tal, basta seguir as especificações da fabricante da sua máquina ou projeto.Captura de tela 2019-05-04 04.19.11O PULO DO GATO: Isso mesmo! Os modos de impressão é que tornarão tal mágica possível! O modo de superfície literalmente forçará a impressora a seguir o contorno da peça ao invés do seu preenchimento habitualCaptura de tela 2019-05-04 04.33.31Captura de tela 2019-05-04 04.37.36Observe a diferença entre os modos de atuação de superfície! Captura de tela 2019-05-04 04.42.32Agora…E SE COMBINARMOS os dois modos? Voilà! Temos o resultado tão sonhado durante a concepção do modelo 3d! Captura de tela 2019-05-04 04.48.10Captura de tela 2019-05-04 04.48.25Antes de levar o arquivo para a impressora 3d, que tal assistir a uma prévia da impressão para ver se está tudo certo ? Captura de tela 2019-05-04 04.48.48Captura de tela 2019-05-04 04.49.09Agora justos e satisfeitos basta imprimir! Captura de tela 2019-05-04 06.52.59

Eu sou Gedeane Kenshima!

Eu sou alguém que faz com que pessoas ‘comuns’ façam coisas incríveis usando a plataforma Arduino, a união entre programação e a Eletrônica. Por muitas vezes, encarada como alguém que ‘acende luzinhas’ mas é muito além disso. Os LEDs são encantadores e na maioria das vezes, a porta de entrada para um mundo sem volta: o do faça-você-mesmo. Então, eu levo a “Palavra do Arduino” para que qualquer um possa descobrir as habilidades fantásticas dele.

Existem pessoas que não fazem absolutamente nada pelos iniciantes. Criticam alguém com uma dúvida básica: qual kit comprar, tem diferença de cor de cabo jumper, para que serve um resistor. Do que adianta encher a boca e falar que tem 20 anos de experiência se, na hora que alguém precisa, você é o primeiro a falar bobagens e desprezar esta pessoa? Do que adianta seu conhecimento se só serve para você ficar no seu ‘mundinho’ de status e ego inflado? Minha missão é ir muito além do falar: é mostrar projetos aparentemente simples para inspirar, é oferecer uma experiência mão-na-massa para os que estão próximos, é tentar ajudar quem precisa e não somente aquele que só quer se aproveitar do que você tem a oferecer.

Neste post quero falar sobre como iniciar no uso de Arduino e tirar algumas dúvidas básicas de iniciantes.

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P: Eu preciso comprar um kit? Se sim, qual kit é o melhor para mim?

R: Particularmente, eu gosto das experiências mão-na-massa. Quando eu comecei, me aventurei em adquirir um kit no Mercado Livre e brincava todos os finais de semana e hora de almoço na empresa onde trabalhava. Se você não possui dinheiro no momento, há a possibilidade de brincar com simuladores online como o Tinkercad Circuits (https://www.tinkercad.com/learn/circuits). Porém, recomendo fortemente investir um pouco de grana para adquirir um kit básico qualquer.

Qualquer kit serve. Sim, qualquer kit de lojas conhecidas ou de Mercado Livre em lojas confiáveis (olhe as avaliações das lojas lá antes de comprar). Se quer se aventurar em compras na China, posso dizer que tive raríssimos problemas com Ali Express. Os problemas maiores foram perante a Receita Federal e Correios (poucas ocasiões tive que desembolsar grana para tributos e atualmente há a taxa de R$15,00 dos Correios). Mas ainda vale a pena.

Tive uma ótima experiência em um kit brasileiro, da loja FilipeFlop. O kit Arduino Maker iniciante vem em uma embalagem com bom design. Os itens vêm separados por categoria em caixas: Arduino, prototipagem (protoboard e jumpers), componentes eletrônicos, servomotor e cabo USB. Além dos itens, ainda há alguns cartões com a montagem e lista de materiais. Eles criaram um conteúdo para os 15 experimentos e estão disponíveis gratuitamente na internet. Para quem quer partir do zero, recomendo que conheça este kit (https://www.filipeflop.com/produto/kit-maker-arduino-iniciante/).

P: Decidi me aventurar no Arduino mas não tenho conhecimento em nenhuma área. Por onde começar?

R: Existem diversas maneiras de começar. Analise seu perfil de aprendizado e veja qual se identifica melhor. Vou listar três maneiras:

1. Sozinho: Você pode pensar: “ué, eu não sei nada e como vou começar sozinho?”. Estamos na era digital e a boa notícia é que você não está sozinho. Para nossa alegria (sim, lembre do meme hahaha), temos pessoas que compartilham seu conhecimento através de vídeo no Youtube. Posso citar dois amigos que fazem isto: Canal Eletrônica Fácil, do profº Rodolpho Oliveira (https://www.youtube.com/channel/UC6yeSnpMzKXHbxuEVmcvmhw) e Canal Arduino Brasil, do profº Josué Nascimento Jr. e equipe (https://www.youtube.com/user/arduinobrasil).

Se você é uma pessoa que prefere ler do que ver vídeos, há uma literatura bacana inclusive traduzida para o português. O livro que eu iniciei chama-se Arduino Básico, da Novatec Editora (https://novatec.com.br/livros/arduino-basico-2ed/). Nele há 50 experimentos com explicações de hardware e software. Caso goste de tutoriais escritos, recomendo os posts do blog FilipeFlop (https://www.filipeflop.com/blog/) e Arduino e Cia (https://www.arduinoecia.com.br/).

2. Cursos: Existem diversos locais que oferecem cursos, gratuitos e pagos, depende de quanto deseja investir e seu nível de interesse. Vou começar pelos pagos.

Eu ofereço alguns cursos pagos, como por exemplo no Centro de Treinamentos da Novatec, em São Paulo (ao lado do Metrô Carandiru). No final do mês tem um curso de Arduino Básico que vou ministrar. Inscrições em https://ctnovatec.com.br/cursos/trilha-hardware-robotica/curso-arduino/. Existem cursos à distância, mas recomendo poucos. Vejo um monte de gente oferecendo cursos milagrosos, de gente que nunca ouvi antes, para fazer projetos excepcionais. Desculpe, mas não caiam nessa. Busquem sobre o instrutor/facilitador antes de adquirir um curso destes.

Quanto aos gratuitos, gostaria de apresentar uma opção que muitos nem sabem. No Sesc São Paulo (não posso falar de outros estados ainda) há um espaço em cada unidade chamado ETA (Espaço de Tecnologias e Artes). Nestes espaços rolam muito conteúdo legal e inclusive já estive em várias unidades. Raramente os cursos ou oficinas são pagos. E não são restritos aos que possuem credencial. Se tiver um próximo de você, vá ao Sesc e retire uma revista que contenha a programação do mês. Tem a revista que trata somente da unidade (geralmente interior de São Paulo) e a que trata de todas as unidades de forma resumida. Além dos Sescs, também há Fab Labs (Rede Fab Lab Livre SP) e iniciativas em comunidades que oferecem estes cursos. Aproveite e faça networking.

3. Espaços Livres: Neste meio chamado Maker, há algo que chamamos de compartilhar conhecimento. Não basta aprender para si, o legal é ser esse conhecimento sendo difundido e multiplicado. E que ótimo que existem espaços onde você pode compartilhar esse conhecimento com as pessoas. São os chamados Makerspaces e/ou Hackerspaces. As pessoas se unem em um espaço colaborativo, estão sempre chamando mais e mais pessoas para estarem com elas. As colaborações vêm do que podem fazer: racham despesas como aluguel e contas; outros vendem itens para arrecadar algum valor para reverter ao espaço ou outros cedem seus espaços/equipamentos pessoais. Recomendo a visita. Gostaria de citar alguns, mas tenha a curiosidade e liberdade de procurar em sua região:

LHC (Laboratório Hacker de Campinas): https://lhc.net.br/wiki/P%C3%A1gina_principal (Campinas/SP)

RHMS (Rio Hacker Maker Space): https://www.facebook.com/RioHackerSpace/ (Rio de Janeiro/RJ)

Calango Hacker Clube: http://calango.club/ (Brasília/DF)

Garagem Hacker: http://garagemhacker.org/ (Curitiba/PR)

Garoa Hacker Clube: https://garoa.net.br/wiki/P%C3%A1gina_principal (São Paulo/SP)

P: Devo aprender fazendo um projeto logo de cara ou ir mais com os experimentos?

R: A dica que dou é não ter pressa em aprender. Sair desesperadamente copiando e colando código não vai te fazer entender muita coisa. Minha experiência em particular foi fazendo os experimentos por praticamente dois anos antes do meu primeiro projeto. Confesso que usei o Arduino em meu TCC da Graduação, mas não considero como projeto, era uma ‘obrigação’ (risos). Se começar com os experimentos talvez seja mais fácil para você. Mas não simplesmente reproduza sem questionar, sem tentar modificar, sem tentar ver resultados diferentes do original. Aos poucos, você vai entender o que precisa ser adicionado, modificado ou retirado do seu código.

Um projeto de início pode ser mais complicado, mas não estou desencorajando você se deseja fazer. Digo que será mais desafiador. Mas não recomendo ir simplesmente em um código pronto e ligar as coisas. O legal é dividir o projeto em partes e fazer experimentos avulsos destas. Depois, unir dois códigos. Inserindo de um em um você tem controle do que deu errado em vez de pegar algo pronto que você não entende. Exemplo: se você quer fazer simplesmente que um LED acenda quando um sensor de fumaça é acionado, você deve primeiro fazer algum (ou alguns) experimento para aprender a usar o LED, depois outro para aprender a usar o sensor para depois unir os dois. Não precisa digitar tudo do zero, há programas prontos no próprio ambiente de desenvolvimento (IDE Arduino) e em sites por aí.

P: Qual o melhor Arduino para começar? E o Raspberry Pi, ele é melhor que o Arduino?

R: Um Arduino é uma plataforma de prototipagem eletrônica, ou seja, serve para fazer ensaios eletrônicos de maneira simplificada, para depois fazer um projeto com microcontrolador. Um microcontrolador é um ‘chip programável’, contendo periféricos como memória e timer, o cérebro da plataforma. O Arduino não funciona sem um microcontrolador, mas um microcontrolador funciona fora de uma placa Arduino. É possível utilizar o chip integrado a componentes simples com uma bateria e fazê-lo funcionar normalmente.

Para iniciar com Arduino, eu particularmente recomendo a versão Uno R3 (apesar de atualmente não venderem a versão R1/2 que eu saiba). É uma placa que cabe na palma da mão, com fácil conexão ao computador usando um daqueles cabos USB de impressora.

Alguns outros iniciam pelo Arduino Nano. Ele é uma versão menor, mas faz tudo que o Uno faz. É possível encaixa-lo em uma placa de ensaios (protoboard). Se não tem familiaridade com protoboard, recomendo o uso do Uno.

Há a versão Mega, que é maior que o Uno, com muito mais possibilidades. Mas de início você não vai fazer nada tão grande que precise de tanta coisa. Um Uno ou Nano basta de início e depois você vai se aprimorando.

Quanto a Raspberry Pi, ele não é um Arduino. Ele é chamado de SBC (Single Board Computer), ou seja, computador de placa única. O Arduino não é um computador, executa funções muito mais simples. A Raspberry Pi contém um microprocessador, entradas USB e SD Card, saída HDMI e suporte para câmera. É possível conectar um mouse, teclado e realizar conexão pela internet. Seu sistema operacional cabe em um cartão de memória a partir de 4 GB. Pode ser uma versão de Linux (Raspbian), Android e até uma versão Windows chamada IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas).

Pessoal tem utilizado bastante para projetos de robótica, pois possui também pinos de entrada e saída programáveis via Python ou Scratch. Não é necessário conectar a um computador como um Arduino, ELE É o computador. A diferença de preço é enorme. Enquanto em um Uno você paga entre R$25 a R$60, um Raspberry Pi 3B não sai por menos de R$ 200,00 no Brasil.

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