Arquivo de Inkscape documentação

O nome disso é Vitória: Lançado o Grupo de Interesse 4CMULTI no FISL

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, gimp tutorial, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, O GIMP, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, wordpress with tags , , , , , , , , , , , , on julho 27, 2010 by phenonart

Caros,

novamente minha involuntária ausência se justifica :

Durante o 11º Fisl foi lançado o 4CMULTI , o primeiro espaço destinado a fomentação das ferramentas gráficas livres*(Gimp, Inkscape e Blender no Portal do Software Públco! )

Todos aqui estão convidados a se tornarem membros colaboradores desta nossa grande conquista!

http://www.softwarepublico.gov.br/4cmulti

O 4CMULTI tem como objetivo fomentar o uso de ferramentas gráficas e projetos colaborativos com este foco, bem como o compartilhamento de conhecimento e recursos entre as comunidades dos principais programas gráficos livres. A comunidade acadêmica também poderá participar do compartilhamento de tais recursos como também todos os interessados de maneira irrestrita e colaborativa.

Com a iniciativa do governo e a ONG Ser viva a computação gráfica livre alcança hoje um grau de apoio e visibilidade desejado há muito tempo. Concluindo foi um grande avanço e uma conquista para todos os que apoiam e aumejam o sucesso do segmento e do software livre em geral. Cabe também ressaltar que a histórica reunião e parceria destas comunidades não é restritiva sendo bem vindos outros projetos do seguimento que tenham como objetivo o compartilhamento de conhecimentos e talentos em prol deste ideal comum. Esperamos sinceramente que este espaço seja aproveitado em plenitude máxima por muito tempo.
Enfim meus caros essa conquista é NOSSA. Parabéns a todos.

Alucina Vetor Mód II

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, razgriz, software livre with tags , , , , , , , , , , on julho 18, 2009 by phenonart

Caros,

o assunto do dia é uma variação nada convencional do que vimos quando falamos sobre vetores alucinógenos , isso porque a proporção da estrutura vetorial aqui será imensamente maior. Sem demora comecemos importando uma imagem do nosso acervo para o Inkscape:

alunizer1

Agora vamos direto criar a estrutura vetorial primária baseada nos traços chave da imagem:

Para essa tarefa iremos novamente utilizar o nosso já intimo recurso denominado “Traçar Bitmap”:

alunizer2

Uma vez aqui, vamos criar uma estrutura vetorial relativamente detalhista, para isso vamos utilizar o recurso denominado “Cores” com valoração de nível acima de 80:

Não se assuste pois isso pode demorar um pouco =]

alunizer3

Quando a estrutura estiver pronta, mova-a para fora da imagem e selecione a mesma novamente, pois vamos agora criar uma nova estrutura vetorial não tão detalhista baseada apenas nos traços primários da mesma:

alunizer4

Para essa tarefa, vamos utilizar o recurso denominado “Intensidade do Brilho” com valoração abaixo de 400:

alunizer5

Depois que a estrutura estiver pronta, afaste-a do bitmap original e pode deleta-lo se desejar:

alunizer6

Agora vamos contorcer a estrutura vetorial que acabamos de criar afim de que a mesma possa contrastar com a primeira na hora do embate entre as mesmas, para essa tarefa nós vamos utilizar o efeito sobre caminho denominado “Curvar caminho” que se encontra dentro do menu denominado “Efeitos sobre Caminhos” que pode ser visto abaixo:

alunizer7

Aqui, deixe a curva de distorção com curvas opostas fazendo com que a estrutura fique ondulada:

alunizer8

Depois você ainda pode duplica-la e atribuir um novo formato a cópia para  depois criar um encaixe =]:

alunizer9

Feito isso, agrupe os dois objetos que compõem o desenho que criamos acima e posicione-os sobre um dos pontos chave da primeira estrutura vetorial que criamos, isso mesmo a que é detalhista =]! Isso fará com que as estruturas mais simples pareçam que estão brotando da mais complexa -=]:

alunizer10

Just one step ahead now =]

Exporte o trabalho para o Gimp e complemente o conceito do mesmo com uma pequena composição com pincéis compatíveis, em camada separada transparente =]:

IPC: Para que o exemplo do dia ganhasse uma conotação mais agressiva fiz uso de uma camada clone da imagem exportada dessaturada, aplicando em seguida o efeito de camada denominado “Multiplicar” assim reduzindo a intensidade da estrutura luminosa da imagem em troca de um vermelho mais escuro.

alunizer11

Agora combinemos as camadas visíveis do trabalho e vamos pedir a colaboração inestimável do nosso amigo “Mapeamento Alien” para corrigir a queda da intensidade da estrutura luminosa geral do trabalho:

alunizer12

Não precisamos de todos os canais para isso, basta um pequeno ajuste na freqüência e fase da luminosidade =]:

alunizer13

e voilà! =]

alunizer14

Dito isso meus queridos aprendizes, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Le Garage

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, O GIMP, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , , , on julho 16, 2009 by phenonart

Caros,

hoje vamos adentrar ainda mais no mundo dos psicodelismos dimensionados entre o abstrato e o dito palpável, mas antes vamos fazer uma descoberta um tanto quanto desconsertante agora:

AMBOS NÃO EXISTEM!! Os mesmos são apenas representações do espelho mental que nasce da interpretação única e exclusiva odo observador perante o trabalho! Ou seja não podemos dizer que algo esta pronto depois que salvamos o arquivos e fechamos a ferramenta, isso porque o RECEPTOR da mensagem sempre reconstruirá o trabalho com base nas informações que os sentidos do mesmo repassarem para sua mente. Assim o resultado é e sempre será inacreditavelmente IMPREVISÍVEL.

De posse disso vamos começar pelo chamado “alucina vector” ou “vetor alucinógeno” . Escolha uma imagem que seja portadora de um cenário ou situação por exemplo e importe a para o Inkscape.

galant1

Feito isso, vamos agora obter uma estrutura vetorial baseada nos traços da imagem, para essa tarefa iremos fazer uso do nosso tão já conhecido recurso denominado “Traçar Bitmap” cujo caminho pode ser visto abaixo:

galant2

Agora, utilize o parâmetro denominado “Intensidade do Brilho” com valoração entre 250 e 450 para obter um traço vetorial relativamente fiel aos contornos base da imagem:

galant3

Gerada a estrutura vetorial, vamos agora distorcer o seu formato base=]:

Para essa tarefa, vamos utilizar outro recurso que também já é de nosso domínio, ele se chama “Curvar caminho” e está dentro do menu de recursos denominado “Efeitos sobre caminhos” cujo caminho pode ser visto abaixo:

galant4

Agora utilizando o recurso “Curvar caminho”,  dobre a estrutura vetorial a seu gosto criando uma curva com a linha de cor verde que aparece cortando a estrutura:

galant5

Eis aqui um exemplo=]:

galant6

Agora duplique a estrutura vetorial distorcida *(Ctrl+D) e apenas rotacione o novo objeto, note que esta simples ação já é suficiente para distorcer o objeto criando uma nova possibilidade =]:

Dito isso, repita este processo algumas vezes para ter mais opções no final do nosso assunto =]

galant7

Agora vamos ao “Pulo do gato” do dia:

Duplique a imagem base algumas vezes*(Ctrl + D)  e deixe as cópias em local separado do qual estamos trabalhando, feito isso escolha uma das estruturas vetoriais criadas por você e encaixe-a sobre a imagem original em algum local que lhe agrade, depois selecione ambos os objetos e aplique sobre os mesmos a ferramenta denominada “Clip” cujo caminho pode ser visto abaixo:

galant8

Eis aqui um exemplo de como fica =]:

galant9

Agora repita o processo com as outras estruturas vetoriais =]:

galant10

Eis aqui as minhas pós execução da tarefa proposta =]:

galant11

Agora monte uma pequena composição movendo as estruturas encaixando-as ou posicionando-as até que um padrão que lhe agrade se forme:

galant12

Agora vamos remover o “grosso” das partes que não desejamos que apareçam no nosso trabalho=], crie um retângulo que abranja apenas as partes que desejamos preservar do trabalho:

galant13

Feito isso, deixe ele com preenchimento nulo e borda fina:

galant14

Agora afaste-o e selecione todas as estruturas vetoriais que compoem o trabalho e agrupe tais objetos:

galant15

Feito isso, reposicione o retângulo na area pretendida e selecione ambos os objetos aplicando a ferramenta denominada “Clip” em seguida:

galant16

galant17

Depois, a  seu critério amplie o tamanho da sua composição se desejar =]:

galant18

Agora basta selecionar os objetos e exportar =]:

galant19

Agora no Gimp… =] Vamos dar um fundo a este nosso vetor alucinógeno transparente =]:

galant20

Crie uma nova camada transparente e pinte-a da cor que melhor contraste com a sua  criação, tal ajuste é extremamente pessoal já que cada estrutura luminosa é única, no caso do exemplo o brando caiu muito bem.

IPC: NÃO esqueça de mover a camada pintada com a cor sólida para baixo da camada onde está a composição!

Feito isso, crie uma nova camada transparente e dentro da mesma crie uma composição com pincéis compatível com o conceito do seu trabalho utilizando as cores base do mesmo =].

galant21

E assim ficou o nosso exemplo do dia! =]

galant22

Pois então meus queridos aprendizes, hoje nós quebramos literalmente a barreira entre o abstrato e o palpável não? =] Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Dedicado ao amigo Wallisson Narciso.

O Texto atrás da Imagem

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on maio 19, 2009 by phenonart

Caros,

Vamos aqui hoje visitar um assunto que plana nas mentes de muitos de vocês que chega a mim na forma de uma pergunta: “Como eu faço para colocar uma parte de um texto atrás de uma imagem igual eu vejo nas revistas de moda e de suplementos para atletas?”

Bem, em um editor de imagem bitmap como o Gimp ou o Krita bastaria duplicar a camada da imagem base, coloca-la no tipo e recortar oque fosse necessário descartando-se o resto. Apesar de não ser uma tarefa das mais complicadas ela exige um pouco de tempo para que o serviço fique bem feito. Então hoje vamos simplificar este processo executando este serviço no

Inkscape=].

Com o programa aberto, importe a imagem alvo para dentro do mesmo e sobre ela escreva um título qualquer:

Agora guarde bem em sua memória oque você acabou de escrever e a fonte escolhida. Feito isso APAGUE oque você escreveu, não se preocupe pois logo terá seu texto de volta:

magamag1

Agora vamos apresentar um recurso até então não visto por nós aqui ainda, o gerenciamento de CAMADAS do Inkscape. Erroneamente muita gente pensa que tal recurso é “exclusivo” dos programas de edição bitmap mas não, tal recurso é inclusive vital para  criação de complexos objetos 3d em programas apropriados diga-se como exemplo livre o Blender. Dito isso vamos abrir a interface de controle de camadas do Inkscape:

magamag2

Aberta a interface rapidamente apresenta-la:

Muitos dos recursos vistos aqui não são novidade para quem já esta na “estrada do aprendizado” a mais tempo, mas mesmo assim vamos reve-los:

O simbolo caracterizado pelo sinal de “+” tem a  sua serventia na criação de uma nova camada, primeiramente faça isso para que possamos apresentar os demais recursos.

magamag3

Após ordenar a criação de uma nova camada é possível determinar a sua posição hierárquica no trabalho e o seu nome:

magamag4

Para selecionar a nova camada criada basta clicar sobre a mesma. Feito isso reescreva o seu título dentro da mesma e escolha uma cor para o mesmo :

Continuando a nossa analise dos recursos de configuração das camadas, o simbolo caracterizado por um “olho” tem a sua serventia em deixar a camada visível ou invisível no trabalho.

O simbolo representado por um pequeno cadeado tem a sua serventia em travar a camada quando ativado, impossibilitando assim modificações na mesma.

As pequenas setas em sentidos opostos determinam a posição hierárquica dentro do trabalho, tanto para cima quanto para baixo.

O simbolo representado por uma pequena lixeira ou traço vermelho tem a sua serventia na deleção de camadas desnecessárias.

Por fim o campo denominado mistura abriga os tradicionais efeitos de camada já tão vistos por nós ao longo desta estrada mas de forma simplificada *(multiplicar, somente escurecer e afins) .

magamagantesda5

Agora dentro desta mesma camada, crie um objeto simples que abranja a parte da imagem que deve ficar sobre o texto utilizando para esta tarefa a ferramenta Bezier:

magamag5

Faça o objeto sem se preocupar com os detalhes e curvas pois iremos edita-lo depois:

magamag6

Agora preencha o objeto criado com cor de estrutura luminosa oposta a escolhida para o título que você digitou:

magamag7

Agora vamos aplicar o bom e velho conceito das construções aditivas e subtrativas visto a algum tempo no Gimp aqui no Inkscape, aplique então sobre esta camada o efeito denominado “Iluminar” e veja o que acontece:

magamag8

Agora basta moldar o nosso objeto até que ele abranja apenas a area que deva sobrepor o texto =]:

magamag9

Normalmente a curva do objeto deve contornar os traços mais salientes da imagem de maneira suave, contínua e fiel:

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Quando você terminar basta apreciar o seu trabalho =]

magamag11

Meus caros aprendizes por hoje nós ficamos por aqui. Vejo vocês no nosso próximo assunto!=]

O Rio Severino e os Paralamas Ilustrados

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , , on janeiro 26, 2009 by phenonart

Caros,

hoje fiquei ouvindo um disco dos  “Paralamas do Sucesso” chamado “Vamo batê lata” que fora gravado ao vivo e me trouxe uma imagem bem viva na cabeça de um falso vetor, coisa que aprenderemos a criar e controlar agora.

Comecemos escolhendo uma imagem para usar como exemplo do dia, escolha algo que preferencialmente se encaixe em algum conceito que lhe agrade:

severinies1

Uma vez aberta a imagem, duplique a sua camada base, esta nova camada será a base para o efeito de falso vetor a ser incorporado a imagem original:

severinies2

Feito isso vamos agora fazer o uso da ferramenta denominada “Limite”, ela é a grande responsável pelo efeito de ilustração a ser obtido nesta etapa do nosso trabalho:

severinies3

Após o carregamento da interface da ferramenta, ajuste o grau de detalhamento através do nível de preto a ser utilizado:

severinies4

Satisfeito clique em “ok”, não é necessário aguardar o processamento pois a atualização é em tempo real. Agora é hora de definirmos como queremos que o resultado final fique, para tal vamos ativar um pouco a sua mente. Aplique o efeito de camada denominado “Mesclar Grãos” sobre esta camada e veja oque acontece =]:

severinies5

Agora vejamos, se reduzirmos a opacidade em cerca de 40% nós temos um esboço mais natural =]:

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Aqui temos o resultado do exemplo até aqui em boa resolução:

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Muito bem, agora vamos levar a coisa para um nível um pouco mais complexo mesclando dois conceitos para formar um só, para tal vamos começar transformando nosso exemplo do dia em um embrião de foto antiga preservando também a imagem pré efeito:

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Não é preciso se preocupar em demasia para com os ajustes desta ferramenta mas é fundamental deixar uma valoração baixa ou nula para a borda uma vez que não a queremos aqui hoje:

severinies10

Eis o resultado da ação do filtro:

severinies11

Muito bem, agora copie o resultado da ação do filtro e cole na imagem preservada em forma de nova camada:

severinies12

Agora já temos a faca e o queijo na mão, vejamos o que acontece quando se aplica um efeito de camada subtrativo como  o “Somente Escurecer” por exemplo:

severinies14

Ou ainda quando aplicamos o também subtrativo denominado “Multiplicar”:

severinies15

Agora se eu duplicar a camada portadora do efeito de camada subtrativo eu tenho? =]

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Agora trocando o efeito da nova camada para Super-exposição eu tenho? =]

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E este é o resultado final do nosso exemplo do dia:

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Hoje aprendemos a controlar e a criar falsos vetores a partir de imagens pré existentes =] Vejo vocês no nosso próximo assunto!

O Cubo Senóide

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Caros,

hoje vamos adentrar ainda mais dentro do território da ferramenta “Seno” cujas propriedades podem criar anagramas infinitos de cubos esferas e triangulos criando verdadeiras peças encaixáveis entre si, o nome disto é o “Cubo Senóide”.

Comecemos com um exercício básico para reaquecer vocês, primeiro crie uma imagem de proporções congruentes, pessoalmente acredito que 500×500 pixel s está de bom tamanho por agora:

cubchuby1

Criada a imagem vá direto ao filtro renderizador denominado “Seno” cujo caminho pode ser visto abaixo:

cubchuby2

Uma vez aberto, crie um padrão de linhas paralelas relativamente contrastantes sendo que este padrão não requer fixação ou seja você pode direcionar o espectro para a diagonal ou mesmo curva-lo se desejar. cor luz e negro casam bem como cores formadoras nesta situação:

cubchuby3

Eis o resultado da ação do filtro:

cubchuby4

Pulo do gato :

Duplique a camada base e rotacione a nova camada em 90 graus sentido horário ou anti-horário a sua escolha:

cubchuby5

cubchuby6

Agora aplique sobre esta camada o efeito de camada denominado “Sub-Exposição” e…=]

cubchuby7

Como bem sabemos este efeito de camada possui um “irmão gêmeo” subtrativo denominado “Super Exposição”, vejamos o que ocorre se utilizarmos o mesmo:

cubchuby8

Aqui deixo mais este pequeno exemplo feito a partir de outra variação espectral para abrir essas mentes cansadas =]:

tricker

Agora que já nos aquecemos vamos elevar o tom de refino para algo mais “macio” :

Para tanto delete a camada de cima mantendo apenas a camada base da imagem, feito isso crie uma nova camada transparente e retorne ao filtro renderizador denominado “Seno”.

Carregada a interface do filtro, molde o espectro de maneira que o mesmo adquira contornos sinuosos a sua escolha, depois na aba “mistura” selecione a forma de degradê “Bilinear” para que o espectro fique com os pontos de contato relativamente lisos e não ásperos, trabalhe um pouco a valoração do expoente para amplificar tal efeito. Satisfeito clique em “ok” e aguarde o processamento:

cubchuby91

Terminado o trabalho do filtro aplique sobre esta camada o efeito de camada denominado “Super-Exposição” e veja oque temos =]

cubchuby10

Agora vamos adicionar o toque de profundidade proposto pelo título deste documento. Primeiro combine todas as camadas visíveis do trabalho e  depois utilizando a ferramenta de seleção retangular ou qualquer outra ferramenta de seleção de sua preferência crie formas geométricas distintas interligadas ou não a seu critério:

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cubchuby13

Feito isso, copie a seleção e cole-a em forma de nova camada:

cubchuby14

Agora vamos abrir o nosso velho conhecido filtro denominado “Mapear Objeto” cujo caminho pode ser visto abaixo:

cubchuby12

Após o carregamento do filtro, escolha uma das formas geométricas básicas a seu gosto assim como o molde e as medidas, apenas não se esqueça de marcar o recurso denominado “Fundo Transparente”:

cubchuby15

Satisfeito deixe o filtro trabalhar:

cubchuby16

Terminado o trabalho do filtro, veja o contraste pespectivo gerado =], agora basta duplicar esta camada algumas vezes e posicionar onde desejarmos os novos objetos afim de amplificar tal efeito =]:

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cubchuby18

Acredito que agora vocês já tem a capacidade de comandar o cubo senoide sem maiores dificuldades.

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

SPLASH!

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Caros,

Não não é nenhum comercial de uma certa pasta de dentes onde se beija na boca debaixo d’água salgada e menos ainda um daqueles comerciais de um certo refrigerante de cor clara que adota conceito semelhante. Hoje analisaremos o processo de criação de uma tela de carregamento para programas e interfaces diversas tendo em vista que a demanda por esse tipo de trabalho se vê cada vez mais presente dentro e fora do software livre.

Como a tarefa de hoje é extremamente conceitual e de certa maneira interpessoal peço que vocês apenas empreguem os procedimentos aqui adquiridos a gosto sem a preocupação métrica de obter um resultado idêntico tanto em forma quanto em conceito do visto neste exemplo. Dito isso, comecemos criando um retângulo negro de cantos arredondados no Inkscape :

splas0

Agora duplique o retângulo criado e preencha-o com alguma cor de seu interesse, faça este escolha com cautela pois esta será a cor base do exemplo a ser gerado. Depois mova um pouco o novo retângulo para baixo fazendo uso da tecla Ctrl para que o alinhamento seja preservado. Caso você deseje manter o novo retângulo na mesma posição, utilize o atalho de redução porporcional “Ctrl + Shift +9” apenas uma vez para que se crie uma certa borda entre os dois objetos.

IPC: Não se esqueca de zerar o preenchimento de traço pois não queremos que o mesmo esteja visível em nossos objetos.

splas1

Feito isso, duplique o novo retângulo e preencha-o de branco depois sobre o mesmo aplique degradê linear, alterando a sua estrutura luminosa de maneira que a mesma fique relativamente próxima ao centro do objeto tendo a outra extremidade da linha atravessando o mesmo de maneira que a distribuição de luz se dê de maneira gradual de baixo para cima ou vice e versa. Depois, duplique este mesmo retângulo até que o padrão de luminosidade o satisfaça:

splas2

Agora selecione o primeiro retângulo criado da seguinte maneira, arraste os demais até que o mesmo se torne visível,em seguida execute o comando desfazer*(Ctrl+Z) para que os demais retornem as suas posições originais. Em seguida desfoque levemente o retângulo selecionado com valoração entre 0,8 e 1,9:

splas3

Após a execução dos procedimentos acima a base do projeto já está completa:

splas4

E outros tipos de base?

Como é do conhecimento de todos o universo se possibilidades depende do discernimento criativo de cada um, então para exercitar este recurso interno vamos analisar o processo de confeccção de outra vertente:

Comecemos com o mesmo retângulo negro:

splas0

Agora duplique-o e preencha o novo retângulo criado de branco:

splashb1

Feito isso,aplique altere a sua estrutura luminosa aplicando degradê linear e movendo a parábola até que a mesma adquira o padrão de distribuição luminosa ascendente ou descendente a seu gosto:

splashb2

Agora vamos ao grande pulo do gato: Aplique leve desfocagem ao objeto no qual estamos trabalhando e veja oque acontece=]:

splashb3

Feito isso, aumente um pouco a parábola luminosa de maneira  que ela contemple com luz uma area maior do objeto ao seu gosto:

splashb4

Opcionalmente podemos ainda duplicar este retângulo quantas vezes desejarmos para que o padrão luminoso se auto enalteça:

splashb6

Agora vejamos o que acontece quando alteramos o padrão de repetição do degradê para Refletido e aproximamos de forma alinhada o centro e o ponto de comprimento da parábola na horizontal:

splashb7

Pois é -=] possibilidades não nos faltam aqui. De posse disto, vamos dar seguimento ao conceito proposto no primeiro exemplo do dia:

Conceito e Execução:

Sempre falo a vocês sobre a importancia de primeiro ter um conceito antes de ao menos pensar em conceber algo e isto não se aplica apenas a peças publicitárias mas sim a TODA E QUALQUER FORMA TRANSMISSORA DE MENSAGEM e uma Splash-Screen é uma das com maior potencial inexplorado.

O conceito que escolhi para esta aqui foi o de modernidade e tecnologia de maneira quase subliminar, para tanto simplicidade e limpeza no layout são duas diretrizes essenciais

splas4

Para começar a trabalhar neste conceito irei utilizar uma tecnica já vista por nós aqui no blog que é a construção de espectros vetoriais leves. Vamos a ela:

Primeiro comece criando uma linha belzier curta adicionando a ela uma curva de maneira opcional:

splas5

Agora duplique o objeto e arraste o novo para baixo mantendo pressionada a tecla “Ctrl” a fim de preservar o alinhamento dos mesmos. Em seguida selecione os dois objetos e aplique união sobre os mesmos:

splas6

Eis o que temos:

splas7

Agora acesso o menu de efeitos sobre caminhos:

splas8

Dentro do mesmo selecione o recurso denominado “Pontilhar Sub-Caminhos”:

Uma vez neste, clique em “Aplicar”. Em seguida vem a grande “mágica”, no primeiro campo substitua o valor cinco por duzentos:

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Veja o que aconteceu, o objeto se tornou um espectro vetorial de traços! Agora utilizando a ferramenta de edição de nós vetoriais podemos esculpi-lo a nosso gosto=]:

splas10

Satisfeito com o resultado redimencionemos o espectro até que ele caiba dentro da nossa base, não se esqueça de que ainda é possivel coloca-lo onde bem entendermos ou ainda molda-lo ao nosso bel prazer:

splas11

Agora duplique o espectro e preencha o novo de branco, feito isso, mova-o um de maneira tênue e gentil para um dos lados ou para baixo a fim de que um leve relevo se forme:

splas12

Para tornar a coisa ainda mais subliminar apague o novo objeto deixando apenas o primeiro espectro, depois pinte-o de branco. Para o caso de a sua base ser mais escura basta reduzir a opacidade do espectro para um nível abaixo dos 30%:

splass

Agora é hora de escrever uma pequena palavra ou texto para identificar o que ela está “carregando”, para tal, digite algo do seu interesse e escolha uma fonte que combine com o conceito idealizado por você:

splas14

Escolhida a fonte, duplique o texto digitado e arraste o novo objeto para baixo, mantendo o alinhamento para com o original:

Depois, desfoque um pouco o texto original e pinte o objeto recém movido para baixo de branco:

splas15

Agora mova-o de volta para sua posição original e veja o que temos=]:

splas16

Muito bem, este é o final do exemplo do dia:

finablow

Eu disse final? Hum….acho que não =], levando o nosso exemplo para o Gimp vejamos oque alguns pincéis e um degradê azul  dentro de uma camada sobre o nosso exemplo sob a chancelaria do efeito de camada denominado “Diferença” nós temos?

finablow2

Pois é , e se eu resolvesse usar o filtro mapeamento alien para alterar a estrutura coloral e luminosa?=]

fin1ablow2

Agora sim =], acredito que os meus queridos alunos entenderão a mensagem.

De posse disto: VEJO VOCÊS NO NOSSO PRÓXIMO ASSUNTO.

Até lá! =]

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