Arquivo para setembro, 2009

High Dinamic Range

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on setembro 28, 2009 by phenonart

Caros,

o título já denuncia o assunto do qual iremos hoje tratar, iremos aprender a transformar fotografias convencionais em fotografias HDR =]. Mas antes de começarmos vamos explicar o que é HDR em sua instância mór:

O olho humano pode ver uma grande variedade de instâncias estruturais luminosas tanto as mais pobres quanto as mais ricas em claridade, Mas imagens ancoradas em papel independente da gramatura ou modelo e ainda em televisores, projetores ou monitores  sofrem de uma deficiência crônica na proporção (range) e na comparação: a cor mais clara que um pedaço de papel pode mostrar é limitada pela luz na qual ela é vista, e o branco mais claro que um monitor de computador pode mostrar é limitado pelo seu tubo*(caso dos monitores e tvs CRT)  ou a energia luminosa potencial presente nos leds *(Caso deste tipo de aparelho) ou mesmo Potencial de fundo*(Plasma e LCDS). Como ainda não existe tecnologia capaz de explorar por completo os recursos estruturais luminosos que nossa vista pode suportar oque fazemos é ampliar o ganho luminoso de cada cor =].

Identificar uma imagem que sofreu tal alteração não é difícil, pois as cores são mais intensas e os detalhes extremamente aguçados.

Aproveitando, existem diversas metodologias com vista de se obter um bom resultado em HDR e hoje nós veremos a que considero mais simplória e eficaz.

Primeiro vamos ao exemplo do dia, escolha uma imagem do seu acervo que preferencialmente seja rica em detalhes:

hdr1

Feito isso, duplique a camada base e sobre ela vamos aplicar o filtro denominado “Máscara de Desaguçar” cujo caminho pode ser visto abaixo:

hdr2

É bem verdade que ainda não falei nem uma linha ou mesmo teci qualquer comentário sobre esse filtro anteriormente, então, não existe momento mais apropriado do que este pra isso:

Este filtro tem a  sua serventia mór em amplificar a  estrutura luminosa individual de cada tom e cor presente na imagem =]. Sua interface auto explicativa permite um rápido ajuste dos parâmetros fornecidos a fim de que o ganho seja o desejado . Dito isso vamos aos parâmetros e suas serventias:

Raio : Tal parâmetro tem a sua serventia em determinar a abrangência do efeito sobre os setores colorais da imagem, ou seja, quanto maior for a sua valoração mais setores sofrerão alterações.

Quantidade: Tal parâmetro tem a sua serventia em determinar qual será a intensidade do ganho a ser dado a cada setor, assim, quanto maior for a sua valoração mais forte ficará o tom e cor alvo.

Limite: Tal parâmetro tem a sua serventia em ser o “freio” do filtro, ou seja, quantas quebras entre cor e luz ele deverá efetuar entre os setores para que a imagem não sofra ação total do filtro.

Para um efeito relativamente realista um raio abaixo de 50 e valoração de quantidade entre 1,50 e 2,00 são suficientes.

Quando satisfeito mande o filtro trabalhar.

hdr3

Eis aqui o resultado da ação do filtro, repare como o ganho estrutural interno de todos os setores é visível de longe =]:

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Feito isso, aplique o efeito de camada denominado sobrepor sobre a camada portadora do efeito aplicado duplicando-a em seguida. Sobre a nova camada resultante aplique o efeito de camada denominado “Esconder” e por fim adicione uma máscara a esta nova camada:

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Escolha a opção padrão pois para o efeito HDR precisaremos de uma máscara opaca:

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Feito isso preencha a máscara com preto, para tanto basta utilizar o balde de tinta sobre a imagem :

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Feito isso vamos criar pequena irregularidades na estrutura luminosa do trabalho, selecione um pincel de bordas desfocadas e utilizando preenchimento branco aplique-o em setores sensíveis a sua imagem:

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Para amplificar o efeito basta duplicar a camada portadora da máscara:

hdr10

Feito isso vamos adicionar um pequeno reforço as bordas do trabalho =]. Para tanto duplique a camada portadora do efeito criado pelo primeiro filtro do dia e mova-a de maneira que a nova camada possa ocupar o topo da hierarquia das camadas do trabalho, feito isso vamos aplicar o modo de detecção de borda denominado “Neon”:

hdr11

A valoração do raio é por sua conta mas utilize o bom senso respeitando a estrutura luminosa da sua imagem:

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Eis aqui o resultado da ação do filtro  supracitado:

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Para adequar o seu uso ao trabalho, aplique sobre esta camada  o efeito de camada denominado “Sobrepor” =]:

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Para um encaixe perfeito, apague as áreas com volume em demasia fazendo uso da ferramenta “Borracha” presente na caixa de ferramentas principal do Gimp:

hdr15

E assim fica o nosso exemplo do dia =] :

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Caso deseje um pouco mais de claridade, troque o efeito de camada atribuído a camada duplicada portadora do efeito do primeiro filtro do dia para “Sobrepor” =]hdr17

Voilà! =]

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E para finalizar hoje teremos um bônus para vocês :

Esta imagem poderia ser identificada como HDR em seu pós filterm? Justifique sua resposta.

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Dito isso meus caros, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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The Rush Scratch BRUSH

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on setembro 24, 2009 by phenonart

Caros,

hoje nós vamos contemplar um assunto não tão novo mas ainda bastante solicitado por vocês que é a lincagem de pincéis concorrentes, também conhecida como “O efeito Corrente”.

O “efeito Corrente” se baseia no princípio de que os pincéis podem contar uma história própria dentro do conceito do trabalho a ser confeccionado com os mesmos de maneira independente, mas para que isso aconteça devemos aprender a fazer com que eles trabalhem em conjunto mesmo pertencendo a “famílias” diferentes” . De posse disso vamos começar aprendendo o que são as “famílias” de pincéis, seus criadores e como tais fatores podem influenciar o nosso trabalho:

As ditas Famílias de pincéis:

Famílias nada mais são do que as linhagens criadas por diretores de arte, desenhistas industriais ou simplesmente artistas digitais *(sim, qualquer pessoa pode criar uma família de pincéis caso possua conhecimento para isso pois a profissão ou mesmo título não regula oque se faz em nosso tempo livre. Bom exemplo é o pedagogo João Bueno, desenvolvedor nacional do GIMP =]) . De posse disso nos desdobramos para outra pergunta do mesmo nicho: Como identificar uma família de pincéis? Bem, identificamos uma família quando o autor do recurso disponibiliza um pacote contendo vários pincéis sobre a temática de criação escolhida por ele =], ou seja quando vários pincéis remetem ao mesmo conceito dentro de um pacote único temos uma família =]. Os links abaixo são bons exemplos :

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Odysee-Brushes-62762572 *(Uma família de pincéis abstratos de borda desfocada)

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Eyelashes-Brushes-63531352 *(Aqui temos uma família de pincéis semi-abstratos com aplicação seletiva focada, ou seja eles foram criados para servirem de complemento a imagens realistas )

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Wings-Brushes-62421275 *(Aqui temos outro exemplo semelhante ao anterior porém sem limitação de projeto aparente =])

http://project-gimpbc.deviantart.com/art/GIMP-Tech-or-Sci-Fi-Brushes-63529369*(Aqui temos um exemplo de família abstrata de borda sólida, e geralmente é o estilo mais comum e simples de ser seguido dependendo do padrão desejado.)

Quem cria e porque?

As pessoas que  criam pincéis os fazem para poder ampliar o acervo de recursos disponíveis a ela mesma para que estes auxiliem na composição de trabalhos futuros =], em alguns casos essas pessoas também criam pincéis com a finalidade de ajudar outras pessoas a aumentar o acervo de recursos disponíveis a estas =] podendo ainda fazer isso “de graça” ou não =].

Como isso vai influir dentro do meu trabalho?

Seu trabalho quando feito com pincéis é derivado do FORMATO ORIGINAL deste recurso quando veio a você então o mesmo irá conter traços mesmo que irreconhecíveis daquele recurso que você utilizou =], e como cada família tem suas características e conceito próprio seu trabalho inevitavelmente irá carregar parte deste legado.

Dito isso vamos começar a trabalhar, crie uma nova imagem de cor de fundo a seu gosto e dentro do seu acerto procure por uma família de pincéis, o exemplo abaixo mostra como identificar uma:

Abaixo temos uma imagem do meu acervo de pincéis, repare no pincel hachurado e na seqüência imediatamente após o mesmo:

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Agora se clicarmos com o mouse sobre o pincel selecionado e deixarmos o botão precionado podemos ve-lo em prévia maior,  agora grave na memória o estilo de traço do mesmo:

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Feito isso vamos ao segundo da mesma sequencia, repare como os traços tem a mesma essencia :

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Visto isso podemos concluir que para identificar uma família de pincéis basta analisarmos a estrutura do traçado criado aliada ao conceito legado entre os pincéis ali dispostos, outra boa dica é que as famílias ficam sempre juntas ou seja, pincéis da mesma família ficam dispostos em linha como o exemplo que acabamos de ver.

Dito isso, vamos agora criar uma pequena composição utilizando apenas pincéis de uma família única. Não tenha pudores quanto a fazer encaixes entre os mesmos caso você ache interessante =]:

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Quando terminar, duplique a camada portadora da composição e sobre a nova camada aplique o efeito de camada denominado diferença espelhando-a em seguida:

Repare que mesmo o trabalho tendo sofrido uma modificação conceitual drástica ele ainda conserva o legado da família de pincéis utilizados na confecção do mesmo =]:

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Agora que nós já sabemos oque são famílias de pincéis, como identifica-las e como as mesmas podem influênciar no nosso trabalho vamos agora aprender a utilizar mais de uma família dentro de um trabalho de maneira independente, ou seja cada uma atuará de uma maneira diferente =]. Além disso vamos aproveitar e descobrir como integrar famílias diferentes em uma composição única.

Comecemos optando por uma família primária, no caso escolhi a linhagem “Phantom” que é abstrata-semi-desfocada” onde o encaixe entre pincéis é simples e bem bacana. A cor que escolhi para este exemplo é um tom de azul:

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Note como o encaixe entre os recursos é suave:

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Agora repita o encaixe algumas vezes entre os pincéis no seu exemplo:

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Como esta família possui poucos pincéis e o tamanho dos mesmos não permite grande cobertura da área útil de imagens grandes, duplique a camada portadora da composição quantas vezes quiser aplicando em seguida nas novas camadas o efeito de camada denominado “Somente Clarear”. Feito isso pocisione-as onde desejar:

lesenfants17

Feito isso é hora de “fechar” as amarras do trabalho, existem muitas maneiras de fazer isso, uma das minhas prediletas é esta:

Combine todas as camadas visíveis e duplique a resultante e sobre a nova camada aplique o efeito de camada denominado “Somente Clarear”:

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Agora um toque de simetria =]:

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Mas…e se o efeito de camada fosse o “Somente Escurecer”?? =]:

Repare como tal efeito aliado a simetria criou bordas sólidas e ranhuras profundas, porém o legado dos pincéis permanece =]:

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E se eu quiser um ganho de luz? É simples, combine as camadas visíveis, duplique a resultante e sobre a nova camada aplique o efeito de camada denominado “Adição” =]:

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É possível ainda utilizar pincéis de outra família para criar um novo desenho sobre o já proposto=]:

Voltando a situação pré-ganho de luz, basta escolher uma família que possua pincéis de abrangência significativa e aplica-los sob a chancelaria da ferramenta “Borracha”, presente na caixa de ferramentas principal do Gimp =]:

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Visto isso, vamos voltar a situação pós simetria pois agora vamos criar a composição secundária do nosso trabalho, a ser feita com outra família de pincéis, para tal basta criar uma nova camada transparente e posiciona-la abaixo da camada portadora da primeira composição que criamos, ainda falando sobre esta primeira camada na hierarquia, torne-a invisível para podermos trabalhar melhor ou aplique o efeito de camada denominado “Somente Clarear” para que se possa medir a compatibilidade entre as mesmas:

IPC: Como agora ambas as camadas “não possuem fundo” crie uma nova camada de fundo negro e posicione-a abaixo de todas para que o fundo retorne a posição original:

Para a segunda composição escolhi uma família de pincéis abstratos que remetem a texturização de ambientes, este tipo de família é sempre uma opção neste tipo de trabalho pois o encaixe entre os pincéis é ainda mais suave, mesmo com padrões repetidos:

lesenfants23

Quando terminar com a família secundária, ainda podemos procurar por outra que possa ser incorporada a composição a fim de criar uma extensão da primeira, no caso o exemplo abaixo ilustra isso com maestria:

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Caso deseje você pode ainda fazer a mesma coisa que fizemos com a composição primária até mesmo simetria =]:

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Quando terminar basta tornar a composição primária novamente visível caso a tenha desmarcado =], ainda aqui é importante lembrar que utilizei a mesma em fase “pré ganho de luz”:

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Eis oque temos aqui:

Repare como ambas as composições possuem histórias independentes porém compatíveis =]:

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Para o ganho de luz uniforme basta combinar as camadas visíveis e aplicar o efeito de camada denominado “Adição” sobre a nova camada =]:

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Eis oque temos agora =]:

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Agora vamos colocar um pouquinho mais de diversidade neste trabalho=]:

Conforme prometido vamos aprender a inserir uma imagem de estrutura luminosa rica dentro do nosso trabalho =]:

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O primeiro passo é inverter as cores da mesma, isso porque a composição tem extrutura luminosa distribuida em setores de pequena dimenção que emanam luz povoando o restante da mesma:

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Agora basta colar a mesma em forma de nova camada e sobre esta última aplicar o efeito de camada denominado “DIVIDIR”, isto fará com que a imagem se adapte a estrutura luminosa local e retorne a sua cor base =]:

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Eis aqui o final do nosso exemplo do dia =]!

Para ve-lo em tamanho real basta clicar sobre o mesmo =]:

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Então hoje meus caros aprendizes nós aprendemos a administrar famílias de pincéis e a contar uma história única com eles dentro de um trabalho abstrato =]. Dito isso vejo vocês nos nosso próximo assunto!

Make a right corner

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Caros,

o assunto do dia remete a mais um “pedido” de um aluno, referente a aplicar movimento a uma imagem de conceito estático através do emprego do efeito “borrão” muito comum em fotografias urbanas com movimento, sua utilidade mór é distorcer objetos e dar sensação de velocidade aos mesmos.

Comecemos escolhendo a imagem do dia:

Escolhida a imagem vamos começar aplicando de imediato a tão solicitada “sensação de movimento” da seguinte maneira:

Tal processo se dá por estágios, começamos primeiro analisando a imagem visando mapear os setores que necessitam de ação seletiva, no caso de imagens envolvendo automóveis podemos dizer que as rodas merecem prioridade 1. Dito isso, primeiro duplique a camada base, em seguida fazendo uso da ferramenta de seleção elíptica selecione a área que necessita da ação seletiva :

rightone1

Pulo do gato: Agora observe o angulo de ataque da roda e mova o cursor do mouse até a mesma, anotando em seguida seu posicionamento em pixel s*(no caso do exemplo do dia: 626 x 810 pixel s) tal informação consta na interface portadora da imagem em seu canto inferior esquerdo:

rightone2

De posse disto vamos ao filtro responsável pela mágica do dia, ele se denomina “Borrão de Movimento” e o caminho até o mesmo pode ser visto abaixo:

rightoneantesdo3

Aberto o filtro vamos agora avaliar que tipo de movimento precisamos simular, tomando como exemplo para ação seletiva a roda, é virtualmente inegável que o parâmetro radial se mostra ideal, depois basta inserir as coordenadas que anotamos anteriormente para que o movimento se desencadeie próxima ao centro das coordenadas fornecidas, no caso do parâmetro “Y” eventuais correções podem vir a ser necessárias dependendo do angulo de ataque do fragmento. Para finalizar o ajuste, escolha um ângulo de ataque de baixa valoração para deixar o fragmento apenas com a sensação da velocidade desejada:

rightone3

Quando estiver satisfeito autorize o filtro a trabalhar:

Eis aqui : É absolutamente normal que alguns trechos sejam afetados pela ação do filtro em demasia, para corrigir o problema basta fazer uso cauteloso da ferramenta “borracha” presente na caixa de ferramentas principal do Gimp. As imagens abaixo ilustram este processo:

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rightone5

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Após apagar todas as discrepâncias e desfazer a seleção nós ficamos assim =]:

Note como a roda apresenta a sensação de movimento desejada:

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O processo para fazer o mesmo com a outra roda é similar, porém dependendo do posicionamento e ângulo de ataque da mesma a abordagem e abrangência da seleção podem mudar já que a ferramenta de seleção tem a sua forma geométrica base alterada para melhor encaixar no fragmento pretendido:

rightone8

Uma vez aberto novamente pequenas correções nos parâmetros são ecessenciais já que o ângulo de ataque nem sempre colabora na obtenção do ponto de referência:

Repare como os parâmetros são próximos mas não os exatos “134×806” obtidos em x e y na interface portadora da imagem:

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E não se esqueça de fazer uso da “borracha” para corrigir as discrepâncias!

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Agora que já fizemos o movimento seletivo, vamos ao grosso da imagem, no caso a sensação de velocidade virá através de riscos lineares a serem criados pelo filtro. Para tanto duplique a camada base da imagem e mova-a para o topo da hierarquia das camadas arrastando a mesma para cima na interface de controle de camadas:

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Aberto o filtro, mude o parâmetro de orientação de aplicação para Linear e configure um angulo de ataque que seja compatível com a direção na qual o veiculo ou objeto está “se movendo”, o comprimento é a seu gosto:

rightone13

Eis oque temos após o filtro trabalhar:

rightone14

Para fundir a nova camada ao trabalho de maneira que a sensação de movimento faça o seu papel basta aplicar sobre esta camada o efeito de camada denominado “Luz Dura”” -=]:

rightone15

Caso deseje amplificar o efeito basta duplicar a camada do mesmo =]:

rightone16

Para quem preferir ampliar o leque de possibilidades :

Troque o efeito de camada destas camadas pelo efeito denominado “Super-Exposição”:

rightonepre17

Repare que o efeito subtrativo de grande abrangência alterou de forma sutil mas marcante a estrutura luminosa do trabalho de maneira que uma grande area negra se formou na parte inferior do automóvel, isso nos deixa espaço para embarcar uma pequena composição abstrata dentro do trabalho =]:

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Eis aqui:

rightone18

E assim ficou o nosso exemplo do dia =] :

rightone19

Então meus caros, hoje nós aprendemos a arte de aplicar movimento a objetos estáticos através do uso do efeito “borrão” =].

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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