Arquivo de agosto, 2009

Asilo-Nurserya.

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, O GIMP, razgriz, software livre, Tutoriais on agosto 27, 2009 by phenonart

Caros,

Chegou o momento de adentrarmos no território compreendido entre a adestração do olhar e a universalidade das metodologias e suas ferramentas para direcionar o pensamento do observador para dentro dos nossos interesses sejam estes de que natureza for. Sabido pelos “mais antigos”*(cortesia do Major Bernardo do CCA-BR) que a minha vertente favorita de criação é a dita como “Gore Art” que nada mais é do que o “repugnante, o violento e o sádico” transformados em “arte”. Aproveitando, vamos tentar entender oque de fato é “ARTE” e oque é “SOBREVIVÊNCIA”:

“Computadores fazem ARTE e os artistas fazem Dinheiro” *(Chico Science)

Os dois pólos:

Tanto já falei sobre eles que para os “mais antigos” chega a soar como uma “metralhadora ponto cinqüenta disparando contra os tímpanos” mas para quem “acabou de chegar” isso é extremamente importante:

O VER:

Nossos olhos, ouvidos, membros e pele são as janelas que nos permitem enxergar o mundo exterior da forma como ele é sem pré julgamentos ou interpretações, todas as pessoas enxergam as coisas da mesma maneira pois nada se adapta a você, tudo vem em sua forma “nua”, e tal inadaptabilidade primária impede que se possa escolher o que será visto ou não =], ou seja, a única maneira de não se enxergar o exterior em sua forma “nua” é fechando as janelas corporais que permitem que tal coisa focada seja vista.

O OLHAR:

O olhar nada mais é do que a forma como nós INTERPRETAMOS  tudo oque chega a nós pelas nossas janelas corporais supra-citadas ou seja a partir do que recebemos podemos formar nosso próprio ponto de vista a respeito das coisas que chegam até nós e dar a elas a roupagem que julgamos mais apropriada, ou seja, ninguém olha alguma coisa de maneira idêntica ao modus operandi de outra pessoa apesar de a similaridade ser algo plenamente possível =].

Dito isso vamos a um pequeno adendo sobre adestração do olhar e tempo:

Faça um pequeno teste com seus olhos: Tente olhar para alguém fixamente por mais de 5 minutos, provavelmente você não conseguirá ou sentirá uma lancinante vontade de desviar os olhos ou mesmo fecha-los. Isso porque os nossos olhos foram treinados a capturar as coisas de forma quase instantânea, é fato que o “imediatismo” agora é uma parte da nossa espécie , o tempo se transformou em algo tão raro e CARO quanto um desses carros feitos “de maneira artesanal ” por fabricantes como Ferrari ou Bugatti. O problema é que isto faz com que o mesmo acabe sendo consumido antes mesmo que nós tenhamos a chance de formar a nossa opinião sobre determinado assunto. Para compreender melhor oque foi dito aconselho que você aprendiz assista ao filme denominado “Janela da Alma” que trata desta questão com maestria.

Dito isso, vamos agora analisar o processo de adestração do olhar para dentro dos nossos interesses. Como existem infinitos conceitos e mensagens que poderíamos transmitir, preferi optar pelo meu favorito *(Gênero Gore) apenas para tornar o assunto mais “confortável”.

Comecemos escolhendo a imagem base do dia:

Repare que por si o semblante do rosto já de certo intimidador mas de forma branda, para um ar de terror, vamos agora escolher uma outra imagem para ser incorporada a esta primeira por fusão conceitual:

gorium1

Eis aqui, no gênero “gore” o uso de vísceras é relativamente comum:

gorium2

Agora copie e cole a nova imagem sobre a original em forma de nova camada e posicione-a a seu gosto inclusive rotacionando se assim julgar necessário ou mesmo apropriado:

gorium3

Feito isso vamos agora a fusão entre estas:

Como o tamanho de ambas é semelhante e a estrutura luminosa tem inserções de luz e agrupamentos de pixel s em regiões relativamente simétricas, o efeito de camada subtrativo denominado “Super exposição” cumpre bem a tarefa:

BIZU: Ambas as imagens tem estrutura luminosa com focos de luz muito específicos em seu centro, sendo a periferia *(extremidades) dotada de quase total ausência de luz ou mesmo preto. O efeito de camada supracitado nada mais fez do que realçar tal vertente. Repare que apenas esta ação já amplificou a agressividade do semblante =]

gorium4

Povoar a imagem com detalhes é sempre uma boa pedida:

gorium5

Para detalhes com estrutura luminosa superior a pré existente no trabalho, o efeito de camada multiplicar é o ideal na maioria das situações:

Não se esqueça de fazer uso da ferramenta “Borracha” a fim de aparar as eventuais discrepâncias:

gorium6

Para anexar detalhes em tons de cinza e com estrutura luminosa rica em luz, o efeito de camada primário*(o que fora utilizado na anexação da primeira imagem )

gorium7

Voilà!=]

gorium8

Para anexar imagens com multiplas cores e estrutura luminosa contrastante, o que foi dito acima também pode ser aplicado:

gorium9

gorium10

Eis aqui o nosso exemplo concluído ! =]

gorium11

Agora que já vimos um bom exemplo de adestramento, vamos a outro com estrutura luminosa rica, sim as coisas mudam meus queridos mas nem tanto=]:

Comecemos escolhendo uma nova imagem com as diretrizes solicitadas acima:

gorium12

Neste caso optei por amplificar um dos conceitos internos desta imagem, no caso a “inocência” mas com um ar mais pesado. Para tal farei uso de uma técnica que sempre quis ensinar aqui, chama-se “The patcher” que é fundir imagens menores de maneira semi-simétrica a uma imagem maior, vamos a ela:

Primeiro a imagem menor:

Com a mesma vou criar rachas na pele da moça no balanço:

gorium13

Primeiro cola-se a imagem menor sobre a meior em forma de nova camada posicionando-a no local desejado:

Reparem em algo interessante aqui, apesar dos tons diferentes o nível de luz presente em ambas as estruturas luminosas é extremamente semelhante =]:

gorium14

Feito isso, aplica-se o efeito de camada denominado “Sobrepor” sobre a mesma=], tal efeito se mostra eficaz ao extremo pelo detalhe supracitado =]:

Agora basta fazer uso da ferramenta “borracha” para aparar as arestas e eventuais discrepâncias =]:

gorium15

Feito isso, basta agora duplicar esta mesma camada algumas vezes e posicionar a gosto espelhando se julgar necessário:

gorium16

A atenção com os detalhes no uso da borracha é PRIORIDADE para um resultado satisfatório nas partes menores:

gorium17

gorium18

gorium19

Eis oque temos até aqui:

gorium20

Para o vestido nada melhor do que uma estampa que remeta diretamente ao conceito do trabalho não =]? Repare que o efeito de camada é o mesmo *(“Soprepor”):

gorium21

Eis aqui:

gorium22

Para finalmente alterar o conceito por inteiro, precisamos alterar a estrutura luminosa e coloral do trabalho de modo que as mesmas possam transmitir a mensagem de maneira colaborativa:

O filtro a cargo desta tarefa é o nosso já velho conhecido “Mapeamento Alien” cujo caminho pode ser visto abaixo:

gorium23

A fase da saturação e a frequencia da mesma são o caminho para uma redistribuição coloral satisfatória, quanto aos parâmetros de luminosidade uma valoração entre 0,40 e ,080 é o ideal para a frequencia e nula para a fase é o ideal neste caso.

gorium25

E assim fica o nosso exemplo =] :

Acredito que a imagem fale por si só.

gorium26

Dito isso meus caros, vejo vocês no nosso próximo assunto!

O vetor dentro da cor

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , on agosto 20, 2009 by phenonart

Caros,

O assunto do dia remete novamente a esfera das estruturas vetoriais, hoje veremos o processo de criação de uma estrutura vetorial vazada através da anexação de outro vetor incluindo soma e alteração estrutural luminosa de cor.

Comecemos abrindo o Inkscape e importando duas imagens para o mesmo, sendo uma generalista, rica em detalhes e outra para o conceito interno e central do trabalho:

No caso do exemplo do dia, a imagem do tigre é a imagem portadora do conceito central e a imagem da cobra a generalista:

pythontiger1

Agora selecione primeiro a imagem portadora do conceito central para que possamos criar sua estrutura vetorial de maneira primária. Como o filtro denominado “Traçar Bitmap” já é íntimo do nosso dia-a-dia deixo apenas o caminho até o mesmo adjunto de um breve comentário a respeito dos parâmetros do dia:

pythontiger2

No caso de uma imagem de conceito central de traços bem definidos e limpos como o nosso “tigre” basta utilizar uma valoração alta quanto a intensidade do brilho para que a estrutura vetorial criada preserve tais traços:

pythontiger3

Eis aqui:

Feito isso podemos deletar a primeira imagem deixando apenas o traço vetorial:

pythontiger4

Quanto a segunda imagem faremos o oposto, como a mesma é rica em detalhes, vamos deixar “fendas” na estrutura vetorial para que a estrutura vetorial criada anteriormente possa ser encaixada dentro da mesma. Isso se faz dando uma valoração relativamente baixa ao parâmetro denominado “Intensidade do Brilho”:

pythontiger5

Após o término da tarefa delete a imagem original deixando apenas a estrutura vetorial. Feito isso, amplie de maneira congruente o tamanho da estrutura vetorial recém criada *(basta pressionar a tecla Ctrl enquanto arrasta a proporção com o mouse) , isto porque nós vamos encaixar a estrutura vetorial portadora do conceito central do trabalho *(tigre) dentro da nova estrutura criada a partir da imagem generalista:

pythontiger6

Basta agora arrastar a estrutura vetorial do tigre até uma das fendas da estrutura generalista =]:

pythontiger7

Note que você pode duplicar o objeto de conceito central quantas vezes quiser a fim de testar novos posicionamentos de maneira mais rápida e eficaz:

pythontiger8

Feito isso, duplique toda a estrutura do trabalho para que você possa manter mais opções de escolha caso queira refazer este pequeno exercício no futuro:

pythontiger9

Feito isso, voltemos a estrutura original, escolha o posicionamento da estrutura portadora do conceito central que mais lhe agradou e sobre a área abrangida pela mesma crie um retângulo que a cubra de maneira satisfatória:

pythontiger10

Feito issso, Selecione agora os seguintes objetos: O  tigre, o retângulo recém-criado e a estrutura da imagem generalista descartando-se o restante:

pythontiger11

Agora faremos uso da ferramenta denominada “Clip” a fim de obter apenas a área abrangida pelo nosso retangulo descartando-se assim o restante da área vetorial construída:

pythontiger12

Pronto =]:

Note que esta ação deixou apenas a área que desejando preservando a independência entre os objetos :

pythontiger13

Muito bem, agora duplique o objeto portador do conceito central do trabalho e preencha-o com uma cor do seu interesse, no caso do exemplo do dia optei pelo branco mesmo:

Feito isso, aplique sobre o novo objeto degradê Radial :

pythontiger14

Eis oque temos =]:

Note que agora o fundo da estrutura generalista se destaca graças ao resíduo da estrutura luminosa do degradê aplicado de forma radial=]:

IPC: Para uma leve sensação de volume, mova delicadamente a nova estrutura um em qualquer direção por 1 ou 2 pixel s no máximo:

pythontiger15

Para enriquecer o destaque aos fragmentos generalistas basta duplicar o objeto que sofreu a ação do preenchimento em degradê radial de maneira que o fundo seja preenchido por completo:

pythontiger16

Feito isso, para descartar os fragmentos indesejados resultantes desta ação basta criar um novo retangulo que abranja apenas a área a ser mantida, selecionar todos os objetos e sobre estes fazer uso novamente da ferramenta denominada “Clip”:

pythontiger17

Voilà! =]

Note que agora temos apenas a área que desejamos e novamente os objetos com a sua independência intacta =]:

pythontiger18

Feito isso, podemos agora agrupar os objetos e exportar o nosso trabalho para terminarmos o serviço no Gimp com alguns pincéis de conceito compatível com o mesmo =]:

pythontiger19

pythontiger20

Primeiro precisamos criar uma nova camada de fundo branco e posiciona-la abaixo da camada original do nosso trabalho, isto porque o nosso objeto não tinha fundo no Inkscape, oque é perfeitamente normal em trabalhos vetoriais, tal fundo branco é uma relativa ilusão pois não há realmente nada ali além de transparência =]:

pythontiger21

Feito isso, crie uma nova camada transparente aplicando sobre a mesma o efeito de camada sobrepor, isso nos dá o terreno necessário para podermos criar uma pequena composição com pincéis negros de conceito compatível com o trabalho enriquecendo-o em detalhes sem polui-lo ! =]

pythontiger22

Para preencher um tanto da área em cor luz, basta criar uma nova camada transparente com opacidade em no máximo 20% para dentro da mesma terminar a sua composição com pincéis =]:

pythontiger23

E assim termina o nosso exemplo do dia! =]

pythontiger25

Então hoje meus caros nós analisamos o processo de criação de uma estrutura vetorial vazada através da anexação de outro vetor incluindo soma e alteração estrutural luminosa de cor=] , Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

The Lighten Spirals

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, software livre with tags , , , , , , , , , on agosto 10, 2009 by phenonart

Caros.

O assunto do dia, remete novamente as espirais volumétricas, desta vez iremos analisar o processo de mesclagem por imersão volumétrica de maneira que se possa criar novos padrões uniformes ou não apenas fazendo uso da alternância dos efeitos de camada:

Para dar “um toque de sal”, comecemos escolhendo uma imagem para servir de plano de fundo para o nosso exemplo do dia:

lightenex1

Muito bem, crie uma nova camada transparente e acesse a lista portadora do seu acervo de degradês, na mesma selecione um padrão que apresente quebra de cor e tonalidade contínua nas partes pós divisão, a imagem abaixo já traz um padrão que atende as diretrizes citadas aqui:

lightenex2

Feito isso, na interface de controle de degradês presente na aba ou janela denominada “opções de ferramentas” selecione o padrão de aplicação denominado espiral com orientação á gosto. Note que o padrão de aplicação terá influência direta sobre o formado que o trabalho irá possuir, note que ao término deste exercício você estará apto a fazer uso de qualquer outra forma de aplicação que lhe agrade:

lightenex3

Muito bem, agora aplique o degradê  com arrasto curto, de maneira que o padrão possa ser repetido algumas vezes:

lightenex4

lightenex5

Agora vem o “pulo do gato”: Aplique sobre a camada portadora do degradê o efeito de camada denominado “Extrair grãoa” =]:

lightenex6

Agora duplique essa mesma camada algumas vezes =]:

Repare como já temos volume =]: Agora repare no padrão volumétrico criado, note que o mesmo é liso e uniforme, vamos agora alterar o seu curso:

lightenex7

Muito bem, crie uma nova camada transparente:

lightenex8

Agora aplique o mesmo padrão degradê, mas desta vez utilize raio de aplicação longo:

lightenex9

Eis aqui:

lightenex10

Agora aplique o efeito de camada denominado “Extrair grãos” sobre a mesma

lightenex11

E por fim duplique-a algumas vezes =]

lightenex12

Agora caso deseje você ainda pode acrescentar uma pequena composição com pincéis de conceito compatível em camada transparente=]:

lightenex13

Eis aqui o nosso exemplo finalizado=]:

lightenex14

E aqui o mesmo exemplo com padrão de aplicação secundário alterado =]

lightenex15

Então hoje meus caros, nós vimos o processo de mesclagem de degradês volumétricos de modo que um padrão único pudesse ser criado =]. Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

A face da flor

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, razgriz, software livre, Tutoriais with tags , , , , , , , , on agosto 7, 2009 by phenonart

Caros,

confesso que o assunto do dia é fruto de outro flash que tive ouvindo Thievery Corporation, mas falando  em termos mais técnicos, vamos anexar um objeto a outro de maneira que formem conceito único, vamos lá?

Comecemos colhendo de nosso acervo as imagens do dia:

facius1

E respectivamente a imagem a ser incorporada a supracitada:

facius2

A metodologia de adaptação em imagens receptoras em tons cinzas seletos é bem simples, basta colar o novo objeto em forma de nova camada e sobre a mesma aplicar o efeito de camada neutro denominado “Valor”=], movendo-o em seguida para a sua localização final. Feito isso basta agora utilizar a ferramenta “Borracha” presente na caixa de ferramentas do Gimp em dois estágios:

Primeiro elimina-se o “grosso” do plano de fundo do objeto a ser incorporado :

facius3

Não tenha pressa, use e abuse dos pincéis maleáveis e de bordas desfocadas de maneira que restem apenas fragmentos do fundo original do objeto a ser incorporado:

facius4

Agora vamos ao “segundo estágio” , que também diria que pode ser considerado o “pulo do gato” do dia: Apague os trechos do novo objeto que possuem estrutura luminosa relativamente fiel aos fragmentos de junção *(início e ou término do ponto de encontro entre os objetos), de maneira que um encaixe contínuo se forme entre os objetos:

facius5

Feito isso, vamos agora tornar a estrutura luminosa do objeto anexado menos incongruente frente ao objeto base, para isso basta dessaturar a camada portadora do mesmo:

facius6

O parâmetro de configuração depende muito do tipo de estrutura que se deseja criar, no entanto o parâmetro denominado “Média” atende muito bem a maioria dos casos pois torna a estrutura luminosa relativamente congruente evitando sobressaltos de luz:

facius7

Eis aqui!=]

Repare como a estrutura luminosa de ambos os objetos corroboram para que a junção se torne o mais natural possível refletindo o conceito de unificação:

facius8

A cor vinda da flor:

Meus queridos, uma técnica bacana de se adicionar cor a m trabalho com essa vertente é utilizar a estrutura coloral do objeto que foi incorporado a imagem original em seu estado natural, para isso, copie e cole-o novamente em forma de nova camada aplicando em seguida sobre esta última o efeito de camada subtrativo denominado “Sobrepor”:

facius9

Feito isso, basta apagar os fragmentos indesejáveis fazendo uso da ferramenta “borracha”=]:

Quando terminar, basta duplicar a camada quantas vezes desejar e posicionar as mesmas onde desejar para que a imagem possa ser nutrida por nova estrutura coloral=]:

facius10

Eis aqui! =]:

Repare que tal efeito ainda gera ligeira sensação de volume nas áreas de estrutura coloral luz*(olhos) =]:

facius11

Note que alguns fragmentos de fundo ainda podem ser eventualmente esquecidos, então sempre passe um “pente fino” na camada antes de dar o trabalho por finalizado:

facius12

Duplicando uma camada de cor e mantendo a nova camada na justa posição só corrobora para a criação da sensação de volume:

facius13

Eis aqui =]:

Sim de fato não esqueci do centro-foco do nosso exemplo do dia, vamos a ele:

facius14

Primeiro vamos adicionar um pouco de cor, utilizando oque vimos acima:

facius15

Eis aqui:

Até poderíamos encerrar por aqui, mas não sem antes um pequeno desafio =]

facius16

Após a unificação das camadas aplicou-se simetria subtrativa parcial a imagem:

facius17

Agora cabe a vocẽ descobrir os pontos estruturais afetados e os originais! =]

facius18

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Grafiteiros do Front

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, O GIMP, razgriz with tags , , , , , , , , , on agosto 2, 2009 by phenonart

Caros,

esses dias andando pela rua lembrei de um pedido um tanto antigo de um aluno: “Como eu posso fazer aqueles grafites que eu vejo nas pontes, viadutos e muros de subúrbio ? ” Pois é, é exatamente isso que iremos fazer hoje.

Comecemos abrindo o Inkscape e digitando um texto no mesmo, ou se preferir crie um pequeno desenho com as fontes ou objetos de sua preferência:

graftront1

Agora, duplique o objeto criado, *(apenas para que você possa criar uma nova variante do mesmo depois):

graftront2

Agora, amplie a largura do traço para um valor astronómico acima de 50,000, isto fará com que a borda “englobe” o meio do objeto como um todo:

graftront3

Agora, para o caso de o seu objeto também ser um texto como o do exemplo do dia, vamos transformar o mesmo em caminho vetorial:

graftront4

Feito isso, vamos agora entortar a nossa estrutura vetorial, isto para formar o “entorse” que tanto se vê em grafites tipográficos como o do exemplo de hoje:

Para esta tarefa vamos fazer uso do filtro denominado “Curvar Caminho” hospedado dentro do menu denominado “Efeitos sobre caminhos” cujo caminho pode ser visto abaixo:

graftront5

Primeiro clique em aplicar e por fim no ícone de edição vetorial presente na interface do recurso, depois crie uma entorce que lhe agrade:

graftront6

Feito isso, vamos agora construir o nosso grafite, comecemos duplicando o objeto base e preenchendo sua borda de branco, em seguida mova delicadamente o objeto um pouco para cima ou qualquer direção, isto para obter um pouco de volume, note que tal procedimento não é de fato essencial, pois nem sempre tal volume é aparecente ou mesmo utilizado:

graftront7

Agora duplique o novo objeto, retire o preenchimento de traço deixando apenas seu núcleo aparente:

graftront8

Agora você pode selecionar o objeto de bordas brancas e pinta-lo com uma cor do seu agrado =]:

graftront9

Em seguida faça  mesmo com o objeto sem preenchimento nas bordas tomando a precaução de optar por cor compatível com a do objeto abaixo dele.

graftront10

Agora quanto ao objeto negro podemos optar por movelo alterando assim a posição da sombra volumétrica =]:

graftront11

Para criar uma sensação de volume por dentro das letras, duplique o objeto que possui apenas preenchimento interno e pinte-o de preto, abaixando sua seleção em um passo, ajustando sua posição em seguida:

graftront12

Feito isso, hora de exportar e usar! =]:

graftront13

Agora que voltamos ao Gimp, vamos ao seu uso:

graftront14

Escolha imagens que remetam a mralhas ou paredes para que possamos aplicar o nosso pequeno grafite:

graftront15

Um simples efeito de camada costuma resolver a “parada”, o efeito denominado “multiplicar” é apropriado pois a subtração luminosa anexa o objeto com perfeição as ranhuras da parede em questão:

graftront16

Eis aqui! =]*(os gregos que me perdoem…SEYAAAAAAA! “IKKIIII…!!!” ehehehe)

graftront17

Outro exemplo de aplicação é o perspectivo:

Com o objeto já em forma de nova camada, ative a ferramenta de perspectiva presente na interface principal do Gimp

graftront18

E ajuste o objeto de acordo com o angulo de ataque do objeto presente na imagem receptora:

graftront19

Feito isso, Aplique o efeito de camada denominado “Sobrepor’ sobre o objeto a fim de visualizar melhor sua posição:

graftront20

Uma vez definida, aplique sobre tal camada o efeito de camada denominado multiplicar, duplicando e dessaturando a camada resultante em seguida e aplicando sobre a mesma o efeito de camada denominado “Luz Dura”=]:

graftront21

De fato o volume negro neste final de exemplo mostrou-se desnecessário mas como o objetivo era apenas abrir o leque de possibilidades para vocês ele cumpriu seu papel =] . Dito vejo vocês no nosso próximo assunto!

%d blogueiros gostam disto: