Arquivo para Fedora

S.O.L.G

Posted in Gimp Documentação with tags , , , , , on outubro 15, 2008 by phenonart

Caros,

Hoje vamos aprender a criar objetos com ilusórias 3 dimensões, vamos lá?

Vamos começar o exemplo do dia criando um retângulo simples de cantos arredondados dentro do Inkscape com cor de nossa livre escolha:

Feito isso, crie um novo objeto circular em tom de cinza claro que contemple toda a extremidade superior do retângulo com o diâmetro desejado para a abertura volumétrica:

Agora vem o primeiro PULO DO GATO:

Duplique o circulo recém criado e dê ao novo objeto a cor preta para facilitar a visualização, depois pressione simultaneamente as teclas : “Ctrl, Shift e 9” . Isto fará com que o novo objeto criado seja redimensionado de maneira uniforme já centralizado com o seu objeto de origem quando aplicável! =]:

Feito isso vamos adicionar reflexo ao nosso objeto a fim de que o mesmo ganhe volume, para isto, duplique o retângulo que criamos primeiro e preencha-o de branco, depois aplique sobre este ultimo degradê linear com alteração da estrutura luminosa em forma horizontal e desfocagem*(Borrão) em torno de 10 % e para finalizar reduza um pouco a sua opacidade. As imagens abaixo ilustram este processo:

Retângulo branco criado:

Alteração da estrutura luminosa do degradê com a desfocagem já aplicada sobre o objeto com opacidade reduzida:

Agora basta selecionar os círculos criados anteriormente e levanta-los para o topo, dessa maneira o reflexo não irá afeta-los =]:

Aplicado o reflexo, vamos agora criar uma sombra para o nosso exemplo:

Para esta tarefa, duplique o círculo cinza e torne o mesmo preto, transformando o objeto em caminho, delete o nó da extremidade superior e mova esta parte da estrutura vetorial um pouco para baixo, em seguida aplique desfocagem sobre o objeto em torno de 5% :

Feito isso, decresça a seleção até que a mesma fique abaixo do nosso trabalho formando uma sombra:

Terminado o procedimento acima eis o que temos até aqui =]:

Agora que já temos o shape básico podemos prosseguir:

Para incrementar o exemplo do dia, escolha uma fonte de sua preferência e escreva algo, depois selecione a ferramenta “Belzier” e crie uma linha reta para em seguida utilizando a ferramenta de edição de nós vetoriais torna-la curva:

Feito isso, coloque o texto sobre o caminho do novo objeto criado, para isto, selecione ambos e clique em “Por no Caminho”:

agora basta alterar o caminho para que o texto se adeque a sua vontade, depois de brincar um pouquinho, faça com que o texto se adeque as diretrizes visuais do seu exemplo. As imagens abaixo ilustram este processo:

Texto já sobre o caminho:

No caso o entorse do exemplo se deu para que o mesmo possa contemplar o exemplo como um todo.

Selecionando apenas o caminho, vamos torna-lo invisível deixando seu traço sem cor:

Agora selecione o objeto texto, pinte-o da mesma cor escolhida para ser a cor do nosso trabalho e mova-o até que este esteja diretamente sobre o trabalho, depois reduza sua opacidade para cerca de 18%  abaixando a seleção até que ela fique por trás do degradê que aplicamos. Para finalizar, duplique o objeto texto mais duas vezes e sobre o objeto mais novo aplique nova cor para formar contraste. No caso do exemplo do dia o mesmo foi preenchido com preto.

Feito isso, voltemos nossas atenções para o círculo preto, vamos alterar sua estrutura luminosa a fim de que o mesmo possa dar algum volume interno ao nosso trabalho.

Para isto selecione-o e aplique degradê linear sobre o mesmo, depois altere a estrutura luminosa do degradê de cima para baixo conforme ilustrado abaixo:

Vamos agora adicionar um pequeno reflexo na parte interna do nosso trabalho, para isto crie um pequeno retângulo de cantos arredondados com preenchimento branco:

Agora reduza um pouco a sua opacidade e altere a sua estrutura luminosa utilizando degradê linear com alteração do seu tracejo de cima para baixo como pode ser visto na imagem abaixo:

Para finalizar, desfoque um pouco o novo objeto para que o mesmo se torne parte do nosso trabalho:

Terminamos? Sim, mas vamos a uma surpresinha final: É possível modificar a borda do nosso trabalho com uma ação bem simples:

Duplique o retângulo cinza e aplique sobre o mesmo degradê radial com padrão refletido estruturalmente semelhante ao visto na imagem abaixo, depois selecione o retângulo cinza antigo e este novo:

Depois aplique interseção sobre a seleção :

Voilá! =]

E aqui temos os dois objetos feitos pelo exemplo do dia =] :

E para finalizar um pequeno desafio :

Questão de prova para o grupo de alunos denominado “Os Processos”:

COMO EU CHEGUEI A ISTO?

Aos demais:

Vejo vocês no nosso próximo assunto! =]

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Pet Cemetery

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Caros aprendizes,

hoje nós vamos falar sobre construção conceitual de cenários tanto em teoria quanto em prática .

Comecemos revendo alguns conceitos básicos:

O que é um conceito?

Conceito nada mais é do que uma idéia no ato da sua concepção e essência. Isso nos leva a outra pergunta :

Como transmitir o nosso conceito de forma que o mesmo praticamente não sofra distorções?

Lembremos do que vimos a respeito do “Ver” e do “Olhar”, note que todos nós enxergamos através dos nossos sentidos que são as nossas janelas para o exterior, ou seja, nós não podemos escolher aquilo que vamos ver. Porém, isso não nos obriga a interpretar tudo que chega a nós da mesma maneira possibilitando o surgimento de diversos pontos de vista variando de maneira escalável entre os receptores com alta ou baixa dispersão, então a melhor maneira de se passar um conceito sem deforma-lo é preciso pensar nos objetos que lembram o conceito desejado sejam eles tangíveis ou intangíveis como por exemplo: O que lembra o problema do aquecimento Global? Que Objetos poderiam ser atribuídos ao mesmo? Bem, poderíamos utilizar o derretimento das camadas polares, fábricas soltando fumaça negra, céu poluído e etc…

Uma palavra da resposta acima merece atenção especial : O que é “Dispersão”?

Dispersão é o grau de distorção que a mensagem sofre devido a uma interpretação por parte do receptor diferente da desejada pelo autor, ou seja quanto menor for a dispersão mais eficiente será o seu trabalho.

Visto isso, podemos prosseguir, o procedimento é na prática muito simples:

Depois de conceber o conceito é hora de preparar o material para sua execução:

Para o exemplo do dia resolvi expor uma mensagem sobre a contribuição das emissões de dióxido para com o aquecimento global, o material para isto pode ser visto abaixo :

Obtido o material, não necessitamos recorrer a tecnicas inovadoras para executarmos o conceito do exemplo acima, veja como este processo é até bem simples :

Primeiro abra a imagem da primeira textura e coloque-a em paralelo com a imagem do prédio:

Agora copie a textura e cole-a sobre a imagem do prédio em forma de nova camada:

Agora é que vem a mágica, aplique o efeito de camada denominado “Multiplicar e veja o que acontece com o nosso prédio :

Note como praticamente sem esforço algum o prédio adquiriu uma aparência suja como se ninguém fizesse manutenção no mesmo a anos

Mas se o desejo for ainda amplificar este efeito, basta trocar o efeito de camada aplicado pelo efeito denominado “Super-Exposição” :

Agora que já resolvemos o prédio vamos resolver nosso cenário, note que o fundo do mesmo acabou sofrendo intervenção da textura também, isso é perfeitamente normal uma vez que não fizemos aplicação seletiva, para resolver o problema basta apagarmos as porções da textura indesejáveis, ou seja oque não pertence ao prédio será apagado :

Feito isso vamos agora tornar o nosso céu em um espetáculo negro e cruel da seguinte maneira:

Basta copiar e colar a imagem correspondente a finalização da execução do conceito *(no caso deste exemplo as nuvens) em forma de nova camada e sobre esta ultima aplicar o efeito de camada aditivo denominado “Sub-Exposição”:

Isto fará com que esta camada tenha o seu grau de intervenção amplificado :

Para terminar o serviço, duplique esta ultima camada e sobre a nova camada resultante deste processo aplique o efeito de camada denominado “Luz Dura” :

Simples assim =]

Mas.. e se eu quisesse potencializar o conceito?

É simples, primeiro combine todas as camadas visíveis, depois duplique a camada resultante deste processo:

Agora vamos eliminar as cores desta nova camada através da dessaturação da mesma:

Após este processo essa é a nossa situação:

Agora vamos alterar um pouco a estrutura luminosa desta mesma camada através de sua curvatura:

Uma vez aberta a interface, modele a curva presente no gráfico de maneira que os tons claros e escuros ganhem realce máximo sem deformar a imagem, note que  qualquer alteração feita no gráfico já é aplicada na imagem fazendo com que você possa avaliar melhor o que está fazendo:

Satisfeito, aplique sobre esta camada o efeito denominado “Mesclar Grãos”

Para tornar as núvens mais escuras basta aplicar o aerógrafo sobre esta camada :

Simples assim =]:

Este processo de amplificação conceitual também pode ser aplicado quando o desejo é apenas causar danos não precisos a imóveis, esse processo corre assim:

Abaixo temos o dito imóvel:

E aqui a solução para a proposta dita acima:

Assim, vamos a execução:

Copie a textura e cole-a em forma de nova camada sobre a imagem do imóvel :

Feito isso, aplique o efeito de camada subtrativo denominado “Super Exposição” =]:

Simples assim =]:

Note que quanto menor for a imagem mais “rica e detalhista” a mesma será, essa tática é muito valida principalmente no trato com imagens em baixa resolução.

Como ultimo BIZU sobre o assunto do dia, caso seja de nosso desejo reduzir um pouco a saturação, uma boa solução é a seguinte:

Combine todas as camadas visíveis do trabalho, duplique a resultante, dessature essa nova camada e aplique sobre a mesma o efeito de camada denominado “Esconder”, depois você ainda pode duplicar esta camada o quanto quiser para diminuir a saturação a gosto =] :

Note que eu optei por duplicar tal camada apenas uma vez pois não queria um efeito impactante de mais

Assim terminando o nosso assunto do dia =]:

É isso ai, vejo vocês no nosso próximo assunto!

The RockY BoXes

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A leitura do documento anterior é imprescindível para um bom aproveitamento deste.

Caros aprendizes,

hoje nós iremos elevar o nível de complexidade dos nossos assuntos de maneira relativamente acentuada, então é vital que os níveis de atenção e dedicação sejam redobrados para um desempenho otimizado. Prosseguindo, no assunto de hoje iremos falar sobre vetores sincretizados assimétricos ou resumindo : Sinergia Vetorial.

Comecemos escolhendo a imagem dentro do nosso acervo que será a progenitora do conceito que desejamos passar, no caso do exemplo de hoje a escolhida foi a imagem abaixo:

Escolhida a imagem, importe a mesma para o Inkscape:

Agora apliquemos sobre a imagem importada o efeito “Traçar Bitmap”, afim de que a mesma se torne um vetor de traços simplificados.

As imagens abaixo ilustram este processo:

Abaixo já temos a ferramenta em uso, note que você é livre para executar a intervenção da maneira que achar mais conveniente:

Após concluída a construção do espaço vetorial criado com a ferramenta anterior, vamos ao grande salto do dia que consiste na utilização do efeito “Extrudir” cuja serventia consiste em expelir os seguimentos centrais da construção vetorial para as suas extremidades, mas é melhor fazer do que dizer então, vamos direto ao ponto, Selecione a área vetorial resultante do que fizemos até aqui e abra o efeito “Extrudir”:

A imagem abaixo ilustra o caminho até o efeito supracitado:

Seu uso é simplificado graças a interface sucinta e minimalista, o recurso denominado “Magnitude” definirá o grau de aplacamento que a intervenção terá dentro da area vetorial construída através da sua valoração, já o recurso “Ângulo” determina qual será o angulo de ataque dos raios resultantes da expulsão centralizada de nós vetoriais centrais para as extremidades do área vetorial do objeto que sofrerá a intervenção.

Após a intervenção do efeito sobre a area vetorial construída, este é o resultado obtido:

Mas… ficou tudo….CHAPADO E PRETO?

Caros, nunca julguem o livro pela capa =], primeiro preencha o objeto com uma cor da sua preferência:

Agora na aba de preenchimento de traço, selecione uma cor contrastante com a que você escolheu para preencher o corpo do objeto e voilá =] :

Como se pôde notar durante a nossa jornada de hoje, não deletei da interface do inkscape o bitmap progenitor do objeto vetorial que construimos, tal peça foi preservada realçar a “frente” do nosso recém criado bloco de “pedra”*( logo você irá entender porque dei esse nome a isto). Para criar a frente, gere outra área vetorial idêntica a que geramos no começo e delete o bitpmap presente na interface do inkscape após tal processo, em seguida, encaixe o novo vetor sobre o primeiro objeto de maneira simétrica e hermética. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Agora, vamos tornar este encaixe conceitualmente uniforme tornando as estruturas de cor dos objetos compatíveis entre si:

Para isto existem vários caminhos, o mais simples é colocar a mesma cor do objeto anterior com um tom sólido bem próximo do original:

Agora veja oque acontece se por acaso resolvemos aplicar o preenchimento em degradê Linear sobre o processo supracitado:

Ou ainda o preenchimento em degradê radial simples =]:

Agora sim posso dizer porque disse que isto era um bloco:

Duplique o mesmo *(Ctrl+ D) algumas vezes ou ainda crie novos objetos utilizando oque fizemos aqui ou não de maneira a criar literalmente um MURO com volume! =]:

Agora que já nos aquecemos vamos exportar o nosso “muro digital” para usofruto em outros programas sem o stress adicional dos nós vetoriais, como o Gimp por exemplo:

Não esqueça de exportar na resolução adequada para o uso que você fará do arquivo depois, no meu caso resolvi usar como papel de parede:

Pois é, nosso exemplo agora esta assim:

Agora abra o seu trabalho no Gimp, vamos aproveitar e extrair o interno do nosso assunto através do split-off de pixels =], não tenha medo pois as imagens abaixo ilustram este processo com clareza :

Neste primeiro movimento temos a imagem já devidamente “pavimentada” com um fundo branco:

Agora, aplique um degradê de tom semelhante ao original do objeto em forma de nova camada e sobre esta aplique o efeito de camada denominado “Diferença”:

Agora digamos que eu só queria que a ação sobre o objeto seja vista e não sobre o “todo”, ou seja, vamos literalmente eliminar o plano de fundo azulado residual fazendo uso da ferramenta de seleção por COR, seu uso é extremamente simples, mas antes de utiliza-la apenas para fins de organização, combine todas as camadas visíveis e abaixo da resultante, crie uma camada com fundo preto por baixo. Voltando a questão do manuseio da ferramenta, basta clicar sobre a cor que se deseja selecionar e pronto, todas as áreas de cor eqüidistante serão selecionadas, caso você ainda deseje agregar mais áreas de outras cores semi-eqüidistantes basta manter a tecla “Shift” pressionada enquanto faz uso da ferramenta, para realizar ação oposta, ou seja subtrair áreas da seleção basta precionar a tecla “Control”*(Ctrl) enquanto faz uso da ferramenta=]:

Depois de feita a seleção, basta fazer uso da ferramenta borracha a seu gosto =]:

Visto isso, você pode criar diversas composições utilizando o que aprendemos sobre construções aditivas e subtrativas, sem esquecer do que aprendemos anteriormente =]:

Neste pequeno exemplo temos o uso simétrico da duplicagem aplicada a camada do nosso objeto, submissas a aplicação de um degradê regido pelo efeito de camada denominado “Diferença” com padrão orienta tivo espiralado com um uma camada gradiana *(efeito “grade”) submisso ao efeito de camada “Sobrepor”.

E é assim que encerramos o exemplo do dia =] :

E abaixo um pequeno desafio: Como o exemplo do dia ficou assim:?

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

TOP of the ROCKS

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Caros aprendizes,

Creio que seja o momento ideal para amplificar o nível de complexidade dos nossos assuntos uma vez que muitas pessoas ainda consideram a nossa principal ferramenta de trabalho com

o apenas uma alternativa e não de fato como uma solução tão boa ou mesmo superior as demais existentes no mercado.

Hoje nós vamos falar sobre uma nova roupagem do movimento artístico denominado POP-ART que já estudamos em 2006, Para começar vamos abrir o nosso gerenciador de arquivos, isso mesmo ! Precisamos escolher o nosso material de trabalho antes de qualquer coisa além de prestarmos atenção em um pequeno detalhe, não escolha imagens maiores que 1mb caso seu equipamento tenha menos de 512 mb de memória ram sob pena de ter o tempo de sua tarefa ampliado em algumas vezes ou na pior das hipóteses o micro pode reiniciar sozinho caso a carga seja alta de mais combinada junto com as suas outras tarefas.

Dito isso, faça a escolha da seguinte maneira : Pense primeiro no conceito potencial que a primeira imagem pode proporcionar, sim isso mesmo vamos escolher de duas a três imagens que tenham conceitos e mensagens próximas ou mesmo relativamente compatíveis com o que você deseja criar, porém vamos começar trabalhando com apenas uma. Escolhidas as imagens, vamos importar a primeira para dentro do Inkscape da seguinte maneira:

Com o programa aberto, clique sobre a MAIOR das imagens que você escolheu e arraste-a para dentro da interface do programa, soltando o botão do mouse em seguida.

Aqui temos o Inkscape aberto pronto para uso sem nenhuma imagem dentro ainda:

Agora basta soltar o botão do mouse que a imagem será importada automaticamente =]:

Aqui já temos a imagem importada para dentro do Inkscape:

Agora nós vamos utilizar um truque bem eficaz para criar traços relativamente precisos sobre o bitmap de maneira que a sua forma possa vir a se tornar um vetor, estamos falando da ferramenta denominada “Traçar Bitmap” cuja localização é ilustrada pela imagem abaixo:

Uma vez aberta a ferramenta supracitada vamos analisar os recursos distribuídos em dois grupos primários de traço e uma aba adicional de intervenções de traço:

Pré visualização:

Através deste valioso recurso você poderá visualizar como ficará o seu trabalho sem esforço e ainda poupando hardware.

Botão Atualizar:

Basta clicar sobre o mesmo após alterar alguma configuração para ver como ficará o seu trabalho.

“OK”

Quando estiver satisfeito clique nele e aguarde, dependendo do seu hardware e tamanho da imagem esta tarefa pode realmente demorar.

Busca única: Criar caminhos

Este grupo é portador dos recursos que se destinam a criação de traços únicos, contínuos e uniformes de acordo com as formas primárias do bitamp sem o foco nos traços mais detalhistas sendo estes em sua maioria descartados caso não estejam dentro da forma primária do objeto.

Intensidade do Brilho:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação a quantidade de brilho delimitada pela caixa de valoração denominada “Limiar” presente a direita do recurso, quanto mais alta for a valoração mais traços serão criados e maior será a área vetorial criada.

Detecção de Bordas:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação as bordas do objeto, ou seja a área vetorial a ser criada corresponderá somente aos shapes das silhuetas dos pseudo objetos e objeto MOR presentes no trabalho. Tal ferramenta também possui uma caixa de valoração “Limiar“, idêntica a vista na presente na ferramenta anterior, seu modus operandi é o mesmo.

Quantidade de Cores:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação a quantidade de cores especificada na caixa denominada “Cores”, presente a direita deste recurso, mas não se engane pois tal recurso se refere ao nível de detalhamento da área vetorial a ser criada e não efetivamente a quantidade de cores que o traço vetorial completo carregará.

Inverter Imagem:

Este recurso compete a ambos os grupos de construção vetorial, sua função é inverter a área a ser vetorizada de fora para dentro e de dentro para fora conforme for o caso.

Múltiplas buscas: Criar um grupo de caminhos

Este grupo de ferramentas é portador dos recursos destinados a criação de áreas vetoriais com cores e altos níveis de detalhamento podendo reproduzir o objeto de maneira relativamente fiel a original considerando algumas pequenas restrições de ajuste causadas pelo próprio usuário ou mesmo por limitações de hardware se assim for o caso.

Níveis de Brilho:

Este recurso cria os traços vetoriais tendo como diretriz de navegação a valoração da caixa denominada “Níveis” sendo que esta também é ponto de convergência para as demais ferramentas deste grupo. Quanto maior for a valoração deste recurso maior será a concentração da area vetorial construída em traços presentes nos pontos mais detalhistas presentes na imagem.

Cores:

Este recurso cria traços vetoriais fiéis a imagem original dependendo da valoração proposta na caixa denominada “Níveis”, já citada anteriormente, quanto mais alta for a mesma, mais detalhista e fiel será a área vetorial construída ao bitmap progenitor.

Tons de Cinza:

Este recurso cria os traços vetoriais baseado nas mesmas diretrizes do recurso supracitado, porém a imagem é criada apenas em tons de cinza tendo suas demais cores suprimidas.

Suavizar:

Este recurso quando ativado aplica leve desfocagem gaussiana ao bitmap antes da intervenção do recurso gerador de área vetorial provendo assim traços mais suaves.

Fechar Brechas:

Este recurso quando ativado faz com que as quebras de traços dentro da área vetorial a ser construída sejam menores.

Aba “Opções”:

Suprimir pequenos pontos:

Este recurso quando ativado faz com que os pontos minimalistas do bitmap sejam ignorados no momento da construção da área vetorial. A caixa denominada “Tamanho” presente a direita do recurso definirá qual será o tamanho dos pontos a serem ignorados.

Suavizar cantos:

Este recurso quando ativado suaviza as bordas dos traços gerados pelo recurso de vetorização escolhido durante a sua intervenção. A caixa de valoração a sua direita denominada “Limiar” definirá o grau de intervenção

Otimize as formas:

Este recurso quando ativado visa otimizar as formas dos traços gerados economizando nós belzier e poupando um pouco de memória do micro ao preço de alguma provável imprecisão mínima. A caixa de valoração a sua direita denominada “Tolerância” determinará o quão determinante será tal otimização dos nós belzerlianos a ser executada, ou seja quanto menor for a sua valoração, mais nós serão otimizados.

Dito isso, mãos a obra, execute o efeito trace bitmap sobre a imagem e depois apague o bitmap original assim que o resultado do efeito estiver satisfatório.

As imagens abaixo ilustram esse processo:

Área vetorial construida sobre a imagem original:

A imagem abaixo mostra o resultado do efeito já com a imagem original apagada.

Feito isso já poderiamos iniciar um trabalho com tipografia sobre o nosso recém criado vetor, porém temos planos mais ambiciosos para hoje =].

Prosseguindo, vamos agora aprender a entortar áreas vetoriais inteiras com apenas alguns cliques =], para esta tarefa relativamente simples mas aparentemente complicada nós irémos utilizar o recurso denominado “Efeitos sobre Caminhos” cuja localização pode ser vista na imagem abaixo em destaque:

Uma vez aberto o recurso, sua operação é bem simples mas requer atenção e cuidado pois a ferramenta é relativamente sensível. Vamos a ela:

No  campo aplicar novo efeito selecione o recurso denominado “Curvar Caminho” e clique em “Aplicar”. Depois aguarde alguns segundos pois é normal um pequeno “atraso” na atualização da interface quando o vetor a sofrer a intervenção possui muitos nós.

Depois de carregado o recurso clique sobre o ícone de controle de nós *(representado por um triangulo preto e uma extremidade azulada logo depois dos dizeres “Curvar Caminho”, esta ação irá ativar os dois nós de controle que podem ser vistos já curvados na imagem abaixo, ou seja sua forma de controle é como a de um vetor comum, basta  arrastar a linha para onde desejar para que a curva se forme =]!

Agora você pode optar por repetir um ou ambos os processos com as demais imagens que você escolheu ou salvar o resultado da primeira imagem para abri-lo no Gimp, seja exportado ou em SVG. Mas antes de passarmos o bastão para o editor bitmap, vamos ver como transformar o que vimos em conceito:

O primeiro passo é bem simples, PENSE exatamente na mensagem que você quer passar, se quer dizer uma frase, se quer contar uma história e mais importante ainda, qual é a mensagem da qual o seu trabalho será portador?

Responda a essas perguntas mentalmente e reflita se as mesmas pedem que realmente mais elementos sejam acrescentados ainda a esta fase do processo de confecção do seu trabalho. Em caso afirmativo uma boa maneira de acrescentar novos objetos é através da técnica de encaixe contínuo que corre assim:

Coloque todos os objetos próximos utilizando a ferramenta de seleção para movimenta-los pelo tablado de criação do Inkscape, depois defina mentalmente a figura que você deseja formar composta por tais objetos, feito isso, execute o encaixe da seguinte maneira, deixe o objeto principal *(geralmente é o objeto que dará a forma primária ao conceito do trabalho)  intocado, depois selecione um dos objetos restantes e mova-o de maneira que ele “invada” o objeto principal *(o encaixe se forma quanto os objetos fazem uma linha contínua sem pausas), executando o mesmo procedimento com o objeto restante. Ainda a respeito do encaixe podemos dizer que ele quase sempre é imperfeito pois sempre sobram arestas para deletar ou nós belzerlianos desnecessários, para resolver este problema utilize a ferramenta de seleção de nós belzier, representada pelo ícone em destaque na barra de ferramentas primárias do Inkscape trazida pela imagem abaixo:

Agora basta corrigir os encaixes conforme a necessidade de cada objeto=], As imagens abaixo ilustram o processo da técnica que acabamos de aprender:

Aqui temos os nossos objetos separados sem distinção de grupos e gêneros conceituais:

Note que o segundo objeto chave do conceito já foi selecionado sendo que o objeto principal deste exemplo é a “TV” distorcida:

Agora temos o segundo objeto já encaixado no objeto principal, note que não foi necessário nenhum ajuste nos nós vetoriais, repare que um dos objetos *(chamas) já sofreu uma pequena alteração em seus nós vetoriais para que o encaixe se torne o melhor possível quando chegar a hora de executa-lo:

Aqui nós já temos ambos os objetos “chama” selecionados sendo que o primeiro menor já foi encaixado:

Nesta imagem temos o encaixe do segundo objeto “chamas” sendo finalizado através da deleção de nós belzerlianos desnecessários e ajustes de angulo:

Aqui temos os encaixes dos objetos finais dentro do conceito a ser construído, no caso o objeto materializado pelo homem de bermuda ficou na fresta da extremidade superior do objeto principal e o objeto da luta será posicionado na angulação formada pelo encaixe do objeto “chamadas”:

E por fim nesta imagem temos o nosso exemplo concluido pronto para ser exportado ou salvo:

Para finalizar abaixo nós temos duas possibilidades do que poderia ser criado com os objetos por mim aqui utilizados, bastando salva-los ou exporta-los para png para utiliza-los no Gimp:

Dito isso meus caros, podemos finalmente abrir o Gimp:

Clique com o botão direito sobre a sua criação exportada para png e abra-a diretamente, caso você prefira abrir diretamente o SVG não há problema, basta abrir o Gimp primeiro e depois clicar sobre o arquivo e arrasta-lo até a interface principal do Gimp.

Uma vez aberto o arquivo reparem que apenas o traço vetorial pode ser visto e não mais o fundo branco que aparecia no Inkscape, isto porque na realidade esse “fundo” nunca existiu ou fez parte do vetor que construimos lá porém não há razão alguma para se preocupar, na realidade reestabelecer o fundo é um processo bem simples, vamos a ele :

Aqui temos a imagem com fundo transparente:

Para resolver o “problema” temos diversas opções, vamos primeiro a mais rápida, crie uma nova camada transparente e pinte-a de branco, depois na interface de controle de camadas mova a camada entitulada “Fundo” para cima ou a nova camada para baixo =]:

A partir deste ponto as nossas possibilidades de criação se tornaram ainda mais vastas, para aquecermos, crie uma nova camada transparente sobre o seu exemplo e volte as suas atenções para a interface de controle dos pincéis, escolha entre 2 e 4 pincéis que sejam conceitualmente compatíveis com a mensagem a ser passada pela imagem final, a imagem abaixo mostra a janela de pincéis em destaque :

Escolhidos os pincéis, crie uma nova camada transparente e sobre ela crie uma pequena composição com os mesmos de maneira que estes fiquem dentro do perímetro dos traços da imagem original:

E é assim que fica o exemplo do nosso aquecimento =]:

Terminado o nosso pequeno aquecimento podemos partir para algo bem mais ambicioso, volte a imagem para o seu estado original:

Agora dentre o seu acervo de imagens, escolha uma imagem que tenha composição uniforme, como esta abaixo:

Agora copie a imagem que você escolheu e cole-a sobre a imagem na qual estamos trabalhando em forma de seleção flutuante e aplique sobre a mesma o efeito de camada denominado “Diferença” =]:

Agora basta ancorar a seleção flutuante e pronto! =]

Agora basta escolher uma cor de fundo ou compor um =]

E para finalizar um exemplo de composição com pincéis de fundo

É isso ai, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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