Arquivo de maio, 2009

Globo-Web

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais with tags , , , , , , , , , on maio 29, 2009 by phenonart

Caros,

Hoje nós vamos retornar ao âmbito das esferas volumétricas, é bem verdade que já vimos como criar tal objeto com inúmeras roupagens e materiais e no caso do assunto do dia não será diferente =]. Dito isso, hoje nós vamos aprender a criar uma esfera feita de linhas concorrentes e perpendiculares entrelaçadas como uma rede, um bom exemplo disso seria um “globo de luz” como esses de discoteca ou mesmo um modelo feito com fibra óptica.

Comecemos os trabalhos do dia criando uma nova imagem com extremidades equidistantes, acredito que para o momento 1000×1000 pixel s seja o suficiente para a maioria, porém não esqueça de que você é livre para optar pelo tamanho que achar mais conveniente:

globwep1

O primeiro passo é criarmos uma textura com intervalos e contrastes uniformes. Assim o filtro renderizador denominado “Xadrez” nos atende perfeitamente:

globwep2

No documento anterior nós apenas fomos apresentados ao caminho até o filtro sem que a serventia específica de cada parâmetro fosse comentada de maneira apropriada, assim vamos a eles:

“Tamanho”: Este parâmetro tem a sua serventia em determinar qual  será o tamanho de cobertura uniforme do objeto que sofrerá a ação do filtro. Quanto menor for a valoração deste ítem maior será o conjunto de celulas independentes a serem criadas fazendo uso da textura e vice e versa.

“Psicodelizar” : Este parâmetro tem a sua serventia em criar uma sensação de volume ilusório fazendo uso da textura. Aproveitando, sua ativação é recomendada para o assunto do dia:

globwep3

Quando satisfeito, ordene o filtro a trabalhar e eis o que temos:

globwep4

Muito bem, vamos agora definir as funções das cores neste trabalho. Assim como fizemos no documento anterior, vamos aqui transformar o branco em borda e o preto em fundo fazendo uso do filtro denominado “Bordas” cujo caminho pode ser visto abaixo:

globwep5

Assim como fizemos com o filtro anterior, vamos apresentar seus parâmetros e suas respectivas serventias:

Algorítimo: Tal parâmetro tem a sua serventia em determinar qual será a padronagem a ser adotada pelo filtro no ato do remapeamento do objeto em bordas. Para o exemplo do dia tal ajuste influi no trabalho de maneira indireta deixando a sua “assinatura” durante todo o trabalho, assim escolha com cuidado qual você irá utilizar:

Quantidade: Tal parâmetro determina o ganho de luz a ser empregado no realce das bordas do trabalho:

globwep6

Quando satisfeito deixe o filtro trabalhar:

globwep7

Muito bem, chegou a hora de finalmente transformarmos estas linhas em uma esfera =], para esta tarefa iremos fazer uso do nosso já bem conhecido filtro denominado “Mapear Objeto” cujo caminho pode ser visto abaixo:

globwep8

Aqui a tarefa é simples, antes de mais nada ordene que o filtro crie uma nova imagem, preservando assim a imagem original que poderemos utilizar mais tarde a nosso critério, aproveitando, ordene também que o fundo seja transparente para que assim tenhamos mais liberdade para com o objeto sem se esquecer de ativar a opção “Exibir esqueleto na pré visualização” para que assim possamos posicionar e moldar o nosso objeto a gosto:

globwep9

Agora basta ajustar o posicionamento e angulo de visão do objeto de maneira que o satisfaça. Satisfeito autorize o filtro a trabalhar e aguarde o processamento:

globwep10

Eis o que temos até aqui para com o exemplo do dia:

Poderíamos até parar por aqui mas…. =] vamos apimentar um pouco mais as coisas:

globwep11

Vamos agora dar um pouco mais de brilho a nossa esfera:

para tanto, duplique a camada base da mesma:

globwep12

Agora vamos desfocar a nova camada utilizando o nosso já velho conhecido filtro denominado “Desfocagem Gaussiana” cujo caminho pode ser visto abaixo:

globwep13

Uma valoração acima de 17,0 já faz bem o serviço:

globwep14

Feito isso, aplique sobre a camada que sofreu a ação do filtro o efeito de camada aditivo denominado “Adição” . Para obter ainda mais brilho basta agora duplicar esta mesma camada algumas vezes =]:

globwep15

Combinando as camadas visíveis do trabalho, leve a esfera criada por você devolta a imagem original e sobre ambas crie uma pequena composição com pincéis de conceito compatível:

globwep16

Para finalizar sugiro ainda a aplicação de um degradê a seu gosto:

globwep17

A troca das cores e realocação da estrutura luminosa é FACULTATIVA:

globwep18

para um contraste mais definido em degradês lisos com quebras, geralmente é mais facil destacar tal propriedade desmarcando o canal dasaturação no modo de operação HSL deste filtro:

globwep19

Pronto! Finalizado o exemplo do dia!=]

globwep20

Dito isso meus caros, vejo vocês no nosso próximo assunto!

O cubo mágico

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , , on maio 28, 2009 by phenonart

Caros,

o título do documento já diz oque nós vamos aprender a criar hoje, na realidade nos já fizemos isso indiretamente incontáveis vezes mas atendendo a pedidos do pessoal que conheci na Campus Party vamos ao processo direto.

comecemos criando uma imagem congruente, acredito que 300×300 pixel s é ideal para este primeiro momento :

elc1

Agora vamos criar o nosso padrão primário de cobertura do “brinquedo”, para tal  nada melhor do que fazer uso de uma ferramenta que crie uma textura que já separe tudo em sessões eqüidistantes. No caso específico deste tipo de objeto recomendo fortemente o uso do padrão renderizador denominado “xadrez”:

elc2

Uma vez aberta a interface do mesmo, determine valoração de 100 pixel s ao tamanho, isto fará com que toda a imagem seja coberta de maneira uniforme:

elc3

Eis oque temos:

elc4

Como o objeto que desejamos criar possui cores diversas que deverão ser setadas manualmente vamos definir agora as ranhuras do nosso cubo deixando seu fundo e borda definidos. Para isto vamos utilizar o filtro denominado “Bordas” cujo caminho pode ser visto abaixo:

elc5

Após aberta a interface apenas autorize o filtro a trabalhar deixando assim intacta a valoração e ajustes de fabrica:

elc6

Após o filtro executar a tarefa temos:

elc7

Muito bem, como este brinquedo normalmente tem um dos seus lados preenchido com a cor branca quando montado da forma correta, então para termos o dito “correto” vamos agora inverter as cores do exemplo do dia a fim de criar essa sensação :

elc8

Eis oque temos:

elc9

Agora escolha mais três cores do seu interesse*(imagine as cores que você imagina que o brinquedo possa ter) e preencha alguns dos quadrados independentes fazendo uso da ferramenta balde de tinta:

elcpre10

Eis oque temos:

elc10

Hora de dar volume ao nosso objeto, para isso vamos literalmente transforma-lo em um cubo utilizando o nosso já velho conhecido filtro denominado “Mapear Objeto” cujo caminho pode ser visto abaixo:

elc11

Sete o mapeamento para “caixa” e não se esqueça de ordenar a criação de uma nova imagem em fundo transparente=], aproveite e marque também o campo denominado “exibir esqueleto na pré-vizualização” para que possamos posicionar e moldar o nosso objeto a gosto:

elcpre12a

Preferencialmente deixe seu objeto em posição que permita a visualização da extremidade superior ou mesmo inferior:

elc13

Uma vez satisfeito basta aguardar o processamento. Como esta tarefa pode demorar um pouco abra um video para passar o tempo =]:

elc14

Agora é só salvar o nosso objeto pronto! =]

elc15

EXERCÍCIO:

Crie uma composição volumétrica utilizando o objeto que você acabou de criar:

elc16

elc17

Dito isso meus caros, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Metrópolis

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Caros,

hoje vamos analisar os efeitos do destacar da estrutura luminosa de um trabalho em favor de seus fragmentos menos favorecidos de luz, ou seja vamos aprender a transformar um objeto em outro objeto resultante da simbiose entre duas imagens  de conceito diferente apenas fazendo alterações em seu nível luminoso através do uso de um efeito de camada subtrativo.  Tal processo se assemelha bastante com a metodologia das construções aditivas e subtrativas, porém aqui não faremos uso de simetria e o conceito de diretrizes regradas cai no vazio viceral.

Comecemos escolhendo uma imagem de fundo negro para ilustrar o exemplo do dia:

Nara

Agora escolha uma imagem de algum objeto que seja compatível em matéria de conceito para com o objeto que se deseje criar através da simbiose das duas imagens agora abertas, feito isso cole a nova imagem sobre a principal em forma de nova camada:

232172_5119

metro1

metro2

Agora vamos ao ápice da técnica do dia: Aplique sobre a nova camada o efeito de camada denominado “Super Exposição”, isto fará com os seguimentos com discrepância de luz da  estrutura luminosa sejam enaltecidos graças a supressão de luz nas extremidades da camada que sofre a ação direta do efeito incluindo neste caso os fragmentos de contraste entre as duas camadas formando assim uma perfeita integração entre as mesmas:

metro3

Poderiamos até encerrar o assunto do dia por aqui, mas não.

finara

Vejamos o que acontece se nós combinarmos as camadas visíveis e duplicarmos a camada resultante espelhando-a e em seguida aplicando um efeito de camada aditivo de ação normal?

metro4

E se o efeito de camada aplicado fosse subtrativo de mesma proporção do anterior em escala inversa? =]

metro5

Agora para finalizar, quem pensou que ficaria sem dever de casa esqueça.

Exercício:

Utilizando a metodologia de criação proposta hoje, crie um objeto de conceito livre derivado da simbiose de duas imagens diferentes aplicando em seguida uma composição com pincéis ou efeitos de conceito compatível sobre o trabalho:

exerciz

A cor é de sua escolha :

casafinal

E obviamente a simetria aditiva ou subtrativa é absolutamente facultativa:

casafinal1

casafinal2

Aqueles que desejarem que a correção do exercício seja realizada basta comentar o documento informando o link para o trabalho e email para contato.

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

A caveira das cores

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Caros,

O assunto de hoje remete novamente aos  “quadrinhos” , mas desta vez nós vamos analisar o processo de criação de um desenho a partir de uma imagem bruta*(diga-se composição imperfeita)

Comecemos escolhendo a tão vital base para o trabalho, no caso do exemplo do dia escolhi este rosto:

kav1

Agora escolha  a imagem que será incorporada ao mesmo e cole-a na imagem base em forma de nova camada:

kav2

Feito isso, aplique sobre a nova camada o efeito de camada denominado “Multiplicar”, movendo a mesma para o ponto de sua escolha dentro da imagem:

kav3

Agora duplique a camada do objeto transplantado e ou adicione um novo objeto ao trabalho aplicando uma técnica de sua escolha, no caso do exemplo do dia fiz uso de simetria:

kav4

Para obter um resultado mais homogêneo faça algumas correções grosseiras sem muita precisão nos finais da imagem transplantada retirando sua extremidade de corte usando para isso a ferramenta “Borracha”:

kav5

Quando terminar, combine todas as camadas visíveis do trabalho :

kav6

Muito bem, hora de acessar a ferramenta cuja responsabilidade é mudar drásticamente a perspectiva do nosso trabalho, ela se denomina “Limite” e o caminho até a mesma pode ser visto abaixo:

kav7

Relembrando aos senhores que quanto mais alta a valoração do branco menos detalhes teremos e vice e versa, opte por um alto grau de detalhismo:

kav8

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Quando estiver satisfeito, crie uma nova camada transparente e sobre a mesma crie uma composição com pinceis compatíveis com o conceito do trabalho  fazendo uso apenas das cores atuais do trabalho:

kav10

E assim por enquanto esta o nosso exemplo do dia:

kav11

Agora vamos ver alguns caminhos bem distintos de uso : abra novamente a imagem original e cole sobre a mesma o resultado parcial do nosso trabalho em forma de nova camada aplicando ainda sobre esta o efeito de camada denominado multiplicar:

kav12

Para um resultado ainda mais uniforme ainda pode-se optar pelo uso do efeito denominado “Sobrepor” com opacidade reduzida em 50%:

kav13

Agora vejamos oque acontece quando se combina as camadas visíveis e se altera radicalmente a estrutura luminosa do trabalho=]:

kav14

Como de praxe, o ajuste coloral é a seu critério, o grande pulo do gato esta na valoração da frequência de luminosidade acima de 1,10 *(quando mais brilhante melhor até o limite do bom senso) e na valoração da fase da luminosidade que deve ficar em torno de 110 graus mantendo o trabalho com o equilibrio luminoso necessário:

kav15

Eis aqui:

kav16

Para amplificar ainda mais o resultado da ação do filtro, dupliquemos a camada base e aplicando simetria somada ao efeito de camada “Somente escurecer” sobre a camada nascida da duplicação temos:

kav17

Visto isso, vamos para outro cenário que é a coloração seletiva =], voltemos ao parcial do nosso trabalho da seguinte maneira:

Escolha na paleta de cores uma cor do seu interesse, em seguida utilizando a ferramenta de seleção por cores, selecione uma das cores para trabalhar clicando ou nas áreas brancas ou nas negras de acordo com o tipo de preenchimento desejado no trabalho, feito isso fazendo uso da ferramenta denominada “balde de tinta” preencha as áreas desejadas sem restrições:

Quando você terminar, crie uma nova camada transparente e sobre ela aplique algum degradê  contínuo sob o posicionamento linear tornando esta camada invisível após a  aplicação:

kav18

Agora torne a camada do degradê novamente visível e aplique sobre esta o efeito de camada “Saturação” e veja oque acontece=]:

kav19

Eis aqui oque temos :

kav20

Trocando o efeito de camada do degradê para o denominado  “Super-exposição” temos? =]

kav21

Em fim, possibilidades infinitas de uso estão abertas a nós. Então, hoje nós vimos como criar uma semi ilustração a partir de uma imagem bruta e os seus possíveis usos =].

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

A cidade dos Cubos

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz with tags , , , , , , , , , on maio 21, 2009 by phenonart

Caros,

Acho que o nome deste documento já diz oque nós vamos aprender hoje. Então comecemos criando uma imagem de tamanho simplório porém congruente no Gimp, 500×500 é um tamanho bem adequado na minha opinião.

Criada a imagem, vamos agora apresentar o filtro responsável por boa parte do nosso trabalho do dia, ele se denomina “Mapear Objeto e o caminho até o mesmo pode ser visto abaixo:

iceclubcub1

Utilizando o filtro supra citado vamos agora criar diversos tipos de cubo :

uma vez aberto o filtro vamos selecionar a opção de mapeamento denominada caixa, marque também as coisas de diálogo para fundo transparente e para a criação de uma nova imagem, pois vamos reaproveitar nossa imagem “vazia” algumas vezes.

IPC: Sempre deixe marcado o dialogo denominado “Exibir esqueleto na pré-visualização” pois assim podemos acompanhar em tempo real as mudanças volumétricas aplicadas ao objeto.

iceclubcub2

Quanto a orientação espacial, configure de acordo com a perspectiva que você deseje que o objeto tenha. No caso do exemplo do dia decidi que a vista seria “frontal” então bastou adicionar 30 graus ao angulo de ataque rotacional X para que o objeto adquiri-se a sombra adequada ao objetivo do dia:

iceclubcub3

Não se esqueça de moldar o objeto ao seu gosto em matéria de comprimento, tamanho e formato mór:

iceclubcub4

E aqui temos o nosso primeiro :

iceclubcub5

Para a criação dos demais, procure variar no tamanho e no volume para que o seu trabalho se torne mais diversificado:

iceclubcub6

E aqui temos o nosso segundo :

iceclubcub7

Caso deseje você também pode criar objetos com perspectivas diferentes para dar ainda mais variedade ao seu trabalho:

iceclubcub8

Um pequeno BIZU para quem esta vindo aqui pela primeira vez e claro para os esquecidos de plantão: Não é preciso refazer o caminho até o filtro para reutiliza-lo, repare que o ultimo filtro que utilizamos fica logo no cabeçalho do menu =]:

iceclubcub9bizu

Caso alguém deseje ousar um pouquinho mais, não há problema em utilizar outras formas geométricas primárias desde que haja bom senso :

iceclubcub10

Agora que você criou muitos objetos, crie uma imagem grande e cole todos os objetos criados ali em forma de nova camada:

Não se preocupe com a disposição dos mesmos já que vamos cuidar disso adiante:

iceclubcub11

Agora vamos começar a montar este pequeno “quebra cabeças” que nós acabamos de criar. Primeiro torne invisíveis TODAS as camadas do seu trabalho, depois escolha apenas uma para ser o ponto inicial do mesmo. Esta que foi escolhida você tornará novamente visível para em seguida posicionar o objeto no ponto escolhido para começar a montagem, depois escolha outro objeto que se assemelhe a este primeiro em termos de perspectiva e comece a encaixa-los arrastando o segundo até que a acoplagem o satisfaça:

BIZU: Lembre-se do “LEGO” o processo é igualzinho.

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Para alterar o esquema de montagem, você também pode alterar a ordem de numeração das camadas para que uma se sobreponha sobre a outra :

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iceclubcub15

Não se esqueça de que é possível aplicar simetria a um determinado objeto para alterar a sua posição e perspectiva =]:

iceclubcub16

Preencha a imagem por inteiro até que os objetos formem um único composto:

iceclubcub17

Quando estiver satisfeito combine todas as camadas visíveis do trabalho e duplique a resultante, sobre esta vamos aplicar o filtro denominado “Vento” cujo caminho pode ser visto abaixo:

Esta ação tem como objetivo criar uma sensação abstrata ao trabalho no âmbito do seu termino:

iceclubcub18

Deixe o recurso denominado “Força” com uma valoração alta e o recurso denominado “Limite” com valoração zerada para amplificar os resultados desta ação. Quando o filtro terminar o seu trabalho aplique o efeito de camada denominado “Super-Exposição” sobre esta camada:

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Agora crie uma nova camada transparente e sobre a mesma crie uma composição com pinceis compatível com o conceito escolhido para o trabalho, aproveite as variações bruscas de tom para criar derivações com os pinceis:

Quando terminar combine as camadas visíveis e sobre a mesma crie uma nova camada transparente :

iceclubcub20

Sobre esta nova camada aplique um degradê de sua escolha, em seguida sobre esta mesma camada aplique o efeito de camada denominado “Sobrepor” para que o degradê se auto incorpore ao trabalho:

iceclubcub21

Agora façamos um pequeno ajuste na estrutura luminosa deixando-a mais intensa, combine as camadas visíveis do trabalho e deixemos isto para o nosso já velho conhecido filtro denominado “Mapeamento Alien”:

iceclubcub22

Como já é um trabalho com estrutura luminosa intensa vamos apenas dar uma leve equalizada, para isto desmarque os canais desnecessários e dê apenas de 0,40 a 0,48 de valoração a frequência de luminosidade e o serviço esta feito.

iceclubcub23

Para finalizar vamos a um toque de simetria: duplique a camada restante do trabalho e espelhe-a na horizontal, em seguida aplique o efeito de camada denominado “Somente Escurecer”:

iceclubcub25

Pronto =]!

iceclubcub26

O Texto atrás da Imagem

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , on maio 19, 2009 by phenonart

Caros,

Vamos aqui hoje visitar um assunto que plana nas mentes de muitos de vocês que chega a mim na forma de uma pergunta: “Como eu faço para colocar uma parte de um texto atrás de uma imagem igual eu vejo nas revistas de moda e de suplementos para atletas?”

Bem, em um editor de imagem bitmap como o Gimp ou o Krita bastaria duplicar a camada da imagem base, coloca-la no tipo e recortar oque fosse necessário descartando-se o resto. Apesar de não ser uma tarefa das mais complicadas ela exige um pouco de tempo para que o serviço fique bem feito. Então hoje vamos simplificar este processo executando este serviço no

Inkscape=].

Com o programa aberto, importe a imagem alvo para dentro do mesmo e sobre ela escreva um título qualquer:

Agora guarde bem em sua memória oque você acabou de escrever e a fonte escolhida. Feito isso APAGUE oque você escreveu, não se preocupe pois logo terá seu texto de volta:

magamag1

Agora vamos apresentar um recurso até então não visto por nós aqui ainda, o gerenciamento de CAMADAS do Inkscape. Erroneamente muita gente pensa que tal recurso é “exclusivo” dos programas de edição bitmap mas não, tal recurso é inclusive vital para  criação de complexos objetos 3d em programas apropriados diga-se como exemplo livre o Blender. Dito isso vamos abrir a interface de controle de camadas do Inkscape:

magamag2

Aberta a interface rapidamente apresenta-la:

Muitos dos recursos vistos aqui não são novidade para quem já esta na “estrada do aprendizado” a mais tempo, mas mesmo assim vamos reve-los:

O simbolo caracterizado pelo sinal de “+” tem a  sua serventia na criação de uma nova camada, primeiramente faça isso para que possamos apresentar os demais recursos.

magamag3

Após ordenar a criação de uma nova camada é possível determinar a sua posição hierárquica no trabalho e o seu nome:

magamag4

Para selecionar a nova camada criada basta clicar sobre a mesma. Feito isso reescreva o seu título dentro da mesma e escolha uma cor para o mesmo :

Continuando a nossa analise dos recursos de configuração das camadas, o simbolo caracterizado por um “olho” tem a sua serventia em deixar a camada visível ou invisível no trabalho.

O simbolo representado por um pequeno cadeado tem a sua serventia em travar a camada quando ativado, impossibilitando assim modificações na mesma.

As pequenas setas em sentidos opostos determinam a posição hierárquica dentro do trabalho, tanto para cima quanto para baixo.

O simbolo representado por uma pequena lixeira ou traço vermelho tem a sua serventia na deleção de camadas desnecessárias.

Por fim o campo denominado mistura abriga os tradicionais efeitos de camada já tão vistos por nós ao longo desta estrada mas de forma simplificada *(multiplicar, somente escurecer e afins) .

magamagantesda5

Agora dentro desta mesma camada, crie um objeto simples que abranja a parte da imagem que deve ficar sobre o texto utilizando para esta tarefa a ferramenta Bezier:

magamag5

Faça o objeto sem se preocupar com os detalhes e curvas pois iremos edita-lo depois:

magamag6

Agora preencha o objeto criado com cor de estrutura luminosa oposta a escolhida para o título que você digitou:

magamag7

Agora vamos aplicar o bom e velho conceito das construções aditivas e subtrativas visto a algum tempo no Gimp aqui no Inkscape, aplique então sobre esta camada o efeito denominado “Iluminar” e veja o que acontece:

magamag8

Agora basta moldar o nosso objeto até que ele abranja apenas a area que deva sobrepor o texto =]:

magamag9

Normalmente a curva do objeto deve contornar os traços mais salientes da imagem de maneira suave, contínua e fiel:

magamag10

Quando você terminar basta apreciar o seu trabalho =]

magamag11

Meus caros aprendizes por hoje nós ficamos por aqui. Vejo vocês no nosso próximo assunto!=]

O Vazio Sombrio

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro with tags , , , , , , , , , , on maio 15, 2009 by phenonart

Caros,

O assunto de hoje remete ao conceito do vazio auto-preenchido. Na pratica meus caros aprendizes, a área útil em uma imagem não esta de fato “vazia” , ela está ocupada por “ela mesma”, ou seja não é por que existe um espaço vazio em um determinado trabalho que o mesmo precise ser preenchido, afinal de poluído já basta o ar das metrópoles . Agora e quanto a criar espaços vazios? É justamente isto que iremos aprender hoje além de transforma-los em parte ativa do nosso trabalho.

Comecemos escolhendo uma imagem para ilustrar o exemplo do dia. Como de praxe você é livre,  mas dê preferência a um rosto:

1B_and_G_with_Skull_II_by_fetishfaerie_stock

Aberta a imagem, duplique a camada base e espelhe a resultante em sentido horizontal :

elva1

Agora, mova ligeiramente a camada espelhada para o sentido no qual foi feito o espelhamento, no caso do exemplo o mesmo foi executado virando o rosto para a “direita” da imagem, em seguida aplique sogre esta mesma camada o efeito de camada denominado “Somente Escurecer”, isto fará com que a parte escura da imagem espelhada “crie um vão” no meio da imagem =]. Feito isso abra sua aba ou janela de pincéis e escolha algum rico em detalhes que seja compatível com o conceito que você deseje passar, depois aplique-o sobre a camada na qual estamos trabalhando utilizando para esta tarefa a ferramenta “Borracha” presente na caixa de ferramentas do Gimp:

elva3

Repare como o pincel escolhido cria os traços fazendo uso indireto da lacuna criada =]

elva4

Depois dessa fartura de traços negros é hora das cores não? Pois é, poderíamos parar por aqui mas um pouco de realce não faz mal a ninguém =], deixemos esse serviço para o nosso velho amigo de nome “Mapeamento Alien” cujo caminho pode ser visto abaixo=]:

IPC: Note que você pode realçar ainda mais os traços aplicando o filtro somente na camada de cima, apenas tome cuidado com os excessos.

elva5

Caso você deseje manter inalteradas as cores do seu trabalho basta desmarcar os canais correspondentes. Como se deseja apenas um pouco de realce trabalhar a estrutura luminosa com baixas valorações é a única restrição:

elva6

E assim ficou o nosso exemplo do dia =]

elva7

Muito bem, hoje nós aprendemos a criar traços vivos no trabalho  a partir de espaços vazios =].

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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