Arquivo de abril, 2008

FLISOL-DF.

Posted in Gimp Documentação on abril 28, 2008 by phenonart

Meus queridos aprendizes,

no dia 26 de abril de 2008 ocorreu o FLISOL*(Festival Latino-americano de instalação de Software Livre, que ocorre em diversas cidades do continente de forma simultânea.) , dentre todas as cidades onde ocorreu o festival, posso dizer com toda a segurança de que o evento ocorrido no Destrito Federal foi sem sombra de dúvida O MELHOR E O MAIOR DE TODOS, pelos seguintes motivos:

COMPETÊNCIA: O Professor Ronald e sua equipe fizeram um trabalho mais do que fantastico para que o evento fosse um sucesso sem precedentes prestando todo o auxílio mais que possível aos palestrantes e participantes.

VONTADE e GARRA: Mesmo sem recursos os organizadores conseguiram superar todas as metas propostas para o evento e para si próprios, um bom exemplo foram as presenças das empresas RED HAT E IBM.

Em fim, fica aqui o meu agradecimento a estas pessoas e sobre o mini curso posso dizer que ele teve tanto hesito em sua missão que converge com a deste evento: compartilhar conhecimento sem nada pedir em troca.

até o nosso próximo assunto meus amigos!

Cotidianias Rappalis.

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, sl rj, slrj, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, tutorial on abril 24, 2008 by phenonart

Hoje vou começar contando um pequeno fato que aconteceu na minha infância:

1992(novembro para dezembro quase), fui passar férias na casa da minha tia, e lá eu vi um quadro que era extremamente diferente das obras de arte convencionais, aquilo definitivamente não era impressionismo, cubismo e menos ainda pop art, ele retratava um momento congelado de um bairro do subúrbio carioca do final da década de 80 de maneira imprecisa em detalhes mas com a total preservação do espaço temporal e conceito =]. É isso que nós vamos aprender a fazer hoje.

Comece procurando dentre o seu acervo a imagem de um bairro, cidade, casa ou o qualquer outro objeto que tenha um conceito enraizado a seu gosto. Para o exemplo de hoje escolhi a imagem abaixo:

Agora, nós vamos utilizar um filtro de mapeamento incisivo, estamos falando do filtro “Mapa de Relevo”. Para quem não sabe ou esqueceu do caminho até o filtro basta acompanhar a imagem abaixo:

Uma vez aberto o filtro, execute um ajuste de “entalhe não saliente” ou seja, faça com que o relevo fique em forma de baixo relevo, para que assim mais detalhes menores possam ser relativamente preservados :

Satisfeito deixe o filtro agir, após a esta ação nós ficamos assim quanto ao exemplo:

Agora vamos utilizar o recém a nós apresentado filtro Artístico “Gimpressionista”. Para quem se esqueceu e ou não sabe o caminho até o mesmo, basta acompanhar a imagem abaixo:

Uma vez aberto o filtro, vamos resumir as nossas ações a 3 toques:

Concentrados na primeira aba do filtro, da lista escolha o efeito “Line Art” e clique em “Aplicar”, esta ação irá carregar o efeito na imagem.

Em seguida clique no botão “Atualizar” para que você possa ter uma prévia da execução do efeito a ser aplicado na imagem:

Uma vez satisfeito, clique em ok e aguarde:

Prontinho =] , é assim que o conceito enraizado fica mais do que exposto.

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

Karma-Aura

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, sl rj, slrj, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, tutorial on abril 24, 2008 by phenonart

Não, isso não é nenhum artigo chato sobre comunicação de massa, politica da comunicação e menos ainda teorias chatas mas necessárias da comunicação. Hoje vamos aprender a criar realmente uma aura sobre objetos e ou simplesmente a mesma aura sobre nada.

Comecemos com uma imagem nova pequena com fundo preto, creio que 700×700 pixels está ótimo, não precisando eu lembrar que quem decide o tamanho do trabalho é você mesmo e mais NINGUÉM.

Muito bem, crie uma camada transparente sobre a camada base da imagem e selecione a ferramenta de desenho vetorial presente na interface principal do Gimp, representada pelo ícone abaixo:

Utilizando a ferramenta supracitada, desenhe uma linha sinuosa a seu gosto dentro da camada transparente que criamos a pouco:

Para criar um objeto com muitas linhas sinuosas, crie primeiro nós distintos como no exemplo abaixo:

Agora no modo “editar”, basta moldar as curvas do jeito que você desejar.

Agora nós vamos contornar o objeto que acabamos de criar com uma linha, este procedimento é muito simples:

Primeiro clique sobre a opção “Contornar Vetor”, feito isso, esta caixa de diálogo irá aparecer, para obter um contorno limpo, basta manter a opção padrão*(“Linha de contorno) selecionada e definir um valor de largura baixo, como podem ver escolhi deixar o valor em seis pixels.

Agora, crie uma nova camada transparente sobre a que acabamos de trabalhar, e em seguida repita o mesmo procedimento que executamos a pouco sobre essa nova camada, mas desta vez, escolha outra cor de frente para que a cor do novo contorno seja diferente, azul, laranja, vermelho são boas sugestões.

Depois sobre esta mesma camada, vamos desfocar um pouco o seu conteúdo fazendo uso do filtro “Desfocagem Gaussiana”, caso você não se lembre e ou não saiba o caminho até este filtro, basta acompanhar a imagem abaixo:

Uma vez aberto o filtro vamos setar um grau de desfocagem baixo, entre 7 e 15 pixel s é mais que suficiente para o que desejamos fazer. Não vejo necessidade em dissecar a interface deste filtro mais uma vez, isso porque isto já foi feito em um documento mais antigo dentro deste mesmo blog, então basta procurar=].

Feito isso, vamos agora afinar as pontas do traço sinuoso que criamos afim de obetermos mais harmonia, para isto vamos utilizar um simples degradê radial, para tanto, crie uma nova camada transparente e selecione a ferramenta de degradês , presente na interface principal do Gimp, representada pelo ícone abaixo:

Para criarmos a forma radial aditiva(onde a parte clara forma o circulo com bordas escuras), basta que na aba ou janela de opções de ferramentas da ferramenta de dedradês, deixemos o campo “Inverter” marcado.

Agora faça um pequeno circulo degradê radial, dentro da camada transparente que criamos a pouco, logo depois aplique sobre esta camada o efeito de camada chamado “Super-Exposição”.

Agora, combine as camadas visíveis do trabalho.

Caso você deseje, você ainda pode duplicar a camada resultante quantas vezes quiser, afim de criar novas linhas estruturais=]. O efeito de camada “Somente Clarear” se faz necessário caso a camada possua fundo preto, como podemos ver no nosso exemplo.

Por fim, combine novamente as camadas visíveis e ative o nosso já conhecido filtro distorcivo chamado “Vento”, caso você não se lembre ou não saiba como chegar até ele, basta acompanhar a imagem abaixo:

Feito isso, faça um ajuste de acordo com a sua vontade, só lembrando que quanto maior for o limite menos “listras” você vai obter.

Mas nem só de direita e esquerda vivem certos efeitos como este, o mesmo também pode ser aplicado tanto na vertical quanto na horizontal, vamos ver como fazer isso:

Primeiro vamos transformar o sentido de orientação da imagem, para isto navegue até o submenu “Transformar” e uma vez nele, transforme a imagem para 90 graus no sentido horário:

Agora aplique novamente o filtro distorcivo “Vento” sobre a imagem:

Pronto=]! Agora podemos deixar assim mesmo como esta:

OU fazer com que a imagem volte a sua orientação original, retornando ao menu “imagem” presente na interface de controle da mesma, transformando para 90 graus no sentido anti-horário=]:

E para quem gosta de um bom tira gosto, um pouco mais de luz , utilizando o que foi dito anteriormente sobre FREQÜÊNCIA E FASE no filtro “Mapeamento Alien”.

Por hoje é só =], vejo vocês no nosso próximo assunto!

A pequena luz

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, sl rj, slrj, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, tutorial on abril 21, 2008 by phenonart

Certas vezes precisamos impetrar um novo conceito temporal a um trabalho, e no assunto de hoje veremos maneiras simples e eficazes para executar esse tipo de tarefa.

Para que você possa entender melhor o conceito do assunto do dia, escolha uma imagem que retrate uma paisagem, para ilustrar o exercício do dia escolhi a imagem abaixo:


Para executar o que foi proposto bastam apenas três ações, vamos a elas:

1: Crie uma camada transparente sobre a camada base da imagem.

2: Escolha uma cor na sua paleta de cores (preferencialmente uma cor quente em tonalidade branda) e utilizando a ferramenta balde de tinta(), pinte a camada transparente que criamos a pouco:

3:Aplique o efeito de camada “Sobrepor” na camada que acabamos de pintar e acabamos =]:

Estas três ações levam no máximo 1 minuto se você tiver relativa familiaridade com qualquer editor de imagens, então vamos agora pegar um pouuuco mais pesado adicionando variantes ao conceito da imagem.

Para intensificar o que acabamos de fazer, basta combinar as camadas visíveis, duplicar a resultante e aplicar sobre a nova camada criada o efeito de camada “Multiplicar” e voilá! Duvidas? as imagens abaixo com certeza irão ajudar =].

Clique sobre qualquer camada com o botão direito do mouse para ter acesso a este menu.

Basta clicar sobre este ícone em destaque para duplicar a camada=]

Aplique o efeito de camada e aprecie o que você mesmo criou=]

Tudo certo Razgriz mas e se eu quiser manter a mesma quantidade de luz na imagem e ao mesmo tempo deixa-la sem vida, é possível?

Claro! Depende de poucas ações para ser feito, inclusive, vamos utilizar apenas o nosso bom e velho “Mapeamento Alien” para executar essa tarefa, mas antes vou falar desse filtro de maneira mais detalhada, isso porque ainda não sei se vocês pegaram a “mecânica” deste filtro difícil de domar, mas muito rico em termos de possibilidades e recursos:

Novamente para quem não se lembra e ou não sabe como chegar até o filtro, a imagem abaixo ilustra o mesmo:

Comecemos pelos seus dois módulos de operação primários.

:-Modelo de cores RGB

O modelo de cores RGB, trabalha basicamente com a mistura das freqüências e fases deste sistema de cores afim de que tais valores produzam a cor e tonalidades desejadas, além disso é através desse balanço de carga de cores que a intensidade de luminosidade do trabalho é configurada*( é só lembrar das cores atidivas e das subtrativas, as aditivas ou cores luz formam o BRANCO, e as subtrativas formam o PRETO ou para quem preferir a total ausência de cor.)

Como isso é visto na interface deste módulo do filtro?

Do lado esquerdo, é possível visualizar os três canais R(RED) G(GREEN) B(BLUE), neste caso já devidamente traduzidos para o português pelo time de tradução do Gimp e ou da distro. Desmarcando os campos de dialogo de qualquer um deles, desabilita o canal de cor selecionado e conseqüentemente a fase e frequencia do mesmo, assim literalmente eliminando aquela cor do trabalho a ser executado pelo filtro.

AGORA é que vamos a parte realmente complicadíssima da brincadeira, por favor, eu IMPLORO que vocês prestem a MÁXIMA atenção porque vou explicar COMO é que se trabalha com o tão xingado ajuste de FREQÜÊNCIA e FASE deste módulo do filtro:

-:FREQÜÊNCIA:Este tipo de ajuste determina a REGULARIDADE com que o parâmetro (no caso do modo RGB do filtro , o parâmetro é a cor na qual se está trabalhando) será utilizado, ou seja, o quanto dele aparecerá no trabalho executado com o filtro.

-:FASE: Este tipo de ajuste determina a AMPLITUDE da TONALIDADE da cor *(modo RGB apenas) presente na freqüência previamente setada, ou seja um ajuste DEPENDE DIRETAMENTE DO OUTRO!

Vamos resumir: A FREQÜÊNCIA controla o quanto daquela cor vai aparecer na execução do trabalho com o filtro, e a FASE determina qual será a intensidade e tonalidade dessa mesma cor dentro dos limites da FREQÜÊNCIA da mesma!

:-Modelo de cores HSL:

Matiz (Hue) Saturação(Saturation) e Luminosidade (Light) Este sistema de cores é formado por estes parâmetros, sua paleta de cores é na realidade em forma de cone, diferente da plana RGB. A forma de uso das caixas de dialogo é idêntica a utilizada no modo de operação RGB, ou seja, uma vez desmarcado o recurso, o mesmo deixa de afetar o trabalho, bem como suas barras de ajuste (Freqüência e tonalidade) tornam-se inativas. Vamos agora olhar para estes mesmos campos com ainda mais atenção.

-:Matiz: Quando se desmarca este parâmetro ele permanece como ORIGINAL, ou seja a MATIZ da imagem permanece INTACTA.

-:Saturação:Uma vez desmarcado, mantem as caracteristicas da saturação da imagem ORIGINAIS, porém, permitindo assim que o “esquema original de proporcionalidade de tons” da imagem permaneça INTACTO, enquanto os demais recursos fazem suas respectivas intervenções na imagem.

-:LUZ:Este parâmetro é VITAL, uma vez desmarcado as propriedades referentes a luminosidade do trabalho permanecerão INALTERADOS.

Agora quanto a Frequencia e a Fase destes parâmetros :

-:FREQÜÊNCIA:Este tipo de ajuste determina a REGULARIDADE com que o parâmetro (no caso do modo HSL do filtro , o parâmetro pode ser a Matiz, a Saturação ou ainda a Luminosidade, é adequado dizer também que dependendo do que seja feito, o parâmetro “Saturação” poderá inclusive criar novos tons de cor baseados na cor definida pelo parâmetro “Matiz”.) será utilizado, ou seja, o quanto dele aparecerá no trabalho executado com o filtro.

-:FASE: Este tipo de ajuste determina a AMPLITUDE que o parâmetro que está sendo ajustado terá dentro da freqüência escolhida para o mesmo, não importando qual seja o parâmetro no qual estamos trabalhando,ou seja, um ajuste DEPENDE DIRETAMENTE DO OUTRO!

Vamos resumir: A FREQÜÊNCIA controla o quanto daquele parâmetro vai aparecer na execução do trabalho com o filtro, e a FASE determina qual será a intensidade do mesmo dentro dos limites da FREQÜÊNCIA escolhida para que o parâmetro atue dentro do trabalho que o filtro irá executar.

Dito isso, veja o final que preparei para responder a nossa pergunta final do assunto do dia:

Por hoje nós ficamos por aqui, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Roboticarnização

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, sl rj, slrj, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, tutorial on abril 18, 2008 by phenonart

Muito bem, eu recebi os emails de vocês pedindo mais material sobre beleza sintética, tudo bem, vou atender ao pedido apesar de DETESTAR falar sobre isso uma vez que a tão sonhada perfeição corporal INEXISTE. Então meus caros, não vou tocar mais nesse assunto tão cedo, fui claro?

Comecemos com a tal da celulite *(não me venha com essa, todo mundo tem esse troço, até mesmo as revistas bolorentas pornográficas que você deve guardar na sua casa hehe) primeiro vamos abrir um bom exemplo:

Agora duplique a camada base da imagem e selecione a ferramenta “Borrar”, presente na interface principal do Gimp, representada por este ícone:

Agora, volte seus olhos para o seu acervo de pincéis, selecione um que você pode editar por completo, é importante lembrar que os dois primeiros ícones presentes na interface de escolha de pincéis servem para editar e criar novos pincéis, vamos identifica-los :

Para EDITAR pinceis pré existentes.

Para CRIAR novos pinceis.

Agora divida mentalmente a sua imagem em setores pequenos e uniformes para que você possa editar cada area sem incoerências pois o grande segredo é borrar partes com tons e cores semelhantes afim de se obter um resultado homogêneo e uniforme. Para isto o pincel deve ter seu raio menor que a metade do tamanho do setor da imagem no qual você está trabalhando, em seguida vamos a aplicação. Clique sempre primeiro (não solte o botão do mouse) no trecho mais homogêneo do setor que você escolheu e o arraste no sentido por onde ele corre, pode ser da direita para a esquerda, de cima para baixo e vice e versa, depois da primeira passada, aproveite o trecho já feito para continuar o processo por todo o seu trabalho:

Note como na imagem acima se percebe que o trabalho foi iniciado no setor de cima da direita, onde a primeira linha correu da esquerda para a direita e depois a mesma foi aproveitada para corrigir as demais areas do mesmo setor.

Depois de terminar a primeira parte do exemplo nós ficamos assim:

Depois basta apagar os trechos indesejáveis da camada borrada =].

Muito bem, continuando, vamos agora ver os velhos problemas nos rostos, esse exemplo é bem comum:

É isso mesmo vamos tratar de sair da caverna (vide o mito da caverna *(Platão)), não estamos aqui para fazer pele sintética (que é o que 90% dos documentos que tratam do assunto beleza sintética fazem), faremos algo bem mais próximo do viável para a pessoa que está sendo tratada.

Vamos começar suprimindo as manchas, sinais e cicatrizes da face, para executar essa tarefa vamos utilizar a ferramenta de restauração presente na interface principal do Gimp, caso você não saiba identifica-la a imagem abaixo é portadora da mesma em destaque:

Sua metodologia de uso é similar a que é utilizada pela ferramenta “Carimbo”, porém a grande mudança é que ela pega apenas trechos uniformes e aplica na area desejada apenas os pontos que melhor irão se adequar a região, na imagem abaixo nós temos a mesma em ação, note que quanto menor for a distancia entre a area doadora e a receptora, melhor será o resultado, mesma vertente vale para a ferramenta “Carimbo”:

Não faça serimonia, ela também pode e DEVE ser usada pra remover os tais “pés de galinha” e olheiras*(mas se ficar remela do olho é melhor ela comprar um cotonete hehe), considerando que a imagem é grande, veja como apenas uma ferramenta pode fazer grande parte do trabalho sozinha:

Agora para quem deseja labios com cara de batom recém passado, é facil, primeiro duplique a camada base, selecione a camada que acabou de ser criada e sobre ela aplique o efeito de camada “Mesclar Grãos”, em seguida, utilizando a ferramenta “Borracha” em conjunto com um pincel de raio apropriado, preserve apenas o lábio na nova camada:

Por fim, vamos dar um pouco mais de vida nessa pele pastel, para tanto, combine as camadas visíveis e duplique a resultante e na mesma utilize a ferramenta “Borrar”, presente na interface principal do Gimp*(a mesma do primeiro exemplo) até que a pele fique lisa MESMO. Depois aplique o efeito de camada “Luz Dura” sobre essa mesma camada e pronto =]

Sobre os dentes, neste exemplo eles exigem uma reconstrução relativamente complexa mas simples de ser executada (é apenas trabalhosa) que envolve muita deformação interativa e alterações faciais, então essa eu resolvi deixar para um dia desses em que eu me lembrar e ou tiver saco pra colocar um exemplo mais “bonitinho” =].

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

Aprenda a ser CHATO.(Quanto mais CHATO melhor)

Posted in computação gráfica, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, Linux, razgriz, sl rj, slrj, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, tutorial on abril 16, 2008 by phenonart

Parece insasatez minha mas não é, quanto mais CHATO você for MELHOR será o resultado do seu trabalho.

Mas Razgriz… é possível ser CHATO sen incomodar os outros?

Bem meu caro aprendiz, essa resposta tem dois caminhos… pois se eu disser que sim estarei dizendo uma meia verdade pois muitos poderão ficar irritados com o resultado do seu trabalho, inclusive você mesmo se não tomar cuidado.

Mas ainda sim Razgriz…defina CHATO.

Chato meu aprendiz é isto :

ficar pequeno e ir parar encima do capô do próprio retirando ainda de ambos os polos o pequeno ponto branco presente em uma das rodas com margem de erro próxima se não a ZERO.

o primeiro passo é buscar dentro da nossa biblioteca mental o que nós aprendemos sobre construções aditivas e subtrativas para em seguida aplicarmos isso na forma de trabalho conceitual, primeiro, duplique a camada base e redimensione a resultante de maneira proporcional a original até que a camada que sofre a ação tenha o seu objeto principal sobre o capô do primeiro automóvel, depois aplique sobre a camada redimensionada o efeito de camada “Somente Escurecer” e em seguida, duplique essa mesma camada, desta vez aplicando o efeito de camada “Somente Clarear”. É agora que começa a ficar realmente CHATO, crie um novo pincel ou edite um pré existente de maneira que o mesmo vire literalmente um vassalo seu podendo inclusive ser transformado em apenas um ponto pixel caso necessário:

Apenas para relembrar: Para se criar um novo pincel basta clicar sobre o ícone representado por uma folha de papel em branco com um asterisco, e para se editar um pincel pré existente basta clicar sobre o ícone representado por um a folha de papel com um lápis sobre ela, ambos os ícones citados estão localizados na aba/janela de pincéis como mostra a imagem abaixo:

Como se pode notar, a imagem acima também traz a nossa já conhecida interface de edição de pinceis, note como o raio de ação do pincel foi drasticamente alterado em favor de que a ferramenta borracha pudesse atingir o gráu máximo de eficiência nas partes por menores da imagem.

Pensando nisso, vamos analisar a imagem abaixo*(full view obrigatório):

Muito bem, como se pode notar existem diversas pequenas inperfeições aparentemente dificeis de serem eliminadas na miniatura posta sobre o capô do veiculo grande, ao lado se vê a aba de camadas ativa na interface principal do Gimp, o motivo de termos três abas é para realçar melhor certos pontos do objeto menor que ficaram prejudicados durante a primeira ação da ferramenta borracha, sendo que as duas primeiras camadas sofreram a ação do efeito de camada “Somente Escurecer”, e a terceira camada se destina ao efeito de camada aditivo denominado “Somente Clarear”. A imagem abaixo mostra um exemplo clássico de edição de pincel enquanto se apaga trechos indesejados de uma camada, note que quando se amplia a imagem, o mapa de bytes se torna muito mais evidente, facilitando a distinção dos pixels aproveitáveis dos descartáveis:

Repare também como o pincel deve ter o seu ângulo alterado em conjunto com a sua proporção para que o mesmo possa atingir espaços diminutos.

Note que na imagem acima o pincel foi ajustado para o ângulo de 90 graus afim de apenas a parte indesejada da imagem fosse apagada preservando o para choque do veiculo.

Você ode achar que o objeto menor já está perfeito mas não está, ainda existem imperfeições ocultas dentro da camada, uma boa dica é a mancha negra na “grade da escada”, se prestar bastante atenção vai perceber onde está o problema mais visível de todos que apesar disso pode ser considerado o menor e mais simples de ser resolvido, mas vamos deixa-lo para o final e nos concentrar na mancha negra.

Aqui podemos notar com mais clareza a “mancha” mencionada anteriormente, pois é o que uma imagem meticulosamente ampliada não revela não é =]?

A imagem acima trás também uma frase muito valida: Um mínimo raio atribuído a um pincel pode mover montanhas, digo manchas =]

Muito bem, agora como remover o grande pequeno problema? Primeiro vamos identifica-lo melhor para facilitar a vida de quem não o encontrou: É o ponto branco perto das rodas dos dois automóveis!=]

Para estirpar o problema com perfeição, basta ampliar o tamanho da imagem até 500% e fazer uso do mesmo pincel mínimo anterior, em simbiose com a ferramenta carimbo =]. As imagens abaixo ilustram este processo:

Repare que para remover o problema da imagem original, podemos trabalhar diretamente sobre a camada base. note que a ação da referida ferramenta se dá apenas nas areas teóricamente compatíveis umas com as outras.

O mesmo se fez com o objeto menor em suas multiplas camadas. O uso da ferramenta bandeide não é recomendado pois ela apenas torna a area afetada, congruente com a copiada, e não a substitui por pixels copiados como faz a ferramenta “carimbo”.

e assim, é por este motivo que vale mesmo apena ser CHATO :

é isso ai, espero que você tenha ao menos assimilado o meu conceito sobre paciência e persistência, afim de que o seu trabalho se destaque cada vez mais.

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

Dead HQ

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Lembram das revistas em quadrinhos mais antigas? (fantasma nos anos 70, Tex, etc) Pois é, hoje nós vamos transformar uma imagem em uma ilustração a altura, porém com um toque mais dramático*(conceitual) e futurista*(gosto de traços mais retos e de certa maneira aleatórios) segundo o meu ponto de vista.

Comecemos escolhendo uma imagem do nosso acervo, para ilustrar melhor, de preferência por um rosto como o que eu escolhi para ilustrar o assunto de hoje:

Escolhida a imagem, vamos dar um “Brake” nos tons de cor com uma ação subtrativa, já fizemos isso antes no assunto anterior, mas dessa vez vamos fazer uso de um processo um pouco diferente, vamos a ele:

Primeiro converta a imagem para escala de cinzas, copie o resultante e cole em forma de nova camada sobre a camada base da imagem original, esse procedimento até aqui é identico ao que fizemos no assunto anterior, mas mesmo assim, as imagens abaixo irão ilustrar o que foi dito:

Para quem não sabe converter uma imagem para escala de cinzas, rgb e ou cymk*(caso o plugin separate esteja instalado) basta verificar o caminho mostrado na imagem abaixo:

Abaixo nós temos a imagem já convertida pronta para ser copiada:

Aqui nós temos o processo quase concluído, a imagem transformada, colada em forma de camada sobre a original inalterada:

É aqui que vemos a diferença, ao invez do efeito de camada subtrativo “Multiplicar”, vamos utilizar o efeito subtrativo “Somente Escurecer” que tem uma ação menos agressiva, preservando apenas os tons escuros não alterando qualquer outra propriedade da camada onde o mesmo for aplicado:

Para quem não sabe onde fica o efeito, basta memorizar utilizando a imagem abaixo:

Veja o resultado do procedimento que acabamos de fazer=]:

Muito bem, agora que já temos a alteração de conceito*(lembrando que o procedimento é valido para qualquer outro objeto, não apenas rostos.) vamos ao clima do assunto do dia que é o que realmente nos interessa, o “efeito revista”. Antes de prosseguirmos, combine as camadas visíveis e duplique a resultante, depois, selecione a camada base, após o uso do filtro vocês irão entender o porque desta ação.

IPC: O tamanho das imagens influi diretamente sobre o efeito, quanto maior for a imagem, menor serão os detalhes, isso é normal porque o efeito se destaca nas partes com mais detalhes de cada imagem, porém nada impede que você utilize o mesmo em algum trabalho com tamanho de 3000×5000 pixels ou mais por exemplo.

O grande responsável pela mágica do dia é um filtro relativamente pouco famoso na minha documentação (só escrevi sobre ele no meu primeiro livro, ainda falando sobre o a versão 2.2 do Gimp), mas prometo fazer isso em detalhes no meu próximo livro e dar mais atenção ao mesmo daqui pra frente, o nome do nosso novo amigo é “Gimpressionista” (isso mesmo, uma fusão do Gimp com “Impressionismo” (isso mesmo o movimento impressionista, isso mesmo o do pintor Monet).

Começemos apresentando o caminho até o referido filtro que fica no menu de filtros artísticos do Gimp:

Uma vez aberto o filtro somos apresentados a sua interface multifacetada e repleta de abas:

Como se pode notar, o filtro citado traz dentro de si diversos recursos que determinam de que forma o mesmo irá afetar o trabalho no qual o mesmo será aplicado, porém hoje nós vamos falar apenas da primeira aba, uma vez que falarei do restante dos recursos do filtro em um momento mais oportuno.

A aba “Valores de Fábrica” traz valores pré configurados que podem ser utilizados sem que seja necessária qualquer alteração nos mesmos para que o efeito floresça na peça na qual estamos trabalhando, porém isso não impede que você faça algum ajuste que por ventura venha a desejar caso conheça o filtro. Para criar o efeito nós faremos o uso duplo do filtro, para isto, selecione primeiro o efeito pré fabricado de nome “Feathers”, depois clique sobre o botão “Aplicar” e por fim no botão “Atualizar” próximo a janela de pré-visualização da imagem no filtro, este passo é vital, pois sem que isto seja feito nenhum efeito do filtro irá funcionar. Feito isso clique em “ok” e aguarde o processamento.

Veja que após a primeira intervenção do filtro apenas a camada base foi afetada, para que vocês pudessem ver o resultado, eu tornei a camada de cima invisível:

Agora selecione a camada que não sofreu a ação do filtro, e abra a interface do filtro novamente, lembrando que não é preciso refazer o caminho até o filtro para reativa-lo, basta clicar sobre o atalho do ultimo filtro utilizado, este recurso poupa tempo e torna o trabalho mais simples de ser executado:

Carregada a interface do filtro, desta vez selecione o efeito “Line Art” e prepare-o para uso assim como fizemos na primeira intervenção do filtro:

Dê o “ok”, aguarde o processamento e volte seus olhos para a interface de controle das camadas, essa é a situação após o uso duplo do filtro:

Agora aplique sobre a camada que recebeu a segunda intervenção do filtro no trabalho o efeito de camada “Luz Dura” =]:

Agora una todas as camadas do trabalho e vamos clarear as areas que ficaram escuras demais, para executar esta tarefa vamos utilizar a ferramenta de ss/exposição, presente na interface principal do Gimp, a mesma é compreendida pelo icone rachurado na imagem abaixo:

Como a própria descrição da ferramenta informa, a mesma trabalha em simbiose com os pincéis, então escolha, edite e ou crie um pincel que tenha um bom raio de alcance para clarear a area desejada de maneira rápida e prática.

IPC: Para clarear indefinidamente, basta clicar e arrastar o mouse sobre a area desejada, para escurecer, o processo é o mesmo, porém com a tecla “ctrl”(control) do seu teclado pressionada enquanto se faz a operação desejada.

Feito isso, ainda podemos aproveitar para alterar as cores caso seja esse o nosso desejo, o filtro para isso vocês já conhecem bem*(se é meu aprendiz sabe do que falo.) porém se não é, vamos adicionar um pouco mais de pimenta no exercício, para isso vamos utilizar o filtro “Desfocagem Gaussiana”, caso você não se lembre ou não saiba como chegar ao filtro, basta acompanhar a imagem abaixo:

Uma vez aberta a interface, opte por um valor de ação baixo, entre 3 e 6 no máximo:

Deixe o filtro agir clicando em “Ok” e aguarde o processamento.

Depois, copie o resultado, desfaça a operação e cole o que você acabou de copiar em forma de nova camada, aplicando na mesma o efeito de camada denominado esconder:

Agora combine as camadas visíveis e trabalhe as cores =] e ou acrescente objetos a imagem, as possibilidades são INFINITAS!

Muito bem, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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