Arquivo para abril, 2009

Esphere-hidris

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Inkscape tutoriais, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais on abril 28, 2009 by phenonart

Caros,

Hoje vamos falar sobre “abscessos volumétricos”*(ou esferas com volume) feitas com vetor, este tipo de recurso é muito usado em peças publicitárias que envolvam movimento e conceitos tecnológicos, podendo também ser empregado com eficiência em campanhas “ecologicamente corretas”, vamos lá?

Comecemos criando uma plataforma de “apoio”:

Primeiro crie um retângulo no Inkscape preenchendo-o com uma cor sólida de sua preferência:

gotverde1

Agora duplique o retangulo e preencha o que acabou de ser criado com uma cor mais clara que seja compatível em instancia primária com a do primeiro retangulo:

gotverde2

Agora sobre este aplique degradê Radial :

gotverde3

Agora utilizando a ferramenta de configuração do posicionamento do degradê, expanda-o de maneira que a estrutura luminosa abranja o retangulo primário de maneira uniforme:

gotverde4

Agora que temos a base vamos avançar para a efetiva criação da esfera, cujo princípio é bem semelhante ao que acabamos de executar:

Comecemos com um circulo preto, e conveniente lembrar que a forma geométrica primaria não influenciara no procedimento pratico do exercício que estamos fazendo, então se você desejar pode criar outra coisa como uma meia lua ou outro desenho qualquer, porem este devera ser um objeto único:

gotverde5

Agora duplique o circulo e preencha-o com a cor do primeiro retangulo que criamos, em seguida mova-o um pouco para que perspectiva seja formada pelo circulo original abaixo deste:

gotverde6

Agora duplique o novo circulo e pinte-o com a mesma cor escolhida para o ultimo retangulo que foi criado:

gotverde7

Agora sobre este aplique degrade radial:

gotverde8

Para finalizar o efeito de perspectiva desfoque um pouco o circulo negro:

gotverde9

Eis o exemplo pratico finalizado:

gotverde10

Agora  vamos ver um exemplo classico de uso, vamos criar uma pequena composiçao com este tipo de recurso:

Basta selecionar o recurso que acabamos de criar , copia-lo e cola-lo no trabalho, redimensionando-o de maneira proporcional sobre a esfera original quantas vezes desejar =]:

gotverde11

Para expandir o trabalho voce ainda pode duplicar a maior original e abaixar a sua seleçao ate que o encaixe da mesma seja simbiótico para com a original:

gotverde12

Sinta-se LIVRE para compor algo a seu gosto:

gotverde13

Agora vamos exportar o nosso trabalho para que possamos dar ao mesmo o acabamento final no Gimp:

gotverde14

Após aberto, crie uma composição com pincéis sobre o mesmo utilizando cor compatível com o conceito e confecção do trabalho:

gotverde16

Lembre-se que em trabalhos com area útil em fartura é recomendável cautela no ato de preencher a mesma pois o recurso a ser utilizado não poderá destoar do conceito escolhido:

gotverde17

Agora vamos dar mais vida ao trabalho amplificando a sua estrutura coloral e luminosa, o responsável por isto pode ser visto abaixo:

gotverde18

Para trabalhos que tem raiz “abstrata” o modo RGB se mostra mais adequado quando se deseja manter uma gama mais vasta de cores, procure também não destoar do conceito original, pois como já falei muitas vezes, elas são parte importante da formação da mensagem:

gotverde19

Eis o exemplo do dia finalizado =]:

finitverd

Exercício para casa:

Abaixo temos 2 camadas que formam uma alteração brusca na estrutura luminosa do trabalho, que efeito e este e como ele foi feito? Justifique sua resposta confecionando trabalho que utilize a mesma solução:

gotverde20dev

finidev

Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!=]

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Devaneio vetorial

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, gimp, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, gimp tutorial, inkscape, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais with tags , , , , , , , , , , , on abril 19, 2009 by phenonart

Caros,

hoje nós vamos aprender a criar e a trabalhar com vetores ditos “frescos”*(compostos por esferas volumétricas com caudas, vistos em demasia em peças publicitárias de casas de festas mais rebuscadas ou presentes nos balneários do pais.) , como o procedimento é um tanto extenso vamos começar abrindo o Inkscape e logo após a sua abertura criar um círculo que será parte da forma primária do exemplo do dia:

plaia1

Criado o circuloa criação da cauda é relativamente simples, vamos a ela:

Utilizando a ferramenta de criação vetorial livre, crie um triangulo que intercepte o circulo em suas extremidades como visto na figura abaixo:

plaia2

Feito isso, é hora de esculpirmos o triangulo de modo que o mesmo se adapte aos contornos da esfera sem falhas, sem esquecer de adicionarmos um traçado a nossa “cauda”. Para esta tarefa iremos utilizar a ferramenta de edição seletiva dos nós vetoriais, tal procedimento pode ser visto abaixo:

Para facilitar o seu trabalho, atribua uma cor de traço forte ao triangulo para que você possa ver o que está fazendo:

plaia3

plaia4

Após esculpir o triangulo eis o que temos:

plaia5

Agora duplique o circulo e guarde o resultante desta ação por enquanto fora do seu trabalho, utilizaremos ele mais tarde:

plaia6

Agora vamos unir os nossos dois objetos afim de que se tornem apenas um facilitando qualquer edição posterior no seu formato combinado:

plaia7

Hora de definirmos a cor majoritária da nossa cauda, escolha uma do seu agrado sem restrições, caso sinta vontade não se esqueça da liberdade para esculpir a cauda novamente:

plaia8

Agora vamos definir uma cor secundária para valorizar as curvas do objeto e reforçar o conceito, para isto duplique o objeto e esculpa o resultante de maneira que o mesmo siga os contornos primários do original com espaçamento entre as bordas, em seguida basta atribuir a cor desejada ao mesmo. Note que esta preferencialmente deve ser compatível com a cor majoritária escolhida no procedimento anterior:

plaia9

Agora chegou o momento de utilizarmos o circulo que criamos antes de unificarmos a “cauda”, para isto eleve sua seleção ao topo e posicione-o dentro da área correspondente a que pertenceria ao circulo original , note que o restante da cauda pode ser posicionado de qualquer maneira ampliando o seu leque de opções de criação=]:

plaia10

Agora vamos criar o “tal do efeito”, como o leque de opções é muito vasto vamos fazer dois exemplos  que utilizam os mesmos princípios básicos=]:

Para o primeiro, duplique o circulo e preencha o resultante de branco ou escola uma cor que combine com as escolhidas para a da cauda, em seguida dê uma valoração baixa a largura do traço do novo circulo :

plaia11

Agora atribua uma valoração de desfoque baixa ao circulo aplicando em seguida degradê Linear:

plaia12

Agora duplique o circulo modificado e espelhe-o para que obtenhamos um objeto uniforme:

plaia13

Agora selecione ambos os círculos e agrupe estes dois objetos duplicando-os em seguida:

plaia14

Sobre o resultado do processo anterior, crie um novo circulo preto e redimencione-o de maneira proporcional*(utilize o atalho “Ctrl + Shift + 9”)  até que o mesmo dê  profundidade ao trabalho:

plaia15

Agora repita o procedimento visto acima quantas vezes desejar respeitando a proporcionalidade dos objetos, ao final deixe um circulo com degradê radial aplicado para formar o centro do objeto:

plaia161

Pronto! -=] já temos o nosso primeiro exemplo pronto para uso, vamos para o segundo:

A partir do primeiro circulo preto que serviu de base para o primeiro exemplo, duplique-o e ao novo circulo resultante atribua preenchimento de traço com degradê Linear, com a mesma cor que foi utilizada como majoritária para a cauda dando ainda baixo grau de desfoque afim de que a profundidade desejada se forme:

plaia19

Para obter mais “anéis” internos basta agora duplicar este mesmo circulo reduzindo seu tamanho de maneira proporcional*(utilize novamente o atalho “Ctrl + Shift+9) :

plaia20

Para finalizar o exemplo na parte central crie um circulo de mesma cor dos anéis e sobre o mesmo aplique degradê radial:

plaia21

Eis os nossos dois exemplos até aqui:

plaia22

E se fosse do nosso desejo uniformizar o nosso degradê aplicado no segundo exemplo?

Simples, basta arrastar sua guia para o lado desejado fazendo uso da ferramenta de edição de degradês:

plaia23

Agora que já temos dois exemplos vamos colocar estes novos recursos para trabalhar, comecemos exportando-os =]

plaia25

Lembre-se de exportar em um tamanho adequado para o uso que será feito da imagem:

plaia26

Muito bem, agora é hora do Gimp assumir =]:

plaia27

Aqui vamos criar um papel de parede bem simples mantendo o conceito original proposto pelos recursos exportados:

Para tanto separe os recursos criados em duas imagens diferentes ou mais dimensionadas  em tamanhos diversos e utilizando-as , crie uma pequena composição de encaixes a seu gosto respeitando a diretriz de um objeto por camada:

plaia28

Agora vamos dar um pouco mais de vida a nossa imagem acrescentando uma pequena composição com pincéis, mas aqui existe um pequeno “truque”, coloque as camadas da composição com pincéis imediatamente atrás de todas as demais do trabalho excetuando a de fundo, assim a composição com os objetos que criamos não perderá o destaque:

plaia29

plaia30

plaia31

E assim ficou o meu exemplo =]:

finalboll

Agora e se eu quisesse obter uma variação de cor?

Acho que o bom e velho filtro denominado “Mapeamento Alien” pode responder isso de maneira bem sucinta e adequada:

plaia32

Para este tipo de trabalho o modo de edição RGB é mais indicado pela velocidade de delegação de tons sem burocracia:

plaia33

Eis aqui o mesmo exemplo após o filtro ter concluido o seu trabalho:

finalhomework

Dito isso, como trabalho extra classe criar mais 3 opções de recursos baseados no que foi visto  no assunto de hoje, incluindo um exemplo de aplicação.

E como de praxe, vejo vocês no nosso próximo assunto! =]

A cor do Tim

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Caros,

O assunto do dia tem um certo tom de homenagem pois compondo o exemplo está uma imagem do “Sindico” da música do nosso pais, mas deixemos pra falar dele depois, hoje nós vamos aprender a transformar bitmaps em psicodelia absoluta.

Comecemos abrindo o Inkscape e importando para o mesmo a imagem que servirá de base para o exercício do dia, preferêncialmente não escolha uma imagem grande ok? =]:

tim1

Agora vamos transformar a imagem que escolhemos em vetor, para isto vamos utilizar o nosso já conhecido recurso denominado “Traçar Bitmap” cujo caminho pode ser visto abaixo:

tim2

Aqui nós vamos fazer algo bem específico, solicitaremos a ferramenta que confeccione um vetor relativamente detalhista determinando o parâmetro denominado “Níveis de Brilho” com valoração superior a 90, isto nos dará um resultado relativamente fiel da imagem original mas ainda em preto e branco *(oque é exatamente oque nós queremos para este momento) , para ter resultado semelhante em “cores” basta utilizar o parâmetro denominado “Cores” para a tarefa:

tim3

Aqui podemos comparar o vetor resultante da imagem com a próŕia original:

tim4

Agora vamos modificar o padrão de pintura do nosso vetor, tal tarefa é relativamente simples mas exige atenção, vamos a ela:

Primeiro selecione o recurso de edição de nós vetoriais e clique sobre o vetor, note que pode levar algum tempo até que os pontos vetoriais apareçam.

Agora reparem no seguinte fato, ao clicar no vetor nem todos os pontos vetoriais que compõem o mesmo estão sendo mostrados, isto ocorre porque esta estrutura vetorial complexa é formada por setores que tem seus traços preenchidos com diversas tonalidades de cor diferentes a fim de formar a representação*(imagem que nós vemos, pois para quem está “de fora” esse ai continua sendo o “Tim Maia” e não uma “estrutura vetorial”) que é entregue aos nossos olhos, então, cabe a nós executar a modificação setor por setor:

tim5

Dito isso, abra agora a ferramenta de preenchimento de cor do Inkscape, feito isso, vamos aprender a selecionar os setores da estrutura pelos nós e ou tons de cor:

Primeiro escolha uma área da estrutura e depois clique e arraste a seleção de pontos até abranger a area que será modificada primeiro, depois troque o seu preenchimento por um de tom mais claro. É mais do que valido lembrar que quanto mais complexa for a estrutura vetorial criada, mais nós e setores a mesma terá:

tim6

Note que você pode atribuir qualquer tonalidade de cor a um determinado setor, apesar disso prefira trabalhar com apenas uma tonalidade padrão para todos os que você decidir modificar deixando assim o trabalho mais uniforme:

tim7

tim8

Outra maneira  de se modificar as cores de um determinado setor é clicando diretamente sobre o mesmo, isto elimina a necessidade de se selecionar os nós ou mesmo de clicar em um:

tim9

Quando se clica em apenas um nó, todos os demais ligados diretamente a ele também sofrem a alteração solicitada:

tim10

Quando estiver satisfeito , diminua o Zoom e veja a transformação de perto:

tim11

Agora é hora de exportar a imagem pois vamos dar uma “polida” conceitual no Gimp, escolha um tamanho compatível com as suas pretenções:

tim12

Eis a imagem aberta no Gimp:

tim13

Agora vamos preencher as areas que não tem cor*(invisíveis), crie uma nova camada transparente e pinte-a de preto, em seguinta abaixe a sua seleção para que fique imediatamente a trás da imagem *(no lugar da camada qualificada como “fundo”), feito isso , sobre todas as camadas crie outra transparente:

tim14

Agora sobre esta camada, coloque um pincél ou imagem que seja compatível com o conceito do trabalho :

tim15

Agora vamos tornar isto parte integrante do trabalho, aplique sobre esta camada o efeito subtrativo denominado “Sobrepor”:

tim16

Para realce duplique esta mesma camada:

tim17

Dito isso agora temos dois caminhos para seguir, o primeiro é trabalhar apenas dentro da área com estrutura luminosa visível, criando uma composição básica utilizando o mesmo processo aqui visto acima:

tim18

Não se esqueça de aplicar o efeito sobrepor as camadas que envolvem a composição:

tim19

O outro caminho é priorizar a área útil da imagem criando uma composição com tons semelhantes aos obtidos na confecção da imagem em seu início:

tim20

Hora das cores =] adivinhem quem terá a honra de executar esta tarefa?

tim21

Indepentente do modo de trabalho escolhido procure trabalhar com cores que remetam ao conceito proposto por você, no caso do modo HSL evite utilizar frequencia de saturação elevada ou mesmo valorações altas para oa parâmetros de luminosidade, pois isto pode resultar em brilho esxcessivo :

tim22

tim23

E aqui temos o resultado final do nosso exemplo do dia=]

timfinal

Dito isso meus caros aprendizes, vejo vocês no nosso próximo assunto=]!

P.s: “Valeu Tim, valeu de mais!”

Degradês Maleáveis

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Caros,

Não sei como deixei isso passar, uma aluna veio me perguntar se os degradês podem se transformar em objetos volumétricos após a sua criação, ou seja sem editar o arquivo base presente na listagem pronta. A resposta você confere neste documento, bons estudos!

Comecemos criando uma imagem de tamanho qualquer, sobre a mesma crie uma nova camada transparente e faça um retangulo utilizando a ferramenta de seleção retangular presente na interface principal do Gimp:

oncort1

Agora, vamos criar um degradê volumétrico de padrão tubular dentro do nosso retangulo, para agilizar você pode utilizar o mesmo padrão proposto no exemplo exposto na figura abaixo:

oncort2

Agora aplique o degradê de padrão tubular escolhido na vertical em configuração bilinear a fim de que obtenhamos as proporções mais adequadas, não se esqueça de marcar a opção “Amostragem Adaptativa” afim de se evitar serrilhados no trabalho:

oncort3

Para criar um padrão vertical basta executar um traçado horizontal na aplicação do degradê:

oncort4

Após aplicado o degradê, vamos agora afunilar o nosso retângulo, para tal utilize a ferramenta transformar o formato do nosso retangulo de perspectiva localizada na interface principal do Gimp representada pelo ícone hachurado na imagem abaixo:

oncort5

Feito isso, ancore a camada gerada após a transformação:

oncort6

Agora, duplicando a camada onde se encontra o nosso funil ou cone, crie uma serie de encaixes simétricos duplicando o mesmo até que se preencha a metade da área útil da imagem, as imagens abaixo ilustram esse processo:

oncort7

Feito isso, combine as camadas visíveis do trabalho deixando apenas a camada de “fundo” separada das demais :

oncort8

Agora aplique duplique a camada resultante e utilizando a ferramenta de espeçhamento presente na interface principal do Gimp crie um encaixe simetrico entre ambas as partes:

oncort9

Após a conclusão deste processo combine todas  as camadas visíveis do trabalho:

oncort10

Agora vamos aprender a distorcer uma imagem em curvas, para isto vamos utilizar o filtro apropriado denominado “Dobrar em Curva” cujo caminho pode ser visto na imagem abaixo:

oncort11

Após o carregamento da interface do filtro vamos estudar os recursos  do referido filtro:

O quadrangular de curvas: Sua operação é bastante simples, basta clicar e arrastar o ponto desejado da linha para que o objeto se dobre de acordo com a proporção e angulo de ataque da curva feita pela linha em questão. Porém o quadrangular não atua sozinho, os outros parâmetros influenciarão e muito no seu trabalho, vamos a eles:

O parâmetro denominado “Curva para a Borda” determina de que maneira a imagem será afetada pelo tipo de curva sofrido pela linha do quadrangular de ajuste

O parâmetro denominado “Rotacionar” determina qual será o angulo de ataque interventor na imagem a ser feito pela curva, um angulo de 90 graus é suficiente para alterar a mesma verticalmente por exemplo.

O parâmetro denominado “Tipo de Curva” determina se a figura será afetada de maneira uniforme ou livre de cordo com a sua vontade.

O parâmetro denominado “Suavização” por sua vez evita que a imagem adquira serrilhados desnecessários.

Quando estiver satisfeito dê o ok e aguarde o processamento:

oncort12

Eis o resultado da intervenção do filtro:

oncort13

Agora que já respondida foi a duvida da aprendiz, vamos elevar o tom um pouquinho abrindo o leque de possibilidadescom a mesma imagem:

Crie uma nova camada transparente e preencha-a com alguma cor sólida rebaixando-a em seguida para cobrir a possível área transparente deixada pela ação do filtro anterior, depois duplique a camada e espelhe a resultante do processo, atribuindo a mesma um efeito de camada subtrativo como por exemplo o “Multiplicar”:

oncort14

Agora utilizando o seu acervo de pinceis crie uma pequena composição compatível com o conceito da imagem:

oncort15

oncort16

Terminada a composição, combine todas as camadas visíveis do trabalho.

Agora combine todas as camadas visíveis pois vamos utilizar o nosso já bem conhecido filtro “Mapeamento Alien” para realçar a estrutura luminosa e coloral da imagem:

oncort17

Não tenha pudor em trabalhar com uma frequencia e fase de luminosidade relativamente altas para este tipo de imagem pois nós queremos muita luz em alguns pontos e pouca luz em outros =]:

oncort18

Depois disso vamos agora criar uma pequena textura simples feita a partir da própria imagem distorcida, para tal duplique a  camada base  e em seguida vamos fazer uso do filtro denominado  “Ondulações” cujo caminho pode ser visto abaixo:

oncort19

O “pulo do gato” é bem simples, basta deixar a valoração do “periodo” da “onda” relativamente baixa e levar ao limite os demais parâmetros:

oncort20

Depois aplique o efeito de camada “Sobrepor” sobre a camada que sofreu a ação do referido filtro :

oncort21

Eis oque temos =]:

oncort22

Agora o trabalho de casa de vocês:

Como eu fiz para que a imagem adquirisse os tons vistos abaixo?

A primeira imagem traz dicas valiosas:

oncort23

oncorthomework

Dito isso meus queridos aprendizes vejo vocês no nosso próximo assunto =]

O Sonho de Bart

Posted in computação gráfica, Computação Gráfica Livre, Dirty job, inkscape, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, tutorial with tags , , , , , , , , , on abril 8, 2009 by phenonart

Caros,

Confesso que não tenho queda por vetores apesar de apreciar o trabalho dos ilustradores que fazem ótimos quadrinhos *(ainda mais quando são feitos com competência independente da metodologia de criação ou doutrina),  longe é minha pretensão imitar essas pessoas ou seu ofício, oque faremos aqui hoje é aprender a dar um ar de “cartoon” pesado a objetos vetorizados sem esforço, vamos lá?

Primeiro há de se escolher uma imagem bitmap do acervo nosso que seja compatível com a mensagem que se deseja enviar:

Um pequeno adendo antes da primeira imagem deste documento:

A imagem que eu escolhi para este exemplo não visa ofender de forma alguma as minhas aprendizes mas sim mostrar o ar descompromissado deste documento para com as formalidades e reservas vistas em outros locais, sim eu estou cheio desse “purismo” que tanto assola a minha profissão podando as coisas boas fazendo com que nós sejamos muitas vezes a renunciarmos a nós mesmos em troca de um pouco de dinheiro ou até mesmo de “sossego”.

cartoo1

Escolhida a imagem vamos permitir que a ferramenta “trace bitmap” faça o serviço dela, é sempre bom lembrar que é possível determinar como será a estrutura da nova construção vetorial através dos seus parâmetros:

cartoo2

Para este tipo de exercício, preferencialmente comece criando um vetor primário que englobe a estrutura principal do objeto. Para isto o primeiro parâmetro cai como uma luva, apenas tenha cuidado para não setar uma valoração alta pois a ultima coisa que queremos é a não preservação minima dos detalhes originais sutis do objeto alvo da ação:

cartoo3

Depois que você executar o primeiro procedimento, vetorize novamente a imagem mas desta vez utilizando o segundo parâmetro da ferramenta, utilize valoração baixa para este item pois queremos o máximo de detalhes possível aqui:

cartoo4

Agora que já vetorizamos a nossa imagem nós temos a seguinte situação:

Preserve o bitmap original em uma area próxima aos vetores e promova o encaixe de ambos os vetores para formar o objeto novamente:

cartoo5

Agora crie um retangulo preenchido com a cor que mais se aproxima da que o objeto vetorizado tem e posicione-o sobre o objeto abaixando a sua seleção em seguida:

cartoo6

cartoo7

Agora vamos dar cor e realce aos detalhes que compõem a estrutura do objeto, no caso do exemplo seria a “calcinha” , esta parte exige a construção de uma peça vetorial “esculpida a mão”, mas nada trabalhoso vamos a ela:

cartoo8

No caso do exemplo começo com um poligono não congruente que atinge todas as extremidades do traço a ser realçado:

cartoo91

Preencha o objeto recém criado de branco e reduza a sua opacidade*(ela será restaurada depois), em seguida fazendo uso agora do editor de nós vetoriais, apague os nós desnesseçarios *(caso existam em seu trabalho) e vá moldando o objeto até que ele atinja formato próximo ao dos traços alvo da ação:

cartoo10

cartoo11

cartoo12

Após o termino da moldagem do novo objeto, restaure a sua opacidade e abaixe a sua seleção em um passo, isto fará com que o traço original ganhe vida:

cartoo13

Para preencher eventuais continuações do mesmo objeto com “quebras” eis uma solução bem simples:

Crie um pequeno retangulo um pouco maior que a fresta a ser preenchida, em seguida abaixe a sua seleção até que a mesma cubra a fresta :

cartoo14

cartoo15

Agora vamos ajustar os contornos das bordas. No caso do exemplo um simples “quadrado” do jeito que está não resolve, então vamos devolver a moça os seus contornos:

Para isto, selecione o quadrado que criamos colorido e transforme-o em caminho:

cartoo16

Feito isso, é hora de molda-lo de acordo com as caracteristicas físicas do objeto, no caso do exemplo os contornos da “moça”:

cartoo17

cartoo18

Agora preencha a borda do traço com a mesma cor de preenchimento usada no primeiro vetor criado com o “trace bitmap”:

cartoo19

Não esqueça de afinar o traço para harmonizar o vetor =]:

cartoo20

Agora vamos adicionar a mensagem dentro do trabalho, escolha algo que realmente seja compatível com oque você queira passar, no caso utilizei uma fonte dos simpsons que encaixou muito bem, bastando utilizar o conceito de preenchimento que utilizei a pouco para preencher a parte “branca” do exemplo:

cartoo21

Eis o conceito base:

cartoo22

Agora um pouco de brilho no exemplo:

cartoo23

Traga de volta a imagem original e observe os pontos com maior concentração luminosa, sobre eles crie pequenos círculos brancos:

cartoo25

Agora preencha-os com o formato “degradê radial”:

cartoo26

Agora pocisione-os sobre o trabalho em local semelhante ao que seria na figura original:

cartoo27

Não esqueça de espandir o novo objeto se necessário pois isso é um vetor e não uma imagem acabada =]

cartoo28

cartoo29

E aqui está =]

cartoo30

Praticamente indolor não ? Pois é, eu não coloquei um dos clássicos balões de quadrinhos mas isto você pode fazer no SEU exemplo =] .

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

O retorno dos SITH *(Darth Razghull)

Posted in Dirty job, gimp, gimp tutorial, inkscape, Linux, razgriz, software livre, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais with tags , , , , , , , , on abril 5, 2009 by phenonart
  • (Theme song : The Imperial March)

Caros,

agora que sou considerado um “Sith*(Darth Razghull)” por não endossar a política do “almoço grátis” este documento caiu como uma luva. Mas…por que?

Alguns dias atrás um aprendiz perguntou como seria o processo de confecção de um “sabre de luz” feito em vetor,  Para programas que trabalham apenas com bitmap*(também chamados de “editores de imagem)  existem muitos documentos que falam sobre isso direta ou indiretamente e apesar de o conceito ser parecido e até simplista não vi muita coisa a respeito*(apesar de não ter feito uma procura incisiva), então hoje nós vamos não apenas aprender a criar um “sabre de luz” mas também entender como funciona o processo de criação de objetos a partir da soma das características de outro objeto quando sobrepostos sob a chancelaria da função denominada “Clip”. Vamos lá?

Antes de mais nada é hora de escolher e importar uma imagem que se enquadre de maneira direta ao conceito do trabalho, no caso do exemplo optei por algo bem “oportuno”:

darthrazgriz1

Agora vamos transformar esta imagem em um desenho vetorial, para poupar tempo vamos deixar esta tarefa para a ferramenta denominada “Traçar Bitmap” cujo caminho pode ser visto abaixo:

IPC: No blog existe um documento que fala exclusivamente do trato para com esta ferramenta, basta procurar.

darthrazgriz2

Como o que nos interessa é a forma primária do objeto não tenha grandes preocupações com detalhismos que a imagem original possa vir a ter bastando que o conceito e os traços primários originais sejam preservados:

darthrazgriz3

Após a ação da ferramenta o bitmap original poderá ser descartado ficando apenas os vetores criados:

darthrazgriz4

Agora utilizando os conceitos estudados quando falamos sobre simetria tipográfica, crie uma figura simplória que represente os seus sentimentos durante a realização da tarefa. No meu caso o que eu escolhi fazer reflete no exercício anterior:

darthrazgriz5

Agora duplique o desenho sem agrupar seus objetos formadores e coloque todo o conteúdo sobre o primeiro vetor que criamos baseado no bitmap conceito do trabalho. No caso do exemplo o conceito era o “lado negro da força” tendo como principal doador um certo personagem bem conhecido. Feito isso selecione todos os objetos presentes no cenário :

darthrazgriz6

Sobre eles faça a ferramenta denominada “Clip” agir:

darthrazgriz7

Após a ação da mesma restará apenas um dos lados do desenho que você criou com a simetria e o outro objeto estará fundido a esta metade, basta agora duplicar o mesmo e refazer a simetria para ver o resultado final, abaixo podemos constatar o desenho original e o pós intervenção:

Pois é nada complicado mas altamente eficaz, dito isso vamos adiante.

darthrazgriz8

Os Sabres de LUZ.

Este objeto  que nos gera tanto fascínio e admiração leva em sua construção diversos traços de quem o “utilizará” isto porque o “sabre de luz” é parte de quem o constrói. Assim como qualquer outro trabalho ele deve carregar no mínimo algo que você queira ou tenha a “dizer”, mas não se engane em pensar que isto irá dificultar a sua tarefa pois os procedimentos primários pouco mudam de acordo com a interpretação do objeto a ser criado, de fato meus caros aprendizes quando desenhamos um objeto em vetor, papel ou mesmo assinamos nossos nomes em um documento qualquer, o nosso jeito de “fazer” é como uma segunda “impressão digital” algo ÚNICO que pertence exclusivamente a você, NUNCA se esqueça disso enquanto estiver criando seja aonde for.

Dito isso vamos adiante :

Crie um retângulo no Inkscape :


darthrazgriz9

Agora duplique o retangulo que você acabou de criar, note que estes serão o “cabo” e a “lâmina” do sabre:

darthrazgriz10

Agora vamos dar aos nossos retangulos as suas formas primárias finais, redimencione um deles até o comprimento desejado para o cabo e estreite o segundo redimencionando se necessário até que a lâmina fique a seu gosto. A figura abaixo mostra um exemplo do que foi dito:

darthrazgriz11

Agora vamos focar o trabalho na lâmina, como a lâmina do sabre é geralmente levemente arredondada, utilizando a ferramenta de edição de pontos vetoriais, arredonde as extremidades do retângulo que representará a lâmina como visto na figura abaixo:

darthrazgriz12

Aqui já temos a “lâmina” com a curvatura final :

darthrazgriz13

Agora faça o mesmo com o “cabo” pois assim ele adquire certa profundidade:

darthrazgriz14

Agora centralize ambos os objetos como na figura abaixo e teremos o formato primário do nosso sabre:

darthrazgriz15

Agora que já temos o formato básico podemos trabalhar no feixe de luz resultante da ativação da lâmina do nosso sabre. Primeiro Preencha o retangulo da lâmina de branco, isto porque o “blaster” *(centro do sabre) é branco=]*(basta reparar isso no filme e derivados):

darthrazgriz16

Agora é que vem o “pulo do gato”, o que irá determinar a cor do seu “sabre” é a cor do traço da borda do retângulo =], então o primeiro passo é escolher a sua cor, pois para o exemplo escolhi vermelho:

darthrazgriz17

Depoid de escolher a cor, arredondemos o estilo do traço conforme procedimento descrito nas imagens abaixo:

darthrazgriz18

darthrazgriz19

Agora vamos ampliar a largura para que a cor do traço “envolva” a parte central do “sabre”:

darthrazgriz201

Agora vamos alinhas o “cabo” e a “lâmina” para que o sabre tome forma a contento, lembrando que o tamanho da lãmina pode ser reduzido a qualquer tempo por você desde que o alinhamento seja respeitado e as proporções mantidas:

darthrazgriz21

darthrazgriz22

Feito o alinhamento, duplique o retângulo que representa a lâmina, isto a curto prazo irá fortificar o brilho da mesma:

darthrazgriz23

Agora trabalhando este retângulo que criamos ZERE o preenchimento das suas bordas :

darthrazgriz25

Agora preencha o mesmo com degradê linear:

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Depois duplique-o e aplicando simetria, espelhe-o para formar a outra metade do centro :

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Eis o que temos até aqui:

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Agora selecione o retângulo com a borda vermelha e desfoque o seu traço até que o mesmo fique semelhante ao feixe dispersante original de um verdadeiro sabre:

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Prontinho, já temos a lâmina =]

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Agora vamos trabalhar no cabo do nosso sabre, na verdade esta é a parte mais pessoal deste artefato a primeira coisa a fazer é imaginar como ele deveria ser, ou seja, pense em como seria o SEU sabre de acordo com o lado ao qual você pertence da “força”. No caso do exemplo vamos fazer um sabre prateado oque não impede você de criar um completamente diferente de acordo com as suas preferências=]:

Primeiro levante a seleção do retângulo que representa o cabo do sabre até o nível mais alto para que a parte final da “lâmina” seja sobreposta e em seguida duplique-o, depois aplique sobre o novo retângulo a cor branca e por fim degradê linear:

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Agora é hora de adicionar um ornamento ao sabre, repare que poucos sabres nos materiais oficiais e de fâns da serie são ornamentados desta forma mas como é um objeto único nada impede que isto seja feito. Duplique o retângulo que acabamos de preencher com o degradê linear e preencha-o com cor solida*(preto) , depois mova-o para fora da area do sabre e deixe-o em espera pois logo vamos utiliza-lo. Agora crie uma arte ou escolha um desenho que eventualmente você tenha criado , depois eleve a seleção do retangulo ao topo e coloque-o sobre a arte recém criada para emfim aplicar a ferramenta denominada “Clip” sobre os mesmos. As imagens abaixo ilustram este processo:

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Eis o que temos, agora a arte encaixará de maneira hermética no cabo do sabre:

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Agora posicione-a corretamente no sabre:

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Agora vamos dar um relevo, para isto duplique a arte, mova a ligeiramente para qualquer direção e pinte-a de branco, em seguida altere a sua forma de preencimento para degradê linear:

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Agora adicionemos um itém relativamente comum, um botão de “ativação” para a “lâmina” do nosso sabre, para tanto crie um circulo preto e posicione-o em um local apropriado do seu sabre:

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Agora duplique-o e pinte o mesmo com uma cor de  sua  escolha, de preferência use a mesma que foi definida para a lâmina, em seguida aplique o preenchimento “Radial” sobre este último:

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Caso deseje crie outros botões para complementar o seu sabre se assim for do seu agrado:

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EXERCÍCIO:

Crie três  sabres de luz exclusivos e um simbolo que os represente =]

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Dito isso, vejo vocês no nosso próximo assunto!

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