The Pixel Breakers

Postado em Computação Gráfica Livre, Fedora, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, software livre, tutorial às Julho 17, 2008 por phenonart

Este pequeno documento foi redigido a pedido de alguns alunos das minhas turmas de EAD, acho interessante para todos compartilhar as resoluções dos pedidos deles com a comunidade pois assim o processo colaborativo só ganha força e produtividade, assim, peço a todos os que estão “chegando agora” que por favor leiam os documentos anteriores presentes tanto no blog quanto nos outros sites onde escrevo documentação, tarefa essa que ficou mais fácil com a criação de uma página aqui no blog onde todos os sites que contém documentação minha podem ser facilmente localizados.

O nosso assunto do dia trata da criação de auras digitais formadas a partir de espectros confeccionados através do choque de pixel s idênticos em sentidos diferentes. Vamos lá?

Comecemos criando uma nova imagem com tamanho sugerido de 800×800 pixel s, como sempre digo você é livre para escolher o tamanho mais adequado ao tipo de trabalho que deseja desenvolver.

Criada a imagem, vamos começar aplicando um degradê de nossa escolha sobre a mesma, para isto, basta utilizar a ferramenta de aplicação de degradês presente na interface principal do Gimp.

Abaixo nós temos o degradê escolhido para ilustrar o exemplo de hoje já aplicado, Note que a forma de aplicação do mesmo também é livre da sua parte, neste exemplo utilizei o sentido de orientação Linear com Repetição Triangular :

Agora vamos aplicar pequenos deltas a fim de criarmos uma superficie com ranhuras mais retas dispersas, para esta pequena tarefa nós iremos utilizar o filtro distorcivo denominado “Vento”. A imagem abaixo ilustra o caminho até o mesmo:

A interface do referido filtro é bem intuitiva, mas vamos rever estes de maneira que possamos extrair uma boa seqüência desta poderosa ferramenta:

Pré Visualização: Recurso vital, ele proporciona ver exatamente o que estamos fazendo com a imagem em tempo real auxiliando na aplicação do recurso desejado.

Estilo: Este recurso se aplica ao tipo de efeito que será gerado dentro da nossa imagem, o efeito “Vento” faz com que todas as extremidades e interior da figura sejam “sugados” causando um efeito mais “liso”, enquanto que o efeito denominado “Ventania é mais comedido, causando tal efeito somente nas bordas e partes mais internas da imagem, causando um efeito mais pixelizado dentro da imagem.

Direção:Este recurso comando o sentido da intervenção causada pelo filtro, que pode ser tanto para a direita quanto para a Esquerda.

Extremidade Afetada: Este recurso define basicamente o que será feito das fendas que o filtro irá criar dentro da nossa imagem da seguinte maneira : O ajuste denominado “Frente”, faz com que as partes voltadas mais para o começo da imagem se sobressaiam de maneira que estas serão a nova base da imagem como um todo no seu estado pós filtro. O ajuste denominado “Rastro”, executa a mesma tarefa, do ítem anterior, porém com o “final da imagem”.O recurso denominado “Ambos” faz com que ocorra a uniformização deste recurso seja alcançada, e é na maioria das vezes o ajuste mais adequado, como no caso deste exemplo.

Mas…onde é o “começo” e o “final” da imagem?

Muito bem, essa pergunta é simples, “o começo e o final” são determinados pelo sentido de orientação escolhido para a ação do filtro, através do recurso “Direção”, por tanto este pode ser tanto o extremo direito quanto o esquerdo dependendo da sua vontade =].

Limite: Este recurso tem como função justamente limitar o raio de ação do filtro dentro da imagem, quanto menor for a sua valoração, maior será o raio de ação do filtro dentro da imagem e vice e versa.

Força:Este recurso tem como função delimitar o quão evidente se tornará a ação do filtro no conceito da imagem, quanto maior for a sua valoração, mais presente o filtro se fará dentro da imagem.

Satisfeito basta clicar em OK.

Após a aplicação do filtro o nosso exemplo ficou assim:

Agora vamos desestabilizar a freqüência uniforme da nossa imagem através da ação massiva do filtro distorcivo denominado “Ondas”, a imagem abaixo carrega a localização do filtro citado:

A  interface do filtro é auto explicativa, porém vamos falar um pouco sobre os seus recursos e funções diversas:

Pré Visualização:Recurso vital, ele proporciona ver exatamente o que estamos fazendo com a imagem em tempo real auxiliando na aplicação do recurso desejado.

Modo:Este recurso determina o tipo de efeito a ser criado pelas ondas, a diferença é sutil mas bem visível em certos casos.

Box Refletivas:Uma vez marcada, a mesma irá repetir o efeito por toda a extensão da imagem de maneira massiva e incisiva.

Amplitude:Tal recurso permite ajustarmos a o grau de influência da intervenção do filtro dentro da imagem.

Fase:Este recurso determina qual será a fase do ciclo de vida das ondas a serem criadas dentro do filtro.

Comprimento da onda:Este recurso determina o tamanho das ondas a serem criadas dentro da intervenção do filtro na imagem.

Para criarmos o efeito desejado do dia, basta que a valoração do ajuste “comprimento da onda” seja baixa e que a valoração do ajuste “amplitude” seja alta, conforme mostra o exemplo abaixo:

Satisfeito clique em OK e aguarde o processamento:

Agora vem a solução da dúvida e consequentemente a nossa diversão: Duplique a camada base e utilizando a ferramenta de espelhamento presente na interface principal do Gimp, espelhe a nova camada no sentido horizontal, aplicando em seguida sobre a mesma o efeito de camada “Diferença”. As imagens abaixo ilustram esse processo:

A imagem abaixo mostra a ferramenta de espelhamento em destaque após a execução da tarefa com a mesma, estando ainda pendente a aplicação do efeito de camada.

Abaixo já temos o efeito de camada “Diferença” aplicado sobre o a nova camada agora espelhada:

Pois bem, isto é o choque de pixel s onde uma única cor se funde a ela mesma de maneira que as pequenas diferenças entre as estruturas luminosas invertidas possam formar novas tonalidades uniformes =]. MAS não mesmo paremos por aqui, vamos levar isso a um nível mais elevado:

Crie uma nova camada transparente sobre a nossa imagem e dentro da mesma vamos inserir um fractal a nosso gosto utilizando para esta tarefa o filtro denominado “Explorador de Fractais”, tendo como unica diretriz irredutível a orientação de cor ser feita pelo mesmo degradê que utilizamos para criar o primeiro passo do nosso trabalho. A imagem abaixo ilustra o caminho até o filtro:

Ditada a única diretriz, crie o fractal do seu gosto:

IPC:Para aprender mais sobre este recurso clique aqui.

A base para o fractal acima foi o modelo pré pronto denominado “Marble”.Satisfeito basta clicar em “OK”.

Renderizado o Fractal, aplique sobre a camada portadora do mesmo o efeito de camada denominado “Diferença”:

Agora, combine todas as camadas visíveis e duplique a resultante efetuando em seguida espelhamento horizontal sobre a nova camada criada resultante deste processo para em seguida ainda sobre a mesma aplicar o efeito de camada aditivo “Somente Clarear” ou se preferir você pode optar pelo efeito de camada subtrativo denominado “Somente Escurecer”:

Para este exemplo optei pelo efeito de camada aditivo:

Agora vamos mandar estrutura luminosa do nosso trabalho para outra dimensão e porque não a de cores também=], para esta tarefa primeiro nós precisamos combinar as camadas visíveis para depois ativarmos o nosso velho conhecido filtro “Mapeamento Alien” cuja localização pode ser vista na imagem abaixo:

Para alterar a estrutura luminosa basta que a  freqüência da luminosidade se mantenha com a valoração próxima a padrão *(de 0.45 até 1.30) dependendo da estrutura do trabalho e gosto seu, enquanto que a valoração da fase da luminosidade dependerá única e exclusivamente do seu gosto pessoal.

Finalizado o ajuste clique em “OK” e aguarde:

Para terminar vamos dar um pouquinho de volume ao nosso trabalho através da ação de um pequeno filtro denominado Gimpressionista que já foi visto por nós em documento anterior =].

Agora que você já viu uma das infinitas possibilidades de uso e aplicação do que aprendemos hoje podemos deixar o processo  da imagem anterior para o próximo assunto =], vejo vocês lá!

Line-Breakers!

Postado em Computação Gráfica Livre, Fedora, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, software livre, tutorial às Julho 11, 2008 por phenonart

*(Para maximizar o nível de aproveitamento deste documento por favor clique aqui caso você esteja dando os seus primeiros passos no universo da computação gráfica livre.)

Muito bem, hoje me deu vontade de pisar fundo no acelerador e levar a imaginação dos meus alunos mais antigos até a dobra vertical do elemento mais básico que é a cor luz, vai ser bem rápido =]. Vamos lá?

Comecemos criando uma nova imagem de fundo preto com tamanhos congruentes, para ilustrar o trabalho do dia 800×800 pixel s é suficiente, porém você é mais do que livre para decidir qual tamanho é o mais adequado para o seu trabalho.

Criada a nova imagem, vamos começar com um exercício simples.

Sobre a imagem, crie uma nova camada transparente e dentro desta crie um degradê espiralado que tenha início na extremidade superior da imagem de forma que o clímax da espiral fique o mais próximo possível do centro da imagem. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Comece escolhendo e ou criando um degradê de sua escolha, dê preferência pelos modelos que apresentem quebras *(sem transformação suave). :

Não é preciso clicar sobre o editor de degradês para visualizar o modelo escolhido com maior atenção, para tal ação basta manter o botão do mouse pressionado por alguns segundos. A imagem abaixo nos mostra em detalhes o degradê que foi escolhido atendendo as diretrizes propostas acima:

Agora que podemos ver o modelo em detalhes, podemos dizer com segurança que o mesmo possui diversas quebras de cor, sendo perfeito para o trabalho a ser executado.

Para criar o espectro espiralado nos moldes requisitados basta clicar e manter pressionado o botão do mouse próximo da extremidade superior da imagem, e arrastar a parábola para baixo próxima ao centro, por fim soltando o botão do mouse quando estiver satisfeito com a trajetória .

Este é o resultado do degradê que criamos até agora:

Agora vamos efetuar ranhuras dentro do nosso degradê resultante, para este processo existem duas soluções bem fáceis de serem aplicadas, vamos a elas:

A primeira consiste em abrir a interface de controle dos pincéis e dentro do seu acervo escolher um pincel que possa criar um padrão contínuo e uniforme de ranhuras, como os vistos no exemplo abaixo:

Depois de escolhido o pincel, basta selecionar a ferramenta “Borracha” presente na interface principal do Gimp representada pelo ícone abaixo e clicar apenas uma vez sobre a figura:

Agora vamos dar volume as ranhuras modificando a freqüencia e a fase da iluminação do trabalho, e claro se assim for o nosso desejo as cores também podem sofrer alterações. Para esta tarefa, nós vamos utilizar o nosso já velho conhecido filtro “Mapeamento Alien”. Para quem não se lembra como chegar até o filtro basta acompanhar a imagem abaixo:

Como se pode notar, a valoração da freqüência de luminosidade foi alterada para um valor relativamente alto *(acima de 0.70) e o mesmo foi feito com a fase da luminosidade, gerando assim o efeito neon. A pré-visualização das frestas criadas pelas ranhuras é transparente, isso se dá porque o degradê que serviu de base para as ranhuras foi posto em uma camada transparente e as ranhuras como foram criadas utilizando a ferramenta “Borracha”, apagaram os trechos do degradê, assim criando este efeito.

Satisfeito clique em “OK”.=].

Para atiçar um pouco a sua imaginação, duplique a camada que leva o resultado da nossa ultima ação e espelhe a nova camada de modo a criar simetria ou assimetria entre as partes. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Após duplicar a camada solicitada, ative a ferramenta de espelhamento presente na interface principal do Gimp, representada pelo ícone abaixo:

Em seguida, aplique a ferramenta sobre a nova camada, para tanto, basta clicar sobre a imagem para que a ferramenta faça o seu trabalho. Para inverter a orientação da ferramenta basta pressionar a tecla “Ctrl” do seu teclado durante o uso da mesma.

=].

Agora vamos a segunda solução, esta é para quem não possui um set de pinceis como o que utilizei, mas igualmente eficaz.

IPC: Caso você deseje enriquecer o seu acervo de pinceis por favor acesse este link. Para encontrar os pinceis basta digitar a palavra “brushes” no campo de pesquisa, lembre-se que o Gimp passou a suportar os pinceis da ferramenta paga*(o produto da adobe) desde a versão 2.4.0 .

Comecemos do ponto onde o degradê acabou de ser criado dentro da camada transparente, na interface principal do Gimp, selecione a ferramenta Belzier identificada pelo ícone abaixo:

Crie as ranhuras ao seu gosto, a sua imaginação é o limite aqui:

Criadas as ranhuras, vamos transformar este vetor em seleção, para tanto basta clicar no botão apropriado para tal ação, presente na interface de controle da ferramenta Belzier:

Agora, selecione a ferramenta Borracha, presente na interface principal do Gimp, e aplique a mesma, dentro da seleção que acabamos de criar, isso fará com que as ranhuras finalmente se tornem visíveis, como na solução anterior:

agora basta desfazer a seleção, e pronto! Os procedimentos a partir deste ponto são igualitários para ambas as soluções propostas:

Para finalizarmos a nossa tarefa do dia, vamos criar um tabuleiro simétrico a partir da imagem que acabamos de criar, para tanto combine todas as camadas visíveis, copie a resultante e crie uma nova imagem com tamanho assimétrico proporcional ao seu monitor, no meu caso como é um monitor de 19 polegadas vou criar uma com 1600×1200, porém você é livre para seguir outro parâmetro que desejar.

Criada a nova imagem, cole a imagem feita anteriormente em forma de nova camada. Depois duplique esta camada 3 vezes e por fim, utilize a ferramenta de espelhamento presente na interface principal do gimp em conjunto com a ferramenta de movimentação de maneira que todas as camadas se encaixem formando uma figura simétrica e congruente :

Eu disse que tinhamos acabado mas não, vamos agora aprender a executar ajustes extruturais de cor a fim de criar objetos simétricos e assimétricos a partir de um processo bem prático derivado do que aprendemos aqui :

Crie uma nova imagem com tamanho a gosto, para ilustrar o exemplo escolhi 500×500 pixel s. Dentro desta imagem, crie um degradê seguinte as diretrizes do princípio deste documento, ou seja, escolha um modelo que possua quebras de cor e com a parábola partindo da extremidade superior da imagem, até a parte central da mesma. Feito isso, crie uma camada transparente sobre o degradê:

Sobre esta camada transparente, aplique o efeito de camada denominado “Extrair grãos” e reduza a sua opacidade para 20%, depois, selecione a ferramenta “Pincel” presente na interface principal do Gimp, e crie uma pequena composição conceitual com uma quebra de segmentação, ou seja, aplique um pincel e depois aplique outro com a ferramenta “Borracha” selecionada, isto fará com que o seguimento seja quebrado mostrando assim o desenho do pincel aplicado com a ferramenta “Borracha” anexado ao primeiro feito com a ferramenta pincel. As imagens abaixo ilustram esse processo:

A imagem abaixo mostra apenas um pincel aplicado com a ferramenta pincel sem alterações.

Aqui já temos a “quebra” de segmentação mencionada após a aplicação de outro pincel de mesmo conceito aplicado através da ferramenta “Borracha”:

Agora temos um ítem opcional mas muito bacana, que é um destaque a composição, vamos a ele:

Crie uma nova camada transparente e sobre ela, aplique o efeito de camada denominado “Luz suave”, reduzindo em seguida a opacidade da mesma para 20%, feito isso, escolha um pincel que se encaixe no conceito do seu trabalho, ou mesmo crie uma pequena composição sobre esta camada =]:

Como podemos notar, o conteúdo desta camada está destacado do que criamos anteriormente =].

Agora, combine todas as camadas visíveis e aplique o filtro “Mapeamento Alien” sobre o trabalho invertendo apenas a estrutura luminosa do trabalho como fizemos anteriormente dentro deste documento:

Como podemos notar, a inversão estrutural luminosa amplifica também o conceito do trabalho =]

E para finalizar você ainda pode duplicar a camada base e espelhar a nova camada criada aplicando sobre esta ultima o efeito de camada denominado ‘Somente Escurecer” =] :

E para os meus alunos dos cursos online deixo este pequeno desafio: Como cheguei ao resultado abaixo?

Vejo vocês no nosso próximo assunto! =]

Como nasce um novo Degradê?

Postado em Computação Gráfica Livre, Fedora, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, software livre, tutorial às Julho 3, 2008 por phenonart

O documento de hoje é um pouco “Braçal” mas ainda sim acho divertido, vamos aprender a criar novos degradês para ampliar a oferta deste recurso tão apreciado por nós dentro do Gimp, vamos lá?

Vamos começar analisando a estrutura da interface portadora dos recursos e da lista de degradês disponíveis no Gimp:

Como podemos ver, a gama de opções pré-fabricadas é vasta chegando até mesmo a requisitar uma barra de rolagem para que se possa ver todas as opções oferecidas. Para escolher um degradê para uso, basta dar um clique sobre o escolhido e selecionar a ferramenta de degradê presente na interface principal do Gimp.

Prosseguindo, vamos agora descobrir para que serve o misterioso ícone da direita:

Este pequeno ícone aparece em praticamente todas as janelas soltas do Gimp, sendo que a sua presença mais marcante pode ser notada na interface principal do Gimp, sua função é adicionar novos recursos a janela na qual estamos trabalhando nos permitindo inclusive acrescentar abas a mesma =]:

Clicando sobre o referido ícone somos apresentados ao seu menu de opções primário:

Como podemos ver na imagem abaixo, temos controle total sobre a janela.

Veja como é fácil adicionar outras ferramentas a janela na qual estamos trabalhando, basta clicar sobre a ferramenta que se deseja adicionar!

Este recurso também propícia uma ótima maneira de se trabalhar com a ferramenta na qual estamos trabalhando, veja abaixo o que acontece quando se opta por mostrar o “Menu de Degradês”, que é a nossa ferramenta do dia:

Aproveitando ainda a imagem abaixo, podemos notar que a mesma é auto explicativa, reparem também que estes ícones não são diferentes dos presentes por exemplo na interface de controle de camadas ou na de pincéis por exemplo. Tais ícones também estão presentes na extremidade inferior da interface de degradês, o que torna a vinda a este menu uma outra solução além do acesso direto pelos ícones ali presentes.

De pronto vamos criar um novo degradê, para esta tarefa podemos utilizar qualquer um dos caminhos vistos acima.

Após ordenarmos a criação de um novo degradê somos apresentados a interface de edição e criação de novos degradês:

A imagem abaixo nos apresenta a interface do editor, seu uso é muito simples começando pela escolha do nome do novo recurso a ser criado, para tanto basta escrever o nome desejado onde se encontra a inserção denominada “Sem título”.

Abaixo do nome que escolhemos para o nosso novo degradê, podemos visualizar o mesmo em sua forma primária, ou seja, o novo recurso já foi tecnicamente criado bastando agora executar a sua personalização.

Ainda na interface vista abaixo temos uma pequena aste branca que controla a predominância de um lado sobre o outro, por exemplo, para se ter uma maior presença da cor escolhida do lado direito, basta mover a pequena aste para a esquerda e vice e versa =]. Além da mesma, temos também nas extremidades do degradê duas astes negras que delimitam os limites de um determinado seguimento, porém como todo novo degradê por padrão começa com apenas um único seguimento podemos prosseguir por enquanto deixando esta parte mais para o final deste documento.

A caixa “Atualização Instantânea” permite que as alterações sejam vistas em tempo real.

Como alterar as cores básicas de ambos os lados?

O procedimento é bem simples, basta clicar com o botão direito do mouse sobre qualquer ponto do degradê, feito isso teremos acesso a um menu que comanda ambos os lados,  para simplesmente alterar a cor de um lado, basta clicar sobre o desejado, por exemplo, se eu desejar alterar a cor do lado esquerdo, basta que eu clique em “Cor do Ponto do Canto Esquerdo” =]:

Depois de ativar o recurso somos apresentados a paleta de cores, uma vez satisfeito basta clicar em “OK” e pronto=]:

A interface da paleta de cores é idêntica em ambos os lados, abaixo temos um exemplo com o canto esquerdo:

Carregamento de cor o que é e para que serve? O carregamento de cor consiste em configurar uma determinada cor previamente utilizada em outra tarefa em substituição a alguma que esteja presente em um dos lados do nosso novo degradê, este recurso tem a sua serventia no tempo que ele economiza já agrupando tais cores em um submenu próprio onde basta escolhe-la clicando sobre a mesma. Para ativar tal recurso basta navegar pelo submenu “Carregar Cor da Direita de” ou “Carregar Cor da Esquerda de” respectivamente.

Abaixo nós temos um bom exemplo de lista de opções apresentadas dentro do recurso “Carregamento de Cor”:

Espelhar seguimento? Para que serve e o que é?

Esse recurso consiste em inverter a orientação direcional de um determinado seguimento ou mesmo do degradê inteiro, bastando para isso clicar sobre o recurso. A imagem abaixo ilustra a localização do mesmo:

Replicar Seguimento? O que é e para que serve?

Este recurso cria novos seguimentos dentro do nosso degradê,  quando criamos um novo degradê por padrão ele é criado com apenas um grande seguimento que comporta suas duas cores primárias *(canto esquerdo e direito) , quando fazemos uso deste recurso podemos dividir este primeiro grande seguimento em quantos desejarmos a fim de criarmos novas possibilidades de quebras de cor ou mesmo transições uniformes. As imagens a baixo nos mostram o processo na prática:

Abaixo temos o recurso em destaque :

A imagem abaixo ilustra a interface do recurso mencionado, note que quanto maior for a valoração da barra , mais seguimentos serão criados. Satisfeito basta clicar em OK.

A baixo nós temos o resultado da criação dos seguimentos, sendo que para a imagem abaixo o ajuste do recurso foi de 3 seguimentos.

Como se pode notar na imagem acima, cada seguimento é demarcado por astes pretas *(triangulos) que se posicionam no começo e no termino de cada seguimento. Vale também destacar que assim que a ferramenta de replicamento termina o seu trabalho, todos os seguimentos ficam selecionados por padrão, isso se nota pela barra azulada que percorre todos os seguimentos, para trabalhar com apenas um deles basta clicar em qualquer ponto entre o seu começo e fim, representados pelas suas astes negras, a imagem abaixo mostra um bom exemplo:

Como podemos ver, temos apenas um seguimento selecionado, a imagem abaixo mostra também a aste branca deste mesmo seguimento sobre a aste preta demarcadora em razão de a cor do lado direito estar se sobrepondo sobre a do esquerdo.

Além disso, cada seguimento tem ajustes de cor independentes, por exemplo, podemos escolher a cor do canto direito ou esquerdo de qualquer seguimento bastando clicar sobre ele com o botão direito sobre qualquer ponto do seguimento desejado para obter acesso ao menu de opções previamente visto aqui,  isso mesmo você pode ter acesso a todas as opções normalmente pois cada seguimento independe um do outro :

Como eu excluo um seguimento?

Basta selecionar o seguimento a ser excluído, acessar o menu de opções utilizando o botão direito do mouse e clicar na opção “Remover Seguimento” =]:

E na prática?

Agora que estudamos a estrutura de trabalho primária deste vasto recurso vamos agora verificar alguns exemplos de construções de degradês:

Construção Uniforme com ou sem pausas:

Uma construção uniforme é obtida quando criamos seguimentos semelhantes em tonalidade e amplitude de cor, ou quando o canto direito e esquerdo tem suas cores interligadas*(isso no caso de ser um degradê de seguimento único), por exemplo, no caso do degradê ser laranja, bastaria que a outra extremidade*(canto) ficasse mais próximo do magenta =].

Construção Asinérgica bipartida ou contínua:

Aqui temos dois pólos de cores e tonalidades diferentes sendo que cada seguimento realmente independe do outro em conceito, isto por que um busca uma objetivo que é a separação completa, a linha “negra” no meio é o que representa isso de forma clara no caso de uma construção bipartida, no caso de uma contínua não a vemos, isto porque para obter uma construção contínua, basta que na fabricação seja utilizado apenas um seguimento *(o padrão) e não dois como no exemplo abaixo.

Mas… como essa linha foi fabricada para explicitar a separação?

Isto requer um pouquinho de precisão mas não é nenhum absurdo, vamos lá :

Basta que a aste branca do primeiro seguimento criado seja movida até bem perto dos limites do mesmo para que se forme um pequeno “vão” entre os dois seguimentos, e depois basta repetir o procedimento com o segundo seguimento se assim for do seu desejo para que uma divisão igualitária se forme =]:

Livro Aberto:

Parece difícil mas não, de fato é bem simples fazer esse tipo de construção que consiste em deixar uma abertura em algum ponto do degradê a ser fabricação e uma quebra de cor no fim ou começo:

Comece dividindo o novo degradê em três seguimentos utilizando a ferramenta de replicação já vista por nós, em seguida aplique sobre dois seguimentos em ordem da direita para a esquerda dois tons de cor semelhantes deixando o terceiro com um diferente, Agora, selecione o segundo seguimento e mova sua aste negra na direção do terceiro seguimento *(isso mesmo! você pode mover a aste negra de maneira que a mesma amplie os limites do seguimento do qual a mesma demarca espaço!) . Quanto a linha bipartida, basta mover a aste branca do segundo seguimento até bem próxima do limite para que o “vão” seja formado=].

FLAPS:

Este tipo de construção também não requer muita prática e sua aplicação sempre é eficiente. Basta replicar o novo degradê a gosto e criar um “vão” negro na posição em que você desejar, para isto movendo a aste branca do seguimento selecionado =].

Criados os degradês agora basta apenas salva-los e utiliza-los =], abaixo nós temos alguns exemplos dos novos degradês em ação:

Muito bem, vejo vocês no nosso próximo assunto! =]

Razgriz.

The Ice-Birds.

Postado em Computação Gráfica Livre, Fedora, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, software livre, tutorial às Junho 25, 2008 por phenonart

Sem delongas, no exercício do dia vamos aprender a criar seres a partir de giros estruturais.

No exercício do dia iremos trabalhar principalmente com espectros simétricos, ou seja simetria entre tons sem a mesma sinergia apesar da semelhança.

Vamos começar

Abra uma nova imagem com extremidades congruentes, ou seja uniformes. Para que não prejudicar outras tarefas que você possa estar executando, escolha um tamanho compatível com a carga de processamento que você esteja disposto a gastar durante o exercício do dia, 800×800 pixel s é um tamanho que pode atender a todos sem esforço para maquinas medianas, mas você é livre para decidir qual será o escolhido.

Após criar a nova imagem, vamos aplicar um degradê com orientação espiralada em sentido horário bipartido para criarmos feixes simétricos, para começarmos essa primeira tarefa nós iremos precisar escolher  um degradê padrão que possua duas cores ou dois tons totalmente separados, ou seja com uma descongruência visível entre ambos. A imagem abaixo nós temos a interface que carrega a lista de degradês disponíveis no Gimp*(é possível criar novos degradês, em documento futuro irei falar sobre isso.) com um exemplo já pré selecionado seguindo as solicitações da proposta acima:

Escolhido o degradê, vá até a interface de controle da ferramenta de degradê *(opções de ferramentas), na mesma selecione como forma a espiral no sentido horário*(na verdade isso não irá influir muito no seu exemplo, porém eu gosto mais de trabalhar com essa orientação, coisa que você pode mudar.). Marque também a opção “Amostragem Adaptativa”, isto fará com que as seqüências de repetição sejam criadas sem serrilhados e “solavancos”. Feito isso, vamos finalmente criar a espiral, clique em um determinado ponto da imagem, sem se preocupar com a localização específica e arraste o mouse a partir desse ponto até que um pequeno raio seja atingido. Quanto menor for o raio entre o ponto inicial e o final, mais repetições terá o degradê e vice e versa. A imagem abaixo mostra a espiral criada para ilustrar o exemplo e a sua esquerda a interface de controle da ferramenta “Degradê” com todos os ajustes solicitados aplicados.

Agora vamos criar o primeiro espectro simétrico, duplique a camada base e utilizando a ferramenta de espelhamento, espelhe a camada que nasceu do procedimento anterior verticalmente, para isto, basta pressionar a tecla “Ctrl” do seu teclado durante o uso da ferramenta supracitada. Depois sobre esta mesma camada aplique o efeito de camada “Somente Clarear”. A imagem abaixo ilustra o procedimento concluído:

Criado o primeiro espectro, vamos ao segundo, combine todas as camadas visíveis resultantes do processo anterior e duplique a camada resultante, em seguida, sobre a camada que nasceu da duplicação, faça uso da ferramenta de espelhamento no sentido horizontal, sendo que para isto não é necessária nenhuma ação adicional ao uso da ferramenta. Por fim, sobre esta mesma camada aplique o efeito de camada “Multiplicar”. A imagem abaixo ilustra o que foi dito:

Agora vamos transformar o espectro em chapas retas, para tal procedimento combine todas as camadas visíveis do trabalho, e em seguida iremos utilizar o filtro distorcivo denominado “Vento”. A imagem abaixo ilustra o caminho até o filtro.

A intuitiva interface nos permite uma grande variação de ajustes mas Para criarmos o efeito pretendido devemos setar o campo “Estilo” para “Vento”, A direção para a “Direita” e a “Extremidade Afetada” para “Ambos”. Depois basta que a barra de valoração “Limite” *(limitadora da força renderizadora do efeito “vento”) seja zerada e que um valor relativamente baixo seja atribuído a barra de valoração força, isto porque quanto mais alta for a sua valoração, mais escuro serão os feixes gerados, isto porque o começo do feixe é o seguimento que carrega a maior parte da carga luminosa que é enfraquecida com o avanço do feixe até o centro. A imagem abaixo ilustra a interface com todos os ajustes propostos já configurados.

Uma vez satisfeito basta clicar em “Ok”.

Aplicado o filtro sobre o espectro anterior, duplique a camada resultante da ação do espectro e espelhe a camada que nasceu da duplicação no sentido horizontal, utilizando para esta tarefa a ferramenta de espelhamento presente na interface principal do Gimp. Depois sobre esta mesma camada aplique o efeito de camada “Somente clarear”, isto irá compensar o deficit de carga iluminativa na parte central do espectro, além de uniformizar a carga entre as extremidades. Concluído o procedimento, combine as camadas visíveis novamente. A imagem abaixo ilustra o que foi dito:

Agora vamos criar a carcaça primária da estrutura, para esta tarefa, crie uma nova camada transparente sobre a camada que leva os feixes simétricos e sobre esta nova camada iremos fazer uso de um filtro relativamente conhecido por nós, o “Explorador de Fractais“. A imagem abaixo ilustra o caminho até o filtro:

Como já falei várias vezes sobre este filtro de interface multifacetada, não vou me alongar sobre ele apenas mostrando o procedimento necessário para o exercício do dia:

Primeiro, faça com que o esquema de cores seja guiado por degradê, sendo que esteve ser o mesmo que foi utilizado para a criação da espiral vista no começo do exercício.

Por fim, na aba referente aos parâmetros do novo fractal, modele-o de maneira que ele se torne uma estrutura rígida de pontas duras *(não arredondadas), para isto os parâmetros chave são o “CX” e o “CY”.

Uma vez satisfeito clique em “OK” e aguarde.

Terminado o procedimento acima, aplique o efeito de camada “Diferença” sobre a camada que contém o fractal recém criado

Por fim, combine as camadas visíveis e duplique a resultante, espelhe a nova camada no sentido horizontal e aplique sobre a mesma o efeito de camada “Somente Clarear”, isto fará com que o espectro fractiliano se torne simétrico:

Depois, vamos agora uniformizar o tom e redefinir a carga luminosa por toda a extensão do trabalho, para esta tarefa não existe melhor filtro do que o nosso já conhecido “Mapeamento Alien“. A imagem abaixo ilustra o caminho até o referido filtro:

Aqui entra a sua total liberdade de escolha de cor e tonalidade, no caso do exemplo optei por manter o azul bipartido original, zerando a valoração da frequencia de tonalidade e dando uma valoração baixa a fase.

O grande pulo do gato aqui é: sete um valor BAIXO para a freqüência e a fase da luminosidade, para que possamos fazer a reversão do uso do filtro a fim de criar o ultimo espectro necessário:

Satisfeito eis o que temos:

Agora duplique a camada e sobre o conteúdo da que acabou de ser criada reaplicaremos o mesmo filtro sobre o resultado obtido, porém com uma notável diferença:

Note que a valoração da fase da luminosidade teve um violento salto:

Clique em ok =].

Agora espelhe essa camada verticalmente e aplique sobre a mesma o efeito de camada multiplicar:

Agora, combine todas as camadas visíveis e duplique a resultante é sobre esta nova camada que vamos dar movimento ao nosso futuro ser:

Para isto iremos utilizar o filtro “Borrão de movimento”, a imagem abaixo ilustra o caminho até o filtro:

Sua intuitiva interface nos permite executar ajustes diversos, vamos a eles:

Tipo de Borrão:

Determina qual será o tipo de atuação do mesmo dentro da imagem:

Linear : Promove um borrão do tipo linear, como um traço contínuo

Radial: Promove um borrão circular onde o borrão se atém a extremidade do raio.

Zoom: Promove um borrão gradativo do centro para fora das extremidades do mesmo.

Centro do borrão:

Determina onde será o ponto de início do mesmo dentro da imagem, uma boa maneira de se obter um início da reação no centro da imagem é aplicar o mesmo no seu centro sinérgico, por exemplo: em uma imagem com 800×800 pixel s o seu centro sinérgico equivale a divisão da imagem por dois, ou seja : 400 x 400 pixel s.=]

Borrar para fora:

Uma vez aplicado o efeito borrão se dará para fora dos limites da imagem.

Parâmetros para Borrar :

Aqui podemos definir o tamanho do borrão *(comprimento) e o seu angulo de aplicação quando assim aplicável. Satisfeito clique em “ok.”

Por fim, chegamos ao nosso penúltimo espectro:

Aplique sobre a camada que recebeu a ação do filtro o efeito de camada “esconder” e duplique a mesma até que a ação do filtro fique visível:

Feito isso, combine novamente todas as camadas visíveis, e por fim, aplique sem modificações o filtro distorcivo “Coordenadas Polares” :

Satisfeito basta clicar em “ok”.

Prontinho! =] , Agora você pode aplica-lo onde desejar! =-]

Por hoje é só pessoal, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Amazonius Criativus.

Postado em Computação Gráfica Livre, Dirty job, Fedora, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, software livre, tutorial às Maio 26, 2008 por phenonart

Isso mesmo meus amigos, hoje nós vamos aprender a criar cenários digitais baseados em abstrações volumétricas, vamos lá?

Comecemos criando uma nova imagem com tamanho proporcional ao peso que o seu hardware pode carregar, isto porque os procedimentos que iremos executar requerem muito processamento e memória, então, consulte a lista abaixo para não comprometer a performance da sua maquina durante as atividades propostas:

Entre 256mb e 512 mb = imagem de tamanho da imagem recomendado 800×600 pixel s

Entre 512mb e 1GB ram = imagem de tamanho da imagem recomendado 1024×768 pixel s

Entre 1GB e 4GB ram = imagem de tamanho da imagem recomendado 1600×1200 pixel s

A cor de fundo da imagem a ser criada pode ser preto ou branco, a variação no resultado final se dará apenas na freqüência de luz e intensidade em áreas sortidas.

Agora crie uma nova cama transparente sobre a camada base da imagem, e selecione como degradê padrão na escala de degradês presente na interface principal do Gimp o modelo que tem a cor verde como predominante. A imagem abaixo mostra a localização deste recurso e fala do seu uso:

A escala de degradês [e a barrinha que está abaixo do ícone que representa os pinceis e a mesma já está com o degradê solicitado selecionado, no caso o que predomina a  cor verde.

Clicando nesta barrinha nós temos acesso a escala de degradês, para escolher o desejado basta clicar sobre ele:

Agora vamos direto a primeira parte da nossa pequena mágica do dia. Para criarmos a primeira parte da nossa selva digital, vamos utilizar o filtro renderizador denominado "Chama". A imagem abaixo ilustra o caminho até o filtro:

Uma vez aberto o filtro somos apresentados a sua interface principal que é composta por duas abas e recursos diversos, vamos agora analizar a mecânica e a interface do filtro por inteiro a fim de amplificar asua usabilidade:

Na aba denominada "Renderização" se pode ajustar todos os parâmetros referentes ao espectro luminoso do objeto a ser gerado. Vamos agora analisar tais recursos:

Brilho/Contraste : Creio que todos já saibam para que estes recursos servem =], mas mesmo assim vamos lá, o brilho faz  a distribuição da luminosidade primária sobre a imagem, ou seja, quanto maior for a sua valoração, mais “clara” será a imagem. Quanto ao contraste o efeito é o oposto, por isso estes dois recursos trabalham em conjunto, um compensando as limitações do outro a fim de se obter um bom resultado.

Gama: Este recurso altera o grau de detalhismo presente no espectro do objeto a ser gerado, ou seja, quanto maior a sua valoração mais pontos irão aparecer no resultado da criação, contudo o seu ajuste só é necessário quando não se deseja um resultado “liso”*(sem pontos e ou quebras de linha)

Densidade da amostra: Define o grau de densidade do espectro a ser gerado.

Super-amostragem espacial : Este recurso tem ligação direta com supracitado definindo o grau de intensidade dos traços do espectro a ser criado.

Raio do filtro Espacial : Este recurso determinará o raio de ação do efeito “estelar” que fica pairando sobre determinadas formas que o espectro possa vir a assumir após a sua geração.

Mapa de cores: Neste campo podemos definis qual recurso definirá o esquema estrutural de cores do objeto a  ser criado, tanto pode ser uma imagem como um degradê, para utilizar o degradê que designamos na interface principal do Gimp, basta escolher a opção “Degradê personalizado”.

Na aba seguinte nós temos todos os ajustes referentes a orientação espacial do objeto a ser criado, vamos a ela:

Zoom: Ele amplia o tamanho do espectro.

X: Orienta horizontalmente a posição do espectro a ser criado dentro da imagem.

Y: Orienta horizontalmente a posição do espectro a ser criado dentro da imagem.

Agora vamos para a melhor parte deste filtro e lá mesmo explicar o que nós vamos fazer hoje dentro dele, para tanto clique no botão denominado editar:

Como podemos ver, ele gera diversos padrões espectrais seguindo um padrão único que pode ser independente ou interdependente dentro de um ou mais parâmetros únicos que encontram-se na parte interior da interface, são eles:

Velocidade: Determina o tempo que será gasto para a geração de uma nova gama de espectros.

Variação: Determinará o tipo e modelo de espectros a serem gerados.

Agora que já estudamos o filtro a fundo, vamos ao seu uso dentro do exercício do dia, gere um espectro que se pareça com folhas e ou “ligações” de arvores, para isto basta clicar em “randomizar” até que algum dos espectros gerados o satisfaça, depois clique em ok e aguarde. Como é um procedimento demorado recomendo fazer um lanche ou adiantar outras tarefas enquanto espera.

e é este o resultado do exemplo após a geração do nosso primeiro espectro =](ainda faltam mais dois)

Agora torne esta camada na qual foi criado o primeiro espectro invisível*(para isto basta clicar no pequeno olho ao lado da miniatura da camada selecionada dentro da interface de controle de camadas.) e crie uma nova camada transparente na imagem, e utilizando o mesmo filtro crie um novo espectro que se assemelhe a a folhas de arvore grossas, abaixo temos alguns exemplos :

Uma vez satisfeito com o novo espectro gerado, torne novamente visível a camada que carrega o primeiro espectro ecrie sobre os mesmos uma nova camada transparente:

Dentro desta nova camada, vamos criar a atmosfera primária da nossa selva utilizando o filtro denominado “Plasma”. A imagem abaixo mostra o caminho até o referido filtro:

Uma vez aberto o filtro, vamos analisar a sua interface:

Limpa e objetiva a mesma é composta de quadro parâmetros que podem sofrer ajustes de maneira independente e ou combinados entre si. Vamos a eles:

Semente aleatória: A cada nova valoração setada uma nova plasma de cores e tons será gerada de maneira sortida.

Nova semente: Clicando sobre este botão, a valoração é trocada aleatoriamente gerando também uma nova plasma sortida.

Marcando o campo “Randomizar, temos o mesmo resultado mencionado acima.

Turbulência: quanto maior for a valoração desta barra, maior será o grau de detalhismo e pontos presentes na plasma gerada.

Satisfeito clique em ok e aguarde.

Gerada a plasma, vamos agora anular o seu esquema de cores, afim de gerarmos um compatível com o tipo de trabalho que estamos desenvolvendo, para tanto primeiro devemos dessaturar a camada que é portadora do efeito que acabamos de gerar. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Após este processo, vamos aplicar a cor verde ao plasma, acionando a ferramenta “Colorizar”, as imagens a baixo ilustram esse processo:

Como podemos ver a interface da ferramenta nos permite ajustar a matiz, a saturação e a luminosidade, vale lembrar que tais ajustes são independentes.

Agora, aplique sobre todas as camadas o efeito de camada “Luz Dura” e veja o que temos até aqui:

Agora combine todas as camadas visíveis, e duplique a resultante aplicando em seguida o efeito de camada “Somente Clarear” sobre a nova camada. Agora basta “construir” o cenário, espelhando a camada que recebeu o efeito de camada “Somente Clarear” para onde desejar. Caso deseje,  você ainda pode duplicar a mesma quantas vezes desejar para preencher area útil e ou construir a selva do jeito que você desejar =]. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Aqui nós temos a ferramenta de espelhamento presente na interface principal do Gimp em ação:

Note que você SEMPRE pode contar com a ferramenta “Borracha” para eliminar todos os trechos indesejáveis que por ventura surgirem oriundos do trabalho com camadas:

E aqui nós temos o nosso resultado do exemplo de hoje =]:

E para quem quiser um pouco mais de realce basta combinar as camadas visíveis, duplicar a resultante  aplicar o efeito de camada “Luz dura” sobre a camada de cima =-]:

E para finalizar o assunto do dia, um pequeno exemplo do mesmo exercício sob fundo branco:

Muito bem =], vejo vocês no nosso próximo assunto! =]

O Cubo dentro da Esfera

Postado em Computação Gráfica Livre, Dirty job, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, software livre, tutorial às Maio 13, 2008 por phenonart

O nosso desktop não é só uma coisa bonitinha mas ordinária. É isso o que iremos aprender a criar hoje =].

Para tanto vamos começar com um ato nada convencional, comecemos tirando uma foto da nossa area de trabalho:

Agora redimencione a imagem de maneira que ela fique com tamanho proporcionalmente uniforme, como um quadrado, no caso do exemplo acima a mesma foi redimencionada para 1000×1000 pixels. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Para redimensionar uma imagem de maneira desproporcional, basta clicar na pequena corrente ao lado dos valores de ajuste, mas caso você deseje reativar o redimensionamento uniforme basta clicar novamente no ícone aqui citado.

E a qui nós já temos a nossa imagem redimensionada de maneira eqüidistante, formando um “quadrado” abstrato.

Agora vamos abrir o nosso já conhecido filtro de nome “Mapear Objeto” e com ele transformar a nossa agora redimencionada captura de tela em uma caixa. O redimencionamento com valores equidistantes foi feito para que o cubo tivesse proporções exatas. As imagens abaixo ilustraram esse processo:

Primeiro vamos relembrar como chegar até o filtro:

Uma vez aberto o filtro vamos marcar as seguintes caixas de diálogo :

- Fundo transparente. Marcaremos esta para obtermos apenas o cubo que é o que realmente desejamos.

-Criar nova imagem. Isto para obtermos uma nova imagem contendo apenas o cubo.

-Exibir esqueleto na pré-visualização. O esqueleto da figura geométrica irá nos ajudar na hora de ajustar a orientação do objeto dentro do espaço da imagem.

Agora selecione a aba denominada “Orientação” para definir a orientação do objeto dentro da imagem, incluindo o seu volume. Aproveitando a oportunidade, vamos relembrar alguns conceitos que vimos sobre esta aba do filtro em documentos anteriores:

-Posição: este grupo de parâmetros determinam a orientação do local onde o objeto irá ficar dentro da imagem, exemplo: lado direito, mais para o lado esquerdo, para cima e ou para baixo. Os parâmetros utilizados para este fim são os mesmos que utilizamos nas aulas de mortemática da tia teteca da quinta serie (X para orientação horizontal, Y para orientação vertical e Z para o volume que nada mais é do que o tamanho do objeto a ser criado.)

-Rotação : este grupo de parâmetros determinam o angulo de visão do objeto a ser criado, quanto aos atuadores “X, Y e Z, suas funções pouco diferem do grupo anterior pois, X atua no sentido horizontal, Y no vertical e Z no diagonal*(é praticamente a única mudança mais radical.)

Faça os ajustes ao seu gosto e quando estiver satisfeito vá para a aba denominada “Luz”.

Aqui nós vamos equalizar a distribuição da luz pelo objeto, na realidade isto não é obrigatório para o exercício do dia, porém eu prefiro trabalhar assim e você é livre para decidir  se procede ou não para o seu exemplo. Zere os parâmetros “X e Y” e amplie o parâmetro “Z” para um valor acima de 4,10 isso fará com que a luz seja distribuída de maneira proporcional por todas as extremidades do objeto.

Uma vez satisfeito clique em ok e aguarde o processamento da tarefa delegada ao filtro, esse processo pode demorar dependendo do tamanho da imagem e da configuração do seu micro. No caso dos aprendizes que utilizam sistema operacional windows recomendo desligar o monitor e voltar para o pc em cerca de 50 minutos caso a imagem possua resolução superior a 800 x 800 pixels.

E por enquanto este é o resultado do exemplo=]:

Agora vamos voltar para a imagem original e a partir dela criar uma esfera*(porém caso você queira usar um pouco de oportunismo, crie a mesma utlizando o cubo recém criado como base.). Para esta tarefa, vamos utilizar o mesmo filtro anterior apenas alterando a orientação do objeto e o tipo de objeto a ser criado:

Abaixo nós temos a mesma situação, porém tendo como base de escolha a imagem do cubo. A “parte vazia” se deve as áreas transparentes da imagem do cubo.

Mas como eu optei pela primeira sugestão, a minha resultante foi esta:

Agora que já criamos dois objetos, copie o primeiro que criamos*(o cubo) e cole-o na imagem original em forma de nova camada, depois duplique a camada do cubo algumas vezes e monte um pequeno semi quebra cabeças utilizando esses objetos oriundos da duplicação de camadas, para tanto basta clicar sobre o objeto desejado e arrasta-lo para onde desejar dentro da imagem. A imagem abaixo ilustra esse processo:

Por fim, copie a imagem da esfera e cole-a sobre a outrora imagem original em forma de nova camada e aplique o efeito de camada “Somente Clarear”:

Veja o que temos até aqui =]

Agora combine todas as camadas visíveis e duplique a resultante, sobre a camada que nasceu da duplicação,  aplique os conceitos vistos neste documento:

Como sugestão, vá na aba denominada “Tamanho” após escolher o efeito desejado e coloque tamanhos diferentes para os pinceis, o resultado pode surpreender você =]. Ahhh sim, você também é livre para trocar o pincel padrão do efeito desejado por outro de sua escolha na aba denominada “Pincel”=]:

Satisfeito aguarde o processamento e aplique o efeito de camada de nome “Mesclar grãos”:

Para apimentar um pouco mais, combine as camadas visíveis, duplique e espelhe a camada resultante, aplicando em seguida o efeito de camada “Somente Escurecer” =]

Muito bem, e é assim que “termina” a nossa pequena “montanha russa visual” do dia:

Mas não antes sem tocar nas cores!

Combine todas as camadas visíveis e abra o nosso já íntimo filtro denominado “Mapeamento Alien” e aplique os conceitos aqui aprendidos a seu gosto como eu fiz com o nosso exemplo:

Para quem quiser mais, experimente somar ao resultado uma compilação feita com o modelo de cores RGB, duplicando a camada base e aplicando o filtro sobre a nova camada da maneira proposta:

Agora aplique sobre essa camada o efeito de camada subtrativo denominado “Mesclar Grãos” e bom apetite visual =]:

É isso ai, vejo vocês no nosso próximo assunto =].

A menina das Paredes Nuas

Postado em Computação Gráfica Livre, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, sl rj, slrj, software livre, tutorial às Maio 2, 2008 por phenonart

Lembram das pinturas feitas pelos homens das cavernas? Pois é, hoje nós vamos criar uma versão um pouco mais moderna mas com a mesma essência.

Primeiro vamos escolher a imagem do nosso exemplo, para ilustrar o de hoje escolhi esta aqui:

Escolhida a imagem base do  nosso assunto comecemos transformando a mesma para escala de cinzas:

Em seguida, vamos deixar apenas a parte da imagem que nos interessa e descartar o restante utilizando a ferramenta de seleção inteligente, presente na interface principal do Gimp representada pelo ícone abaixo:

IPC:Caso você não saiba como lidar com esta ferramenta clique aqui antes de prosseguir com a leitura deste documento.

Utilizando a ferramenta supracitada, deixe apenas o objeto alvo do efeito ainda preservado na imagem de maneira grosseira, ou seja não tente fazer um recorte limpo, tendo em vista que desejamos algo mais rustico e relativamente inocente.

Agora, copie o que você preservou e abra uma nova imagem, cole o preservado da anterior nesta nova em forma de nova camada:

Agora é que a mágica realmente começa, vamos dar contraste a imagem fazendo com que o preto “contamine” o conceito, para isto nós vamos utilizar a ferramenta “Brilho e Contraste”, presente no menu “Cores” presente na interface da imagem. As figuras abaixo ilustram este processo:

Agora, utilizando a ferramenta de Seleção por Cor presente na interface principal do Gimp, representada pelo  ícone abaixo

selecione apenas o preto da imagem com apenas um clique, copie a area selecionada e cole em forma de nova camada o que foi selecionado, em seguida, delete a camada de onde foi feita a seleção anterior. As imagens abaixo ilustram esse processo:

Primeiro a seleção e o processo de cópia da seleção resultante*(”Ctrl + C)

Depois temos a colagem da seleção em forma de nova camada e a deleção da camada intermediária pré existente, ou seja, de onde se originou a seleção feita na imagem anterior:

Por fim, nós já temos a camada com o o contorno rustico preto, pronto para ser utilizado =]

E para quem deseja uma imagem “colorida”, basta reconverter a mesma para o modo “RGB” :

Agora dentre o seu acervo, escolha uma imagem que possa servir como textura,  abaixo nós temos alguns bons exemplos:

Escolhida a textura, aplique-a sobre a imagem alvo diretamente na camada branca (no caso o fundo), a fim de que a mesma seja totalmente substituída pela textura:

Agora, copie a camada de fundo e cole em forma de seleção flutuante sobre a camada onde está a nossa figura rustica em preto:

Para termos o contraste que queremos agora basta aplicar um efeito de camada subtrativo =], um bom exemplo é o “Extrair Grãos” =]:

Voilá=], agora ancore a seleção flutuante para que ela se una definitivamente ao desenho outrora preto=], para isto basta clicar neste icone bem sugestivo presente na interface de controle de camadas que você ve abaixo em conjunto com o resultado do efeito de camada supracitado:

Agora nós podemos brincar um pouco com as cores =] , para isso vamos utilizar o nosso agora intimo filtro “Mapeamento Alien” :

Abaixo nós temos o caminho até o filtro e outra situação interessante, note que as camadas visíveis não foram combinadas, isto porque eu desejei trabalhar apenas sobre a camada do desenho e não em tudo ao mesmo tempo =] oque não impede que você tome a decisão oposta .

A imagem abaixo mostra a interface do filtro com o modo “HSL”ativado, note que o campo “Matiz” foi desativado para preservar a essencia da cor original que foi atribuida a camada quando o efeito de camada “extrair grãos” foi aplicado sobre a seleção flutuante antes da ancoragem da mesma sobre a camada onde se encontra o desenho preto.

Agora você pode alterar a opacidade ou aplicar um efeito de camada novo, ou ainda aplicar mapeamento de relevo sobre a imagem =]… meus amigos… as possibilidades são mais que infinitas!

E é assim que nós podemos terminar o assunto do dia =]

ou…

Muito bem, vejo vocês no nosso próximo assunto!

Mas antes eu gostaria de fazer um convite a vocês, a partir de hoje eu também escrevo documentação para o projeto GNU-LIA que é mais uma excelente fonte de documentação sobre computação gráfica livre, então, vale mais do que apena conhecer, bons estudos!

FLISOL-DF.

Postado em Gimp Documentação às Abril 28, 2008 por phenonart

Meus queridos aprendizes,

no dia 26 de abril de 2008 ocorreu o FLISOL*(Festival Latino-americano de instalação de Software Livre, que ocorre em diversas cidades do continente de forma simultânea.) , dentre todas as cidades onde ocorreu o festival, posso dizer com toda a segurança de que o evento ocorrido no Destrito Federal foi sem sombra de dúvida O MELHOR E O MAIOR DE TODOS, pelos seguintes motivos:

COMPETÊNCIA: O Professor Ronald e sua equipe fizeram um trabalho mais do que fantastico para que o evento fosse um sucesso sem precedentes prestando todo o auxílio mais que possível aos palestrantes e participantes.

VONTADE e GARRA: Mesmo sem recursos os organizadores conseguiram superar todas as metas propostas para o evento e para si próprios, um bom exemplo foram as presenças das empresas RED HAT E IBM.

Em fim, fica aqui o meu agradecimento a estas pessoas e sobre o mini curso posso dizer que ele teve tanto hesito em sua missão que converge com a deste evento: compartilhar conhecimento sem nada pedir em troca.

até o nosso próximo assunto meus amigos!

Cotidianias Rappalis.

Postado em Computação Gráfica Livre, Dirty job, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, sl rj, slrj, software livre, tutorial às Abril 24, 2008 por phenonart

Hoje vou começar contando um pequeno fato que aconteceu na minha infância:

1992(novembro para dezembro quase), fui passar férias na casa da minha tia, e lá eu vi um quadro que era extremamente diferente das obras de arte convencionais, aquilo definitivamente não era impressionismo, cubismo e menos ainda pop art, ele retratava um momento congelado de um bairro do subúrbio carioca do final da década de 80 de maneira imprecisa em detalhes mas com a total preservação do espaço temporal e conceito =]. É isso que nós vamos aprender a fazer hoje.

Comece procurando dentre o seu acervo a imagem de um bairro, cidade, casa ou o qualquer outro objeto que tenha um conceito enraizado a seu gosto. Para o exemplo de hoje escolhi a imagem abaixo:

Agora, nós vamos utilizar um filtro de mapeamento incisivo, estamos falando do filtro “Mapa de Relevo”. Para quem não sabe ou esqueceu do caminho até o filtro basta acompanhar a imagem abaixo:

Uma vez aberto o filtro, execute um ajuste de “entalhe não saliente” ou seja, faça com que o relevo fique em forma de baixo relevo, para que assim mais detalhes menores possam ser relativamente preservados :

Satisfeito deixe o filtro agir, após a esta ação nós ficamos assim quanto ao exemplo:

Agora vamos utilizar o recém a nós apresentado filtro Artístico “Gimpressionista”. Para quem se esqueceu e ou não sabe o caminho até o mesmo, basta acompanhar a imagem abaixo:

Uma vez aberto o filtro, vamos resumir as nossas ações a 3 toques:

Concentrados na primeira aba do filtro, da lista escolha o efeito “Line Art” e clique em “Aplicar”, esta ação irá carregar o efeito na imagem.

Em seguida clique no botão “Atualizar” para que você possa ter uma prévia da execução do efeito a ser aplicado na imagem:

Uma vez satisfeito, clique em ok e aguarde:

Prontinho =] , é assim que o conceito enraizado fica mais do que exposto.

Vejo vocês no nosso próximo assunto!

Karma-Aura

Postado em Computação Gráfica Livre, Dirty job, Gimp Documentação, Gimp tutoriais, Linux, Sotware Livre Rio de Janeiro, Tutoriais, computação gráfica, gimp, gimp tutorial, razgriz, sl rj, slrj, software livre, tutorial às Abril 24, 2008 por phenonart

Não, isso não é nenhum artigo chato sobre comunicação de massa, politica da comunicação e menos ainda teorias chatas mas necessárias da comunicação. Hoje vamos aprender a criar realmente uma aura sobre objetos e ou simplesmente a mesma aura sobre nada.

Comecemos com uma imagem nova pequena com fundo preto, creio que 700×700 pixels está ótimo, não precisando eu lembrar que quem decide o tamanho do trabalho é você mesmo e mais NINGUÉM.

Muito bem, crie uma camada transparente sob