A cidade dos Cubos

Caros,

Acho que o nome deste documento já diz oque nós vamos aprender hoje. Então comecemos criando uma imagem de tamanho simplório porém congruente no Gimp, 500×500 é um tamanho bem adequado na minha opinião.

Criada a imagem, vamos agora apresentar o filtro responsável por boa parte do nosso trabalho do dia, ele se denomina “Mapear Objeto e o caminho até o mesmo pode ser visto abaixo:

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Utilizando o filtro supra citado vamos agora criar diversos tipos de cubo :

uma vez aberto o filtro vamos selecionar a opção de mapeamento denominada caixa, marque também as coisas de diálogo para fundo transparente e para a criação de uma nova imagem, pois vamos reaproveitar nossa imagem “vazia” algumas vezes.

IPC: Sempre deixe marcado o dialogo denominado “Exibir esqueleto na pré-visualização” pois assim podemos acompanhar em tempo real as mudanças volumétricas aplicadas ao objeto.

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Quanto a orientação espacial, configure de acordo com a perspectiva que você deseje que o objeto tenha. No caso do exemplo do dia decidi que a vista seria “frontal” então bastou adicionar 30 graus ao angulo de ataque rotacional X para que o objeto adquiri-se a sombra adequada ao objetivo do dia:

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Não se esqueça de moldar o objeto ao seu gosto em matéria de comprimento, tamanho e formato mór:

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E aqui temos o nosso primeiro :

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Para a criação dos demais, procure variar no tamanho e no volume para que o seu trabalho se torne mais diversificado:

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E aqui temos o nosso segundo :

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Caso deseje você também pode criar objetos com perspectivas diferentes para dar ainda mais variedade ao seu trabalho:

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Um pequeno BIZU para quem esta vindo aqui pela primeira vez e claro para os esquecidos de plantão: Não é preciso refazer o caminho até o filtro para reutiliza-lo, repare que o ultimo filtro que utilizamos fica logo no cabeçalho do menu =]:

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Caso alguém deseje ousar um pouquinho mais, não há problema em utilizar outras formas geométricas primárias desde que haja bom senso :

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Agora que você criou muitos objetos, crie uma imagem grande e cole todos os objetos criados ali em forma de nova camada:

Não se preocupe com a disposição dos mesmos já que vamos cuidar disso adiante:

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Agora vamos começar a montar este pequeno “quebra cabeças” que nós acabamos de criar. Primeiro torne invisíveis TODAS as camadas do seu trabalho, depois escolha apenas uma para ser o ponto inicial do mesmo. Esta que foi escolhida você tornará novamente visível para em seguida posicionar o objeto no ponto escolhido para começar a montagem, depois escolha outro objeto que se assemelhe a este primeiro em termos de perspectiva e comece a encaixa-los arrastando o segundo até que a acoplagem o satisfaça:

BIZU: Lembre-se do “LEGO” o processo é igualzinho.

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Para alterar o esquema de montagem, você também pode alterar a ordem de numeração das camadas para que uma se sobreponha sobre a outra :

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Não se esqueça de que é possível aplicar simetria a um determinado objeto para alterar a sua posição e perspectiva =]:

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Preencha a imagem por inteiro até que os objetos formem um único composto:

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Quando estiver satisfeito combine todas as camadas visíveis do trabalho e duplique a resultante, sobre esta vamos aplicar o filtro denominado “Vento” cujo caminho pode ser visto abaixo:

Esta ação tem como objetivo criar uma sensação abstrata ao trabalho no âmbito do seu termino:

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Deixe o recurso denominado “Força” com uma valoração alta e o recurso denominado “Limite” com valoração zerada para amplificar os resultados desta ação. Quando o filtro terminar o seu trabalho aplique o efeito de camada denominado “Super-Exposição” sobre esta camada:

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Agora crie uma nova camada transparente e sobre a mesma crie uma composição com pinceis compatível com o conceito escolhido para o trabalho, aproveite as variações bruscas de tom para criar derivações com os pinceis:

Quando terminar combine as camadas visíveis e sobre a mesma crie uma nova camada transparente :

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Sobre esta nova camada aplique um degradê de sua escolha, em seguida sobre esta mesma camada aplique o efeito de camada denominado “Sobrepor” para que o degradê se auto incorpore ao trabalho:

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Agora façamos um pequeno ajuste na estrutura luminosa deixando-a mais intensa, combine as camadas visíveis do trabalho e deixemos isto para o nosso já velho conhecido filtro denominado “Mapeamento Alien”:

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Como já é um trabalho com estrutura luminosa intensa vamos apenas dar uma leve equalizada, para isto desmarque os canais desnecessários e dê apenas de 0,40 a 0,48 de valoração a frequência de luminosidade e o serviço esta feito.

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Para finalizar vamos a um toque de simetria: duplique a camada restante do trabalho e espelhe-a na horizontal, em seguida aplique o efeito de camada denominado “Somente Escurecer”:

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Pronto =]!

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2 Respostas to “A cidade dos Cubos”

  1. Muito bom o artigo, foi de grande valia.Tenho recebido umas imagens de um amigo, feitas no PhotoShop de extensão .psd, gostaria de saber o porque destas imagens ao serem abertas pelo Gimp no Linux aparecem com linhas tracejadas?

    • phenonart Says:

      Olá,

      No caso nunca tive qualquer problema com esse tipo de arquivo, experimente atualizar os pacotes do gimp em sua distro para ver se o problema desaparece.

      Abraço.

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